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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O que é melhor alugar um ponto comercial ou usar um cômodo da sua casa para começar seus atendimentos psicopedagógicos



Psicopedagoga Jossandra Barbosa
jossandrabarbosa@gmail.com

O que é melhor alugar um ponto comercial ou usar um cômodo da sua casa para começar seus atendimentos psicopedagógicos

Um passo importante é a decisão de onde será o seu consultório. Usar um espaço adaptado em sua casa é uma opção mais que você deve levar em consideração alguns aspectos:
1.     Só utilize um cômodo adaptado se você não tiver reais condições de locar um espaço separado;
2.     Adapte o local deixando banheiro para seus clientes;
3.     Trabalhar em casa traz alguns desconfortos como barulho das crianças, intervenção de pessoas da família ou vizinhos;
4.     O espaço adaptado não deve ter vínculo aberto com os compartimentos da casa;
5.     Não deixe seus clientes terem acesso a sua casa. Lembre-se sempre do limite de intimidade que você deve ter com seus clientes e pais.
O tamanho do local alugado ou adaptado será de acordo com suas necessidades. O espaço ideal deve ter uma recepção, duas salas e dois banheiros.
A recepção para o primeiro contato com seus clientes. Uma sala menor para ser usada como espaço de avaliação (consultas) e outra maior para ser usada como intervenção. Os banheiros separados um para seus clientes e um para seu uso pessoal.
Na maioria das vezes encontramos consultórios onde as salas de avaliação e intervenção são a mesma. Entretanto não é o ideal. A sala de avaliação deve ser um local mais neutro, sem muito detalhe de decoração que não disperse seu cliente e nem os pais durante a anamnese, outro detalhe é que você nem sempre saberá que transtorno seu cliente possa ter. Crianças com autismo precisam de ambientes calmos e com menos estímulos visuais assim como crianças com TDAH que se dispersam com facilidade. Já a sala de intervenção pode ser um espaço maior com mesas, cadeiras, tapetes , materiais psicomotores, tudo depende de sua proposta de reabilitação, caso você tenha especialidades extras como psicomotricidade e neuropsicopedagogia pode fazer atendimentos de relaxamento de musculaturas de crianças hipertônicas, trabalhar o desenvolvimento motor com atividades de correr, dançar, pular ou até oficinas de culinária.
Ambientes separados também influencia como a criança interpreta o momento que está vivendo, a intervenção é um momento mais de interação com o terapeuta, onde o contato pode ser maior (terapia com crianças autista exige conhecimentos psicomotores com estímulos visuais, auditivos e afetividade).

Nem sempre conseguimos salas comerciais que conseguíamos distribuir em vários cômodos por isso o aluguel de casas é mais indicado, dependo do lugar pode até se tornar mais barato. E você pode usar os outros cômodos (dependendo do tamanho da casa) para realizar cursos, parcerias com faculdades e oferecer palestras ou outros serviços para auxiliar a renda do espaço.

Dicas para Abrir um consultório psicopedagógico


Consultora: Psicopedagoga Jossandra Barbosa

Como abrir seu consultório psicopedagógico

O grande sonho de quem se forma em psicopedagogia é montar o seu próprio negócio. O caminho não é difícil. Você três alternativas:
1. Sublocar um consultório que já existe;
2. Montar uma clinica multidisciplinar;
3. Ser autônomo e trabalhar a domicilio ou em sua casa.

Na primeira alternativa você paga um aluguel ou recebe por porcentagem no valor de cada sessão. Esta é uma ótima alternativa para quem está inciando na carreira. A maioria das clinicas oferecem 40% para o profissional. Contudo é um excelente negócio já que o profissional não entra com nada só com o trabalho. e vai ganhando experiência.

Na segunda forma você pode investir em um negócio mais amplos com rentabilidade e visibilidade maior. Juntar uma equipe ou fazer sozinho e depois sublocar salas para outros profissionais. Aqui você precisa de um investimento maior. Todo psicopedagogo independente de sua formação pode abrir sua clínica.

Isso mesmo!!!! Mesmo aqueles que fizeram a chamada psicopedagogia institucional...Ai você pergunta comooooooo!!!!

Em novembro/15 Jossandra Barbosa estará lançando seu livro com o passo de como o psicopedagogo pode abrir seu consultório. Um material em detalhado com todas as dicas de como montar , gerenciar , administrar, divulgar , que serviços oferecer e muitas dicas de como tornar seu negócio um sucesso. Aguarde!

Na terceira forma você não gasta nada. Você pode fazer na prefeitura de sua cidade um registro como autônomo e pagar um pequeno imposto mensal e atuar sem nenhum problema em sua casa ou a domicílio.

Lembrando sempre que o psicopedagogo não precisa de registro em conselho, não precisa de carteira e nem de número de nenhum órgão. O psicopedagogo pode usar em seu carimbo, cartão de visita e documentos o CBO 2394/25 do ministério do trabalho ou se filiar ao Sindicato de Psicopedagogia. Nunca pense que é OBRIGATÓRIO e nem se associe a nenhum tipo de instituição sem que realmente deseje fazer isto. Você é protegido por lei, so pertence a associação ou a sindicato se desejar. 

O trabalho do psicopedagogo ainda não é popularizado, mas precisa ser. É preciso que cada psicopedagogo trabalhe para divulgar a psicopedagogia em sua região, só assim os clientes vão surgir de montãoo.

Tem dúvidas deixe nos comentários. Agradecemos sua visita.
                       



O QUE O PSICOPEDAGOGO PRECISA PARA COMEÇAR A TRABALHAR?

O QUE O PSICOPEDAGOGO PRECISA PARA COMEÇAR A TRABALHAR?
             O sonho da maioria dos psicopedagogos é montar o seu próprio negócio. 90% de uma turma de pós-graduação em psicopedagogia não atuam na área depois do termino do curso. Muitos continuam em salas de aulas, ou são contratados para salas de recursos, coordenação de escolas , outros tornam-se professores de faculdades e afastam-se do sonho de clinicar.
Para atuar na área da psicopedagogia o profissional só precisa de um certificado de graduação ou pós graduação.
Por ser um profissional que atua dentro de clínicas e hospitais pensa-se ser obrigatório um registro em conselho e uma carteira de atuação. O que não é verdade.
A psicopedagogia luta pela aprovação da lei 3512/10 que há vinte anos dá idas e vindas e não foi aprovada no senado federal.
A psicopedagogia não possui conselho de profissão (porque ainda não é uma profissão) e mesmo quando a lei for aprovada não terá conselho porque a não há artigos na lei que obrigue o profissional a pertencer a um conselho e nem há o artigo que crie o conselho.
Infelizmente isto é ruim para a psicopedagogia. Por que quem vai fiscalizar a atuação profissional, as irregularidades e as necessidades da categoria.
Existe a Associação Brasileira de Psicopedagogia, que é uma entidade de caráter filantropíca com objetivos culturais e de formação dos psicopedagogos.
Diante da necessidade urgente de organização do trabalho dos psicopedagogos estão sendo criados os sindicatos de psicopedagogia estaduais. Que são entidades classistas com direito de representar e lutar pela categoria.
Voltando para o que o psicopedagogo precisa para atuar. Ele precisa do seu certificado, pode ou não, é uma decisão individual, se filiar aos sindicatos para assim estarem atualizados sobre tudo o que acontece na profissão.
Na hora de fazer seu carimbo o psicopedagogo pode usar o CBO - CÓDIGO BRASILEIRO DE OCUPAÇÃO que é um número gratuito no Ministério do Trabalho (2394-25).Este numero tem aceitação nacional, não há necessidade de pagar por ele e nem de realizar nenhum cadastro.
O CBO é uma classificação de ocupação do ministério do trabalho onde o psicopedagogo está incluído, este número não é somente da psicopedagogia, mas é um numero GRATUITO, todos podem usar sem nenhum intermediador. 

Entenda o que é o Conselho de profissão de Psicopedagogia


Hoje são milhares de psicopedagogos no Brasil. E muitos são os problemas que cercam a formação e a prática profissional.
Dentre estes problemas está a falta de um órgão de representação de classe para a categoria, não temos um conselho de profissão e agora estão surgindo os sindicatos de psicopedagogia.
A criação dos conselhos estava bem perto e foi uma luta de mais de vinte anos, que veio desde da criação do primeiro projeto de lei para regulamentar a psicopedagogia mas foi retirado do projeto final em 2014 veja como tudo isto aconteceu e no final descubra o que podemo fazer contra isso.
Em primeiro lugar você deve entender qual a diferença entre Conselho de Profissão da Psicopedagogia e o Conselho da ABPp ( Associação Brasileira de Psicopedagogia).

Você já deve ter ouvido falar no CFP (conselho federal de Psicologia) , CFM (conselho federal de medicina) , CRA (conselho federal de arquitetura) e por aí vai. Cada conselho federal tem sua representação no Estado é chamado pela sigla CR (Conselho Regional). Estes conselhos são chamados de conselhos de profissão e são autarquias governamentais onde fiscalizam e organizam tudo que envolve uma determinada profissão.

Na psicopedagogia se ouve falar muito do Conselho da ABPp, o que é este conselho? A Associação Brasileira de Psicopedagogia, tanto a nacional como as que existem nos Estados, são instituições jurídicas de caráter filantrópica e científicas. Criada nos anos 80 com o objetivo de lutar pela regulamentação da psicopedagogia e incentivar estudos e produções na área. Desempenhou este papel muito bem, a psicopedagogia cresceu e ocultamente incorporou a ideia de que esta entidade era uma "Espécie" de órgão de classe, ou que representa toda os psicopedagogos.

Muitos psicopedagogos pagam anuidades e recebem carteiras e acreditam que estas valem igualmente como as dos conselhos acima citado.

Temos mostrado que o trabalho valoroso da ABPp e tudo que ela representa na psicopedagogia merece todo o nosso respeito, mas que precisamos entender o papel que lhe cabe e lutar para que a psicopedagogia cresça como organização profissional.

Muitos profissionais ficam confusos porque as pessoas colocam em seus currículos como sendo membros vitalícios deste conselho, ou assinam e-mail como representante deste conselho.

Como associação esta entidade é obrigada a ter um conselho. Como as escolas públicas, uma associação de moradores, de professores, as igrejas e os institutos. Estes conselhos servem para fiscalizar as ações da própria entidade, que apesar de serem filantrópicas movimentam dinheiro seja de pagamentos de taxas, eventos ou anuidades e serviços. Por isso precisam prestar conta para seus conselhos. Assim como estes conselhos são importante na aprovação de compra, venda e realização de ações da entidade. Mas é um conselho fiscal exclusivo para as ações da entidade.

Os conselhos de profissão são entidades jurídicas completamente diferente de conselhos fiscais das associações.



Mas pra entendermos melhor porque o Conselho de Profissão é tão importante, realizamos uma pesquisa e chagamos a conclusão de a atuação dos que estão a frente do projeto é incoerente com suas próprias lutas. Já que foram eles que defenderam a criação de um conselho de profissão desde de 1980. No final da caminhada, interromperam a aprovação para propor a retirada do artigo que cria exatamente nosso órgão maior : o Conselho Federal.

Encontramos na Revista científica de Psicopedagogia V. 17 N. 46 de 1998 o relatório de apresentação do projeto na câmera dos deputados federais. Nos chamou a atenção a justificativa dos representantes dos psicopedagogos da importância da regulamentação da psicopedagogia como profissão.Veja o que foi dito:

Justifica-se neste documento de apresentação do projeto (foi a fala do representante dos psicopedagogos) diz que a profissão precisa ser regulamentada, mas que a necessidade da criação de um órgão para fiscalizar e orientar o exercício da profissão. Mais a frente se acrescenta:

Com a criação do conselho também seria criado as orientações e diretrizes para os cursos, concursos e um código e ética para os profissionais:

Como todas as demais profissões o psicopedagogo seria obrigado para exercer de um cadastrado em um conselho:


O projeto não foi aprovado e somente depois em 2001 encontramos novamente este projeto em atuação:


Encontramos mais um documento com a transcrição original da reapresentação do projeto de lei na câmara dos deputados federais, mas uma vez entra em cena a criação dos conselhos federal e  estaduais.

Mais uma vez o projeto foi recusado. No ano de 2010 ele foi refeito com outra deputada. Mas preservou em sua essência a criação do conselho federal e reginais.Como podemos ver no artigo retirado do projeto 3510-10.

Neste momento queremos trazer algumas reflexões.Este artigo que você leu acima foi modificado. E a parte destacada em verde foi retirada assim como o artigo 3 também foi alterado.

Observe que a alteração do artigo 10 e do artigo 3 são exatamente o obrigatoriedade de criar e se credenciar aos conselhos federais
VEJA COMO O ARTIGO 3 FICOU:

OBSERVE QUE DIZ QUE O PSICOPEDAGOGO PODE EXERCER SUAS ATIVIDADES SEM SE CREDENCIAR A NENHUM TIPO DE INSTITUIÇÃO
VEJA AGORA COMO FICO O ARTIGO 10

Observe que suprimiram (ou seja retiraram os artigos 6,7,8 e 9 ) e o artigo 10 virou o artigo 6 que diz: Esta lei entra em vigor na data de sua publicação
Devemos entender que estas emendas foram depois que o projeto foi aprovado na câmara dos deputados em abril de 2014 no senado federal .
Nosso questionamento é por que depois que foi aprovado o projeto passou por tantas mudanças? Se ele não estava bom como foi aprovado nas duas instâncias governamentais? A quem estas mudanças está favorecendo?
E entretanto sabemos que perderemos muito. Com todas estas mudanças o projeto já foi recusado 35 vezes e não vai a votação.
Mesmo que seja sancionando pela presidência da república esta lei ficou com 6 artigos que não dizem muita coisa sobre nossa profissão. E não será criado o conselho federal e nem os regionais. Porque precisa de uma nova lei já que os conselhos são autarquias governamentais e só sao criados por lei federal.
Mesmo com a lei 3512-10 não teremos representação. Não teremos cadastro em um órgão Não terá fiscalização dos cursos, nem das atividades profissionais, não teremos uma carteira de registro de órgão de classe e nem teremos representação política para sermos valorizados profissionalmente.

Diante de tudo isso,nem tudo está pedido. Ha ainda uma esperança.

Os sindicatos podem organizar a categoria e lutar pelos criação dos Conselhos Federais e Estaduais Pois não devemos desistir e nos acomodar.

Todos os psicopedagogos podem participar, a única regra é ser PSICOPEDAGOGO sem distinção. 

Os sindicatos de psicopedagogia não são rivais e nem concorrentes de nenhuma associação ou entidade de psicopedagogos. Pelo contrário. É uma importante força democrática, popular, onde a única regra para participar é ser PSICOPEDAGOGO.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES 
sindpsicoppi@gmail.com whatsapp e tim 86-998224888

Como está a Regulamentação da Psicopedagogia?

Anda totalmente PARADA....

2015 chegou e nada da lei 3.512/10, que regulamentará a profissão do psicopedagogo, ser aprovada. Infelizmente foi ao contrário com tantas mudanças na lei ela voltou para a comissão de educação e cultura e vai ser analisada e votada tudo novamente.
Mas você pode estar pensando????
E todas as postagens no facebook e por e-mail comemorando a regulamentação da psicopedagogia em Fevereiro de 2014.
Isso mesmo, houve muita informação de que a lei tinha sido aprovada. E foi. Mas como houve propostas de emendas elas tiveram que voltar e serem analisadas.
As emendas basicamente foram:
- Mudança de 600h  para 450 hs como carga horária para a formação em psicopedagogia na forma de especialização scritu sensu.
- Retirada da criação do conselho federal de psicopedagogia
-Retira da obrigatoriedade de filiar a um órgão de classe para exercer a profissão.
(isso mesmo não é obrigatório carteiro ou filiar-se a qualquer instituição para exercer a psicopedagogia, ou seja isto nunca foi obrigado)

A lei ficou apenas com 6 artigos, bem delimitada. o que há muito tempo estamos dizendo aos psicopedagogos ficarem de olho, porque regulamentar sem organizar a categoria não vai trazer muitos benefícios reais aos profissionais.
Ficamos felizes que o movimento iniciado aqui, hoje está sendo discutido em todo o país: A criação dos sindicatos de psicopedagogia.
O primeiro sindicato já foi formado, no Piauí surgiu o SINDPSICOPp-Pi que já está atuando em defesa , valorização e divulgação da psicopedagogia no Estado.E outros estão em fase de organização.

Os sindicatos não substituem os conselhos, mas são uma instituição jurídica classista que representam os psicopedagogos e que lutam pelas causas salarias, pelo cumprimento de horas de trabalho, por um piso nacional nas instituições, por convenções coletivas, por seminários e congressos populares e assessoria jurídica para a categoria.

Para ver o andamento do projeto de lei no senado federal clique aqui e depois clique em tramitação na página que será aberta.

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2leep.com