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sábado, 25 de abril de 2015

Lista dos conteúdos para Concursos de Psicopedagogia.

Hora de se preparar e estudar. Muitos concursos estão surgindo e cada vez mais o psicopedagogo vem sendo uma das áreas em crescimento. Apesar do número de vagas ainda serem pequenas mas quem quer investir na área de concursos a hora de começar estudar é AGORA.

 A maioria dos concursos para psicopedagogos são municipais para escolas ou para centros de assistência psico-social e pagam uma faixa salarial de 2400,00 para 40 horas. Entretanto no mês de março o SESI de Roraima fez um concurso e abriu duas vagas para psicopedagogo com uma remuneração de 4200,00 para 30 horas e não houve nenhum psicopedagogo aprovado. Isso nos leva a algumas reflexões como capacitação e qualidade dos cursos de psicopedagogia. 
Ninguém sai pronto para o mercado de trabalho das faculdades (pelo menos deveria) mas a realidade está bem longe da teoria. Desta forma é preciso comprar livros, fazer cursos, participar de congressos, seminários, grupos de estudos, fazer trabalhos voluntários para ter mais conhecimento sobre a prática psicopedagogica.

A psicopedagogia é uma área nova, frente as demais profissões que já estão no mercado de trabalho por séculos. Desta forma é preciso que a população conheça e reconheça a importancia deste profissional nos mais diversos ambientes humanos.

Geralmente as pessoas reenvindicam ao governo por professores, médicos, dentistas mas por não conhecerem o psicopedagogo, ninguém faz referência deste profissional que atua tanto na educação como na saúde, com prevenção , diagnóstico e intervenção. Desta forma não há inclusão deste profissional nas equipes de saúde, escolas, creches, empresas, hospitais , CRAS, SASCs , presídios, abrigos e etc.

Vejamos as principais funções do psicopedagogo:

  • Executar trabalhos dirigidos às crianças e adolescentes com distúrbios de aprendizagem;
  • Realizar atividades de grande complexidade envolvendo diagnóstico e intervenção dos problemas relacionados as dificuldades de aprendizagem;
  • Elaborar e executar projetos de prevenção dos transtornos de aprendizagem;
  • Investigar a queixa da instituição através do diálogo para com as pessoas envolvidas;
  • Analisar a instituição e a aprendizagem através de uma abordagem interdisciplinar; 
  • verificar a situação observada em relação ao processo de aprendizagem das pessoas envolvidas na instituição;
  • Realizar encontros com os sujeitos diretamente envolvidos, desvendando situações problemáticas apresentadas, buscando a partir daí a melhor solução para o impasse;
  • Realizar diagnóstico dos prolemas de aprendizagem e  encaminhar para profissionais de outras áreas (assistentes sociais, psicólogos, neurologista) quando necessário;
  • Colaborar e  instrumentar supervisores, professores e diretores com leituras, discussões, trocas, observações, onde possam intervir no processo de construção do saber; realizar outras tarefas correlatas.
  • Desenvolver atividades em grupos com outros psico-terapêutas a fim de ajudar nos assuntos relacionados a não aprendizagens dos integrantes do grupo;
  • Desenvolver projetos que ajudem os indivíduos que sofrem com dislexia, hiperatividade e outros transtornos que afetam a aprendizagem a superar suas dificuldades e assim restabelecer seu vínculo com a aprendizagem;


Dicas de Leitura:

  • A identidade profissional do especialista em educação. 
  • As concepções de aprendizagem, currículo e avaliação no contexto escolar.
  • Pedagogia da inclusão. 
  • A importância do especialista em educação nos Conselhos de Classe. 
  •  O especialista em educação e os órgãos colegiados. -
  •  Distúrbios de aprendizagem: Dislexia, discalculia, TDAH, distorgrafia, 
  • Educação inclusiva, - Relações interpessoais, - Legislação educacional vigente (nacional, estadual e municipal), 
  • Desafios do cotidiano escolar
  • Indisciplina e Bullying
  • A importância do lúdico no processo ensino aprendizagem
  • A psicopedagogia no Brasil_ Nadia Bossa
  • As modalidades de Aprendizagem
  • O desenvolvimento psico-sexual da criança- Sigmund Freud
  • O desenvolvimento da leitura e da escrita - Emilia Ferreiro
  • O desenvolvimento Psicomotor- Victor da Fonseca
  • O desenvolvimento psicológico e cognitivo infantil - Jean Piaget
  • O fracasso e o sucesso escolar
  • Dificuldade ou transtornos de aprendizagem




Sugestão Bibliográfica:

LUCKESI, Cipriano Carlos - Avaliação da aprendizagem escolar - Ed. Cortes - São Paulo, 1999;
HOFFMANN, Jussara - Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade - Ed. Mediação - Porto Alegre, 1993;
 PERRENOUD Philippe - Construir as competências desde a escola Ed. Artes Médicas - Porto Alegre - 1999.;
 FREIRE, Paulo - Pedagogia da autonomia - saberes necessários à prática educativa - Ed. Cortez - São Paulo - 1998.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB Nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. BRASIL MEC - Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Fundamental - Brasília - 1996.
BRASIL - MEC Parâmetros Curriculares Nacionais - Terceiro e Quarto ciclos: temas transversais - Brasília, 1998; COUTINHO, Maria Tereza da Cunha - MOREIRA, Mércia - Psicologia da Educação - Ed. Lê - 1992.;
ALVES, Nilda e outros - Educação e Supervisão, o trabalho coletivo na escola.;
SOLE, Isabel - Orientação educação e intervenção psicopedagógica - Ed. Artes Médicas.;
VEIGA, lima Passos - Escola Fundamental, currículo e ensino - Ed.;
ROJO, Roxane - Alfabetização e letramento - Ed. Mercado de Letras.;
SOARES, Magda - Letramento - Um tema em três gêneros - Ed. Autêntica.;
Revista Nova Escola - Junho/Julho - Pag. 13 a15 - Emília Ferreiro - O ato de ler evolui.;
 Revista Nova Escola - Agosto 2001 - Pág. 48 a 51 - Pedro Demo - É errando que se aprende.;
Revista Nova Escola - Setembro 2001 - Pág. 12 a 19 . Denise Pellegrini - Ler e escrever de verdade - Fala mestre - Ana Maria Machado - A literatura deve dar prazer, Pág. 21 a 23.
Chamat, Leila Sara José. Técnicas de diagnóstico psicopedagógico: o diagnóstico clinico na abordagem integracionista. Editora vetor:1 ed.sãopaulo, 2004. 
Weiss, lucia l. Psicopedagogia clinica: uma visão diagnostica dos problemas de aprendizagem escolar. 5 ed. Editora dp&a. Rio de janeiro, 1997.

Outras leituras mais especifica da psicopedagogia:

Psicomotricidade Aplicada na Escola, A Martha Lovisaro
Psicomotricidade e Educação Especial  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade e Neuropsicologia Vitor da Fonseca
Psicomotricidade e o Idoso, A Fátima Alves
Psicomotricidade em Grupo Aline Kabarite e Vera Mattos
Psicomotricidade Escolar  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade Filogênese, Ontogênese e Retrogênese Vitor da Fonseca
Psicomotricidade na Saúde  Carlos Alberto de Mattos e Ana Maria Heinsius (org.)
Pedagogia Empresarial – Atuação Amélia Escotto A. Ribeiro
Pedagogia Empresarial – Formas e Contextos  Izolda Lopes (org.)
Pedagogia Empresarial Nas Organizações que Aprendem José Abrantes
Pedagogia Empresarial Por Quê? Para Quê? Izolda Lopes 
Transpsicomotricidade Psicomotricidade  Marta Lovisaro e Eduardo Costa
Transtorno do Assédio Moral-Bullying Dirceu Moreira
Transtornos de Comportamento e Distúrbios Lou de Olivier
Transtornos do Desenvolvimento e da Comunicação - Autismo - estrátegias e soluções práticas Miguel Higueira Cancino
Transtornos do Desenvolvimento e Deficiência  Rogério Drago (org.)
Temas Interdisciplinares na Educação  Luiza E. L. R. do Valle, Quézia Bombonatto (orgs.)
Teoria e Prática da Psicopedagogia Clínica Lednalva Oliveira Cordeiro
Teoria e Prática em Psicomotricidade  Geraldo Peçanha de Almeida
Vencendo as Dificuldades de Aprendizagem Escolar Maria Lucia Lemme Weiss e Alba Weiss
Vida de Autista Nilton Salvador
Transtornos e Dificuldades de Aprendizagem Simaia Sampaio e Ivana Braga de Freitas
Temas Interdisciplinares na Clínica  Luiza E. L. R. do Valle e Kátia Osternack Pinto (orgs.) 
TDA-H Transtornos de Deficit de Atenção e Hiperatividade Clarice Peres
Síndromes - Conhecer, Planejar e Incluir Rogério Drago (org.)
Sob Comando do Cérebro  Marta Pires Relvas
Reunião de Pais e Mestres - organização e planejamento Selma Inês Campbell
Que Cérebro é Esse Que Chegou à Escola? Marta Pires Relvas (Org.)
Psicomotricidade: Corpo, Ação e Emoção  Fátima Alves 
Psicopedagogia Clínica Bianca Acampora
Psicopedagogia e Arteterapia  Lou de Olivier
Psicopedagogia Empresarial  Marília Maia Costa
Psicopedagogia Hospitalar  Olivia Porto
Psicopedagogia Hospitalar Diagnótico Bianca Acampora
Psicopedagogia Institucional  Olivia Porto
Psicopedagogia No Brasil, A Nadia A Bossa
Psicopedagogia e Neurociência Danielle Manera Ramalho
Psicopedagogia: Trabalhando Competências João Beauclair
Protocolo Neuropsicopedagógico de Avaliação Cognitiva das Habilidades Matemáticas Laerte Fonseca
Psicanálise e Hospital - a responsabilidade da Psicanálise diante da Ciência Médica Glauco Batista, Marisa Decat de Moura e Simone Borges de Carvalho
Psicanálise e o Trabalho com a Criança-Sujeito no avesso do especialista Sandra Francesca Conte de Almeida e Maria Cristina Machado Kupfer
Psicanalistas e Educadores - tecendo laços Ruth Helena Pinto Cohen (org.)
Para Entender Psicopedagogia  João Beauclair
Neuropsiquiatria: Infância e Adolescência  Luiza E. L. R. do Valle e Eduardo L. R. do Valle (orgs.)
Neurociência e Sequência Didática Para Educação Infantil Geraldo Peçanha de Almeida
Neurociência e Transtornos de Aprendizagem  Marta Pires Relvas
Neurociência na Prática Pedagógica Marta Pires Relvas
Necessidades Educacionais Especiais Heber Maia (org.)
Neurociência e Educação  Marta Pires Relvas
Manual de Observação Psicomotora Vitor da Fonseca
Mandala - O uso na arteterapia Maida Santa Catarina 
Mandalas - Construindo Caminhos Regina Fiorezzi Chiesa
Ler, Leitura Escrita Reeducação Rafael Silva Pereira
Jung: Caminhar Pela Psicologia Analítica  Sandra Regina Santos (org.)
Jogo de areia Teresa Messeder Andion
Ensinar é Acreditar  João Beauclair
Ensinando com Letras e Sons Sandra Puliezi
Educação e Psicanálise  Jane Patrícia Haddad
Do Fracasso Escolar ao Sucesso na Aprend. João Beauclair
Discalculia - Superando as dificuldades em aprender matemática  Ana Maria Antunes de Campos
Dislexia na Educação Infantil Sirlândia Teixeira e Solange Martins
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Vol. II Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Distúrbios de Aprendizagem e de Comportam.  Lou de Olivier
Dificuldades de Coordenação Psicomotora na Criança Vitor da Fonseca
Dificuldades de Aprendizagem a Psicopedagogia na relação sujeito, família e escola Simaia Sampaio
Dificuldades de Aprendizagem em Leitura e Escrita  Geraldo Peçanha de Almeida
Desenho Infantil, O - Entenda como a criança se comunica por meio dos traços e cores Nancy Rabello
Como se Aprende? Estratégias, Estilos e Metacognição  Evelise Portilho
Competências e Habilidades  Maria C. de Mello e Amélia E. A. Ribeiro (orgs.)
Como Aplicar a Psicomotricidade  Fátima Alves (org.)
Classes Hospitalares Janine Marta Coelho Rodrigues
Cérebro e Aprendizagem - um jeito diferente de viver Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Cérebro Vai Para a Escola e o Coração Vai Junto Rosita Edler Carvalho
Brinquedoteca Hospitalar  Drauzio Viegas (org.)
Brincando na Escola, no Hospital, na Rua...  Edda Bomtempo, Elsa G. Antunha e Vera B.Oliveira (orgs.)
Brincar de Aprender  Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Brincar é Saúde - o lúdico como estratégia preventiva Vera Maria Barros de Oliveira e Aidyl M. Queiroz Pérez-Ramos (orgs.)
Avaliação Psicopedagógica - História de um percurso Anete Fernandes
Avaliação Psicopedagógica Recursos Para a Prática Rosa Maria Junqueira Scicchitano
Avaliação de Desempenho - um programa sem medos Ana Maria Leandro 

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Todos os concursos exigem conhecimentos básicos de informática então os assuntos que mais são exigidos são:

  1. Conceitos básicos de operação de microcomputadores.
  2. Conceitos básicos de operação com arquivos em ambiente de rede Windows.
  3.  Noções básicas de operação de microcomputadores e periféricos em rede local. 
  4. Conhecimento de interface gráfica padrão Windows.
  5.  Conceitos básicos para utilização dos softwares do pacote Microsoft Office, tais como: processador de texto, planilha eletrônica e aplicativo para apresentação e Excel.
  6.  Conhecimento básico de consulta pela Internet e recebimento e envio de mensagens eletrônicas.
  7.  Backup, pen drive, HD Externo. VIII- Vírus e etiqueta relacionada a e-mails.

 Abaixo está a relação dos principais assuntos que são exigido para nivel superior na língua portuguesa.

1 Leitura, compreensão e interpretação de texto.
2.Vocabulário: sentido denotativo e conotativo, sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia e polissemia .
3.Variantes lingüísticas, linguagem oral e linguagem escrita, formal e informal,gíria. 4.Ortografia: emprego das letras e acentuação gráfica
 5.Fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafos e implicações na divisão de sílabas.
6.Pontuação : emprego de todos os sinais de pontuação 
7.Classes de palavras: Pronomes: classificação , emprego e colocação pronominal(próclise , ênclise e mesóclise), classificação e flexões, englobando toda a morfologia e flexões, inclusive substativos ; Verbos: emprego dos modos e tempos, flexões dos verbos irregulares,abundantes e defectivos,vozes verbais; Preposições:relações semânticas estabelecidas pelas preposições e locuções prepositivas,o emprego indicativo da crase; Conjunções : classificação , relações estabelecidas por conjunções e locuções conjuntivas.
8.Termos da oração: identificação e classificação
 9.Processos sintáticos de coordenação e subordinação, classificação dos períodos e orações.
10. Concordância nominal e verbal.
11.Regência nominal e verbal.
12.Estrutura e formação das palavras. 
13. Manual de Redação da Presidência da República: Parte I - As Comunicações Oficiais - Capítulos I e II.

Sugestão Bibliográfica:

Livros didáticos:
AMARAL, Emília; FERREIRA, Mauro; LEITE, Ricardo; ANTÔNIO, Severino . Novas Palavras .São Paulo:FTD ,2005
CEREJA, William Roberto ; MAGALHÃES,Thereza Cochar. Português : Linguagens São Paulo:Atual ,2005 (volume 1, 2, 3) FARACO, Carlos Emílio ; MOURA,Francisco Marto.Português. Série Novo Ensino Médio. São Paulo:Ática ,2001(volume único) Qualquer coleção de livros didáticos do Ensino Médio.
GRAMÁTICAS:
1. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Nacional, 2008.
2. CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.
3. FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Mario de. Gramática. São Paulo: Ática, 1999. Site:hftp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm



Alguns concursos também exigem conhecimento matemático. Os principais assuntos são:

  1. Estruturas lógicas, lógica da argumentação, Diagramas lógicos. 
  2. Números relativos inteiros e fracionários, operações e suas propriedades (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação eradiação); 
  3. Múltiplos e divisores, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum; 
  4. Frações ordinárias e decimais, números decimais, propriedades e operações;
  5.  Expressões numéricas; Equações do 1º e 2º graus; 
  6. Sistemas de equações do 1º e 2º graus; 
  7. Estudo do triângulo retângulo; relações métricas no triângulo retângulo; relações trigonométricas (seno, cosseno e tangente); 
  8. Teorema de Pitágoras; Ângulos; Geometria - Área e Volume; Sistema de medidas de tempo, sistema métrico decimal;
  9.  Números e grandezas proporcionais, razões e proporções; 
  10. Regra de três simples e composta; Porcentagem;
  11.  Juros simples -juros, capital, tempo, taxas e montante; Média Aritmética simples e ponderada; 
  12. Conjunto de Números Reais e Conjunto de Números Racionais; Problemas envolvendo os itens do programa.

Sugestão Bibliográfica:



PAES, Rui Santos. Matemática e Raciocínio Lógico para Concursos e Vestibulares. CARVALHO, Sérgio de, Weber Campos. RACIOCÍNIO LÓGICO SIMPLIFICADO, volume I e II. Livros e apostilas inerentes a área.

Agora é só estudar , ficar atentos aos editais e sempre PENSAMENTO positivo que tudo dará certo.

CONSULTORA: PSICOPEDAGOGA JOSSANDRA BARBOSA

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Como fazer seu Jaleco Psicopedagogico

Dicas para você que precisa fazer seu jaleco para estágio ou atuação na área da psicopedagogia.


O Jaleco é uma das ferramentas de trabalho do psicopedagogo. Uma ferramenta de divulgação e marketíng também. 

O psicopedagogo pode usar jaleco de qualquer cor. A cor do símbolo é AZUL.
O modelo e o tamanho das mangas também fica a critério de quem vai usar. Lembre-se que o psicopedagogo não deve ser confundido com um médico principalmente se você vai atender em um ambiente clínico que tem outros profissionais.
Muitos aprendentes chegam com medo e receio aos espaços psicopedagógicos. Desta forma procure usar Jalecos de forma diferenciada.



Em geral as cores mais usadas são o Branco, o Azul claro, o verde e o roso. 


O simbolo deve ser bordado na cor Azul.

O formato da letra geralmente escolhida é a Monotype.
A localização pode ser acima do Simbolo ou Abaixo dele.


Também podem ser usados Jalecos bordados, e podem ser decorados com pinturas de personagens ou enfeitados com botões coloridos ou com carinhas, carrinhos, pirulitos.


Estas escolhas vão depender do seu local de trabalho e do público. Mas o uso do lúdico em geral traz harmonia para o trabalho do psicopedagogo, que em muitos lugares vemos uma figura apática e médica. 
É importante lembrar que uso do Jaleco pode ser substituído por batinhas ( no caso dos psicopedagogos que trabalham em escolas e precisam se locomover no espaço escolar) e por aventais práticos e personalizados.
Este ´o novo modelo do Espaço Ludicidade:

Os aventais também são excelentes recursos, São mais leves podem ser personalizados de acordo com a sua preferência. E são muito uteis quando o psicopedagogo vai trabalhar com oficinas, tintas, recortes, colagens e outros materiais que podem sujar o Jaleco.





Consultora: Pp. Jossandra Barbosa

Obs: Fotos retirada do grupo psicopedagogiando.

Você também pode se interessar em ler:
Como fazer seu carimbo.
Terminei meu curso como vou atuar
Psicopedagogia Clinica e psicopedagogia no ambiente clínico é a mesma coisa?


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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Como fazer seu carimbo de Psicopedagogo


Como fazer seu carimbo de Psicopedagogo?


Esta é mais uma orientação para você que é inciante na psicopedagogia. Como fazer seu Carimbo.

O carimbo é um expressão de respeito e seriedade do seu trabalho. O psicopedagogo é um profissional que trabalha com os seguintes documentos: Declaração de comparecimento, Recibos, Devolutivas, Encaminhamentos, Relatórios e Informes Psicopedagógicos(Em breve uma postagem sobre o que é todos estes documentos) desta forma deve deixar assinado e registrado com sua marca profissional.

O modelo e cor do carimbo fica a seu critério. O importante é que você saiba que carimbo profissional não é cartão de visita por isso não deve ter um amontoado de informações como telefone, e-mail e números de documentos pessoais.

CPF , CNPJ da sua empresa ou seu RG não devem estar no seu carimbo mas sim na folha timbrada com cabeçalho  ou rodapé.

O formato do Carimbo deve ser igual aos modelos DA IMAGEM abaixo:
SEU NOME COMPLETO OU ABREVIADO (caso seja muito grande)
RESUMO DE SUA FORMAÇÃO
CRPp - Sindical
Veja a imagem abaixo:


Não se deve usar Psicopedagogo Clinico e Institucional. Porque não importa sua formação para a PL. 3512/10 você é só psicopedagogo , clínico e institucional é ambiente de trabalho. (Para ler mais sobre isso CLIQUE AQUI)




Qual a diferença da carteira  do sindicato e carteiras  da ABpp?
A Associação Brasileira de Psicopedagogia é uma instituição filantrópica que tem como objetivo primordial a divulgação da psicopedagogia através de atividades culturais e formação cientifica desta forma sua carteira representa apenas seus associados e que o associado faz parte desta instituição, em nenhum hipótese esta carteira representa um conselho de profissão e nem de cadastro profissional.

 A carteira sindical representa que o profissional Psicopedagogo pertence a uma entidade classista que Juridicamente representa não apenas seus filiados mas toda uma categoria ou seja Todos os psicopedagogos Brasileiros.Também representa que o profissional está cadastrado no CADSINPp.

PARA SABER COMO SE CADASTRAR E TER SUA CRPp pagando 10,00 mensais CLIQUE AQUI
PARA SABER O QUE É O CADSINPp CLIQUE AQUI

Quem fiscaliza essas instituições?
As associações são ONGs e estão sob supervisão do MP - Ministério público por isso deve ter suas contas públicas para seus associados e prestar contar com seus conselhos fiscais.
Já os sindicatos são regulados pelo MT - Ministério do Trabalho, este órgão federal em suas instâncias estaduais fiscalizam e regulam as ações dos sindicatos já que estes estão diretamente ligados a todo os assuntos ligados ao trabalhador privado ou público e mesmo o autônomo de uma categoria.

O psicopedagogo é obrigado a se filiar aos sindicatos? Ou as associações ?
Não. Em hipótese alguma. a constituição brasileira é bem clara ninguém pode ser compelido (obrigado) a se associar a nenhum tipo de associação no Brasil, assim como afirma a CLT (consolidação das leis trabalhistas ) e Constituição de 88 todo trabalhador tem direito as ações sindicais, a ser representando por um sindicato mas ele é livre para se filiar ou não.

Qual a importância do Psicopedagogo estar filiado a um sindicato ou uma associação?
Mesmo não sendo obrigatório é importante estar ligado a uma dessas entidades para que este profissional possar estar sendo representado juridicamente como nos casos dos sindicatos e pertencer ao CADSINPp (Cadastro de Profissionais da Psicopedagogia Filiados no SindPsicopp-BR) como também é importante participar de capacitações e congressos oferecidos por estas entidades.
Estar filiado a um sindicato de sua profissão também é um reconhecimento pessoal de luta pela sua valorização de carreira e de profissão. Quando nos entendemos como unidiade toda a categoria ganha.


Consultora: Psicopedagoga Jossandra Barbosa.(WhatsApp 86-98224888 jossandrabarbosa@gmail.com)



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domingo, 5 de abril de 2015

Passo a passo do diagnóstico psicopedagógico

Para nossos leitores organizamos o passo a passo do atendimento psicopedagógico dividido em 8 sessões. Aproveitem. dúvidas deixem nos comentários.

O trabalho aqui apresentado é seguido a sequencia de atendimento criado pela psicopedagoga Jossandra Barbosa. Que a partir dos seus estudos sobre psicopedagogia e sua prática organizou a avaliação diagnóstica para a  psicopedagogia em oito sessões e segue a linha teórica psicanalítica e dos multissistemas de Urie.



A PRIMEIRA SESSÃO
FOI DIVIDIDA EM DUAS SESSÕES DE 20 MINUTOS PARA CAIXA LÚDICA E EOCA

SEGUNDA SESSÃO


TERCEIRA SESSÃO



QUARTA SESSÃO



QUINTA SESSÃO



SEXTA ,SÉTIMA E OITAVA SESSÃO



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