sábado, 25 de abril de 2015

Lista dos conteúdos para Concursos de Psicopedagogia.

Hora de se preparar e estudar. Muitos concursos estão surgindo e cada vez mais o psicopedagogo vem sendo uma das áreas em crescimento. Apesar do número de vagas ainda serem pequenas mas quem quer investir na área de concursos a hora de começar estudar é AGORA.

 A maioria dos concursos para psicopedagogos são municipais para escolas ou para centros de assistência psico-social e pagam uma faixa salarial de 2400,00 para 40 horas. Entretanto no mês de março o SESI de Roraima fez um concurso e abriu duas vagas para psicopedagogo com uma remuneração de 4200,00 para 30 horas e não houve nenhum psicopedagogo aprovado. Isso nos leva a algumas reflexões como capacitação e qualidade dos cursos de psicopedagogia. 
Ninguém sai pronto para o mercado de trabalho das faculdades (pelo menos deveria) mas a realidade está bem longe da teoria. Desta forma é preciso comprar livros, fazer cursos, participar de congressos, seminários, grupos de estudos, fazer trabalhos voluntários para ter mais conhecimento sobre a prática psicopedagogica.

A psicopedagogia é uma área nova, frente as demais profissões que já estão no mercado de trabalho por séculos. Desta forma é preciso que a população conheça e reconheça a importancia deste profissional nos mais diversos ambientes humanos.

Geralmente as pessoas reenvindicam ao governo por professores, médicos, dentistas mas por não conhecerem o psicopedagogo, ninguém faz referência deste profissional que atua tanto na educação como na saúde, com prevenção , diagnóstico e intervenção. Desta forma não há inclusão deste profissional nas equipes de saúde, escolas, creches, empresas, hospitais , CRAS, SASCs , presídios, abrigos e etc.

Vejamos as principais funções do psicopedagogo:

  • Executar trabalhos dirigidos às crianças e adolescentes com distúrbios de aprendizagem;
  • Realizar atividades de grande complexidade envolvendo diagnóstico e intervenção dos problemas relacionados as dificuldades de aprendizagem;
  • Elaborar e executar projetos de prevenção dos transtornos de aprendizagem;
  • Investigar a queixa da instituição através do diálogo para com as pessoas envolvidas;
  • Analisar a instituição e a aprendizagem através de uma abordagem interdisciplinar; 
  • verificar a situação observada em relação ao processo de aprendizagem das pessoas envolvidas na instituição;
  • Realizar encontros com os sujeitos diretamente envolvidos, desvendando situações problemáticas apresentadas, buscando a partir daí a melhor solução para o impasse;
  • Realizar diagnóstico dos prolemas de aprendizagem e  encaminhar para profissionais de outras áreas (assistentes sociais, psicólogos, neurologista) quando necessário;
  • Colaborar e  instrumentar supervisores, professores e diretores com leituras, discussões, trocas, observações, onde possam intervir no processo de construção do saber; realizar outras tarefas correlatas.
  • Desenvolver atividades em grupos com outros psico-terapêutas a fim de ajudar nos assuntos relacionados a não aprendizagens dos integrantes do grupo;
  • Desenvolver projetos que ajudem os indivíduos que sofrem com dislexia, hiperatividade e outros transtornos que afetam a aprendizagem a superar suas dificuldades e assim restabelecer seu vínculo com a aprendizagem;


Dicas de Leitura:

  • A identidade profissional do especialista em educação. 
  • As concepções de aprendizagem, currículo e avaliação no contexto escolar.
  • Pedagogia da inclusão. 
  • A importância do especialista em educação nos Conselhos de Classe. 
  •  O especialista em educação e os órgãos colegiados. -
  •  Distúrbios de aprendizagem: Dislexia, discalculia, TDAH, distorgrafia, 
  • Educação inclusiva, - Relações interpessoais, - Legislação educacional vigente (nacional, estadual e municipal), 
  • Desafios do cotidiano escolar
  • Indisciplina e Bullying
  • A importância do lúdico no processo ensino aprendizagem
  • A psicopedagogia no Brasil_ Nadia Bossa
  • As modalidades de Aprendizagem
  • O desenvolvimento psico-sexual da criança- Sigmund Freud
  • O desenvolvimento da leitura e da escrita - Emilia Ferreiro
  • O desenvolvimento Psicomotor- Victor da Fonseca
  • O desenvolvimento psicológico e cognitivo infantil - Jean Piaget
  • O fracasso e o sucesso escolar
  • Dificuldade ou transtornos de aprendizagem




Sugestão Bibliográfica:

LUCKESI, Cipriano Carlos - Avaliação da aprendizagem escolar - Ed. Cortes - São Paulo, 1999;
HOFFMANN, Jussara - Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade - Ed. Mediação - Porto Alegre, 1993;
 PERRENOUD Philippe - Construir as competências desde a escola Ed. Artes Médicas - Porto Alegre - 1999.;
 FREIRE, Paulo - Pedagogia da autonomia - saberes necessários à prática educativa - Ed. Cortez - São Paulo - 1998.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB Nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. BRASIL MEC - Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Fundamental - Brasília - 1996.
BRASIL - MEC Parâmetros Curriculares Nacionais - Terceiro e Quarto ciclos: temas transversais - Brasília, 1998; COUTINHO, Maria Tereza da Cunha - MOREIRA, Mércia - Psicologia da Educação - Ed. Lê - 1992.;
ALVES, Nilda e outros - Educação e Supervisão, o trabalho coletivo na escola.;
SOLE, Isabel - Orientação educação e intervenção psicopedagógica - Ed. Artes Médicas.;
VEIGA, lima Passos - Escola Fundamental, currículo e ensino - Ed.;
ROJO, Roxane - Alfabetização e letramento - Ed. Mercado de Letras.;
SOARES, Magda - Letramento - Um tema em três gêneros - Ed. Autêntica.;
Revista Nova Escola - Junho/Julho - Pag. 13 a15 - Emília Ferreiro - O ato de ler evolui.;
 Revista Nova Escola - Agosto 2001 - Pág. 48 a 51 - Pedro Demo - É errando que se aprende.;
Revista Nova Escola - Setembro 2001 - Pág. 12 a 19 . Denise Pellegrini - Ler e escrever de verdade - Fala mestre - Ana Maria Machado - A literatura deve dar prazer, Pág. 21 a 23.
Chamat, Leila Sara José. Técnicas de diagnóstico psicopedagógico: o diagnóstico clinico na abordagem integracionista. Editora vetor:1 ed.sãopaulo, 2004. 
Weiss, lucia l. Psicopedagogia clinica: uma visão diagnostica dos problemas de aprendizagem escolar. 5 ed. Editora dp&a. Rio de janeiro, 1997.

Outras leituras mais especifica da psicopedagogia:

Psicomotricidade Aplicada na Escola, A Martha Lovisaro
Psicomotricidade e Educação Especial  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade e Neuropsicologia Vitor da Fonseca
Psicomotricidade e o Idoso, A Fátima Alves
Psicomotricidade em Grupo Aline Kabarite e Vera Mattos
Psicomotricidade Escolar  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade Filogênese, Ontogênese e Retrogênese Vitor da Fonseca
Psicomotricidade na Saúde  Carlos Alberto de Mattos e Ana Maria Heinsius (org.)
Pedagogia Empresarial – Atuação Amélia Escotto A. Ribeiro
Pedagogia Empresarial – Formas e Contextos  Izolda Lopes (org.)
Pedagogia Empresarial Nas Organizações que Aprendem José Abrantes
Pedagogia Empresarial Por Quê? Para Quê? Izolda Lopes 
Transpsicomotricidade Psicomotricidade  Marta Lovisaro e Eduardo Costa
Transtorno do Assédio Moral-Bullying Dirceu Moreira
Transtornos de Comportamento e Distúrbios Lou de Olivier
Transtornos do Desenvolvimento e da Comunicação - Autismo - estrátegias e soluções práticas Miguel Higueira Cancino
Transtornos do Desenvolvimento e Deficiência  Rogério Drago (org.)
Temas Interdisciplinares na Educação  Luiza E. L. R. do Valle, Quézia Bombonatto (orgs.)
Teoria e Prática da Psicopedagogia Clínica Lednalva Oliveira Cordeiro
Teoria e Prática em Psicomotricidade  Geraldo Peçanha de Almeida
Vencendo as Dificuldades de Aprendizagem Escolar Maria Lucia Lemme Weiss e Alba Weiss
Vida de Autista Nilton Salvador
Transtornos e Dificuldades de Aprendizagem Simaia Sampaio e Ivana Braga de Freitas
Temas Interdisciplinares na Clínica  Luiza E. L. R. do Valle e Kátia Osternack Pinto (orgs.) 
TDA-H Transtornos de Deficit de Atenção e Hiperatividade Clarice Peres
Síndromes - Conhecer, Planejar e Incluir Rogério Drago (org.)
Sob Comando do Cérebro  Marta Pires Relvas
Reunião de Pais e Mestres - organização e planejamento Selma Inês Campbell
Que Cérebro é Esse Que Chegou à Escola? Marta Pires Relvas (Org.)
Psicomotricidade: Corpo, Ação e Emoção  Fátima Alves 
Psicopedagogia Clínica Bianca Acampora
Psicopedagogia e Arteterapia  Lou de Olivier
Psicopedagogia Empresarial  Marília Maia Costa
Psicopedagogia Hospitalar  Olivia Porto
Psicopedagogia Hospitalar Diagnótico Bianca Acampora
Psicopedagogia Institucional  Olivia Porto
Psicopedagogia No Brasil, A Nadia A Bossa
Psicopedagogia e Neurociência Danielle Manera Ramalho
Psicopedagogia: Trabalhando Competências João Beauclair
Protocolo Neuropsicopedagógico de Avaliação Cognitiva das Habilidades Matemáticas Laerte Fonseca
Psicanálise e Hospital - a responsabilidade da Psicanálise diante da Ciência Médica Glauco Batista, Marisa Decat de Moura e Simone Borges de Carvalho
Psicanálise e o Trabalho com a Criança-Sujeito no avesso do especialista Sandra Francesca Conte de Almeida e Maria Cristina Machado Kupfer
Psicanalistas e Educadores - tecendo laços Ruth Helena Pinto Cohen (org.)
Para Entender Psicopedagogia  João Beauclair
Neuropsiquiatria: Infância e Adolescência  Luiza E. L. R. do Valle e Eduardo L. R. do Valle (orgs.)
Neurociência e Sequência Didática Para Educação Infantil Geraldo Peçanha de Almeida
Neurociência e Transtornos de Aprendizagem  Marta Pires Relvas
Neurociência na Prática Pedagógica Marta Pires Relvas
Necessidades Educacionais Especiais Heber Maia (org.)
Neurociência e Educação  Marta Pires Relvas
Manual de Observação Psicomotora Vitor da Fonseca
Mandala - O uso na arteterapia Maida Santa Catarina 
Mandalas - Construindo Caminhos Regina Fiorezzi Chiesa
Ler, Leitura Escrita Reeducação Rafael Silva Pereira
Jung: Caminhar Pela Psicologia Analítica  Sandra Regina Santos (org.)
Jogo de areia Teresa Messeder Andion
Ensinar é Acreditar  João Beauclair
Ensinando com Letras e Sons Sandra Puliezi
Educação e Psicanálise  Jane Patrícia Haddad
Do Fracasso Escolar ao Sucesso na Aprend. João Beauclair
Discalculia - Superando as dificuldades em aprender matemática  Ana Maria Antunes de Campos
Dislexia na Educação Infantil Sirlândia Teixeira e Solange Martins
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Vol. II Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Distúrbios de Aprendizagem e de Comportam.  Lou de Olivier
Dificuldades de Coordenação Psicomotora na Criança Vitor da Fonseca
Dificuldades de Aprendizagem a Psicopedagogia na relação sujeito, família e escola Simaia Sampaio
Dificuldades de Aprendizagem em Leitura e Escrita  Geraldo Peçanha de Almeida
Desenho Infantil, O - Entenda como a criança se comunica por meio dos traços e cores Nancy Rabello
Como se Aprende? Estratégias, Estilos e Metacognição  Evelise Portilho
Competências e Habilidades  Maria C. de Mello e Amélia E. A. Ribeiro (orgs.)
Como Aplicar a Psicomotricidade  Fátima Alves (org.)
Classes Hospitalares Janine Marta Coelho Rodrigues
Cérebro e Aprendizagem - um jeito diferente de viver Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Cérebro Vai Para a Escola e o Coração Vai Junto Rosita Edler Carvalho
Brinquedoteca Hospitalar  Drauzio Viegas (org.)
Brincando na Escola, no Hospital, na Rua...  Edda Bomtempo, Elsa G. Antunha e Vera B.Oliveira (orgs.)
Brincar de Aprender  Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Brincar é Saúde - o lúdico como estratégia preventiva Vera Maria Barros de Oliveira e Aidyl M. Queiroz Pérez-Ramos (orgs.)
Avaliação Psicopedagógica - História de um percurso Anete Fernandes
Avaliação Psicopedagógica Recursos Para a Prática Rosa Maria Junqueira Scicchitano
Avaliação de Desempenho - um programa sem medos Ana Maria Leandro 

(todos estes livros você compra neste site CLIQUE AQUI)

Todos os concursos exigem conhecimentos básicos de informática então os assuntos que mais são exigidos são:

  1. Conceitos básicos de operação de microcomputadores.
  2. Conceitos básicos de operação com arquivos em ambiente de rede Windows.
  3.  Noções básicas de operação de microcomputadores e periféricos em rede local. 
  4. Conhecimento de interface gráfica padrão Windows.
  5.  Conceitos básicos para utilização dos softwares do pacote Microsoft Office, tais como: processador de texto, planilha eletrônica e aplicativo para apresentação e Excel.
  6.  Conhecimento básico de consulta pela Internet e recebimento e envio de mensagens eletrônicas.
  7.  Backup, pen drive, HD Externo. VIII- Vírus e etiqueta relacionada a e-mails.

 Abaixo está a relação dos principais assuntos que são exigido para nivel superior na língua portuguesa.

1 Leitura, compreensão e interpretação de texto.
2.Vocabulário: sentido denotativo e conotativo, sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia e polissemia .
3.Variantes lingüísticas, linguagem oral e linguagem escrita, formal e informal,gíria. 4.Ortografia: emprego das letras e acentuação gráfica
 5.Fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafos e implicações na divisão de sílabas.
6.Pontuação : emprego de todos os sinais de pontuação 
7.Classes de palavras: Pronomes: classificação , emprego e colocação pronominal(próclise , ênclise e mesóclise), classificação e flexões, englobando toda a morfologia e flexões, inclusive substativos ; Verbos: emprego dos modos e tempos, flexões dos verbos irregulares,abundantes e defectivos,vozes verbais; Preposições:relações semânticas estabelecidas pelas preposições e locuções prepositivas,o emprego indicativo da crase; Conjunções : classificação , relações estabelecidas por conjunções e locuções conjuntivas.
8.Termos da oração: identificação e classificação
 9.Processos sintáticos de coordenação e subordinação, classificação dos períodos e orações.
10. Concordância nominal e verbal.
11.Regência nominal e verbal.
12.Estrutura e formação das palavras. 
13. Manual de Redação da Presidência da República: Parte I - As Comunicações Oficiais - Capítulos I e II.

Sugestão Bibliográfica:

Livros didáticos:
AMARAL, Emília; FERREIRA, Mauro; LEITE, Ricardo; ANTÔNIO, Severino . Novas Palavras .São Paulo:FTD ,2005
CEREJA, William Roberto ; MAGALHÃES,Thereza Cochar. Português : Linguagens São Paulo:Atual ,2005 (volume 1, 2, 3) FARACO, Carlos Emílio ; MOURA,Francisco Marto.Português. Série Novo Ensino Médio. São Paulo:Ática ,2001(volume único) Qualquer coleção de livros didáticos do Ensino Médio.
GRAMÁTICAS:
1. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Nacional, 2008.
2. CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.
3. FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Mario de. Gramática. São Paulo: Ática, 1999. Site:hftp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm



Alguns concursos também exigem conhecimento matemático. Os principais assuntos são:

  1. Estruturas lógicas, lógica da argumentação, Diagramas lógicos. 
  2. Números relativos inteiros e fracionários, operações e suas propriedades (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação eradiação); 
  3. Múltiplos e divisores, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum; 
  4. Frações ordinárias e decimais, números decimais, propriedades e operações;
  5.  Expressões numéricas; Equações do 1º e 2º graus; 
  6. Sistemas de equações do 1º e 2º graus; 
  7. Estudo do triângulo retângulo; relações métricas no triângulo retângulo; relações trigonométricas (seno, cosseno e tangente); 
  8. Teorema de Pitágoras; Ângulos; Geometria - Área e Volume; Sistema de medidas de tempo, sistema métrico decimal;
  9.  Números e grandezas proporcionais, razões e proporções; 
  10. Regra de três simples e composta; Porcentagem;
  11.  Juros simples -juros, capital, tempo, taxas e montante; Média Aritmética simples e ponderada; 
  12. Conjunto de Números Reais e Conjunto de Números Racionais; Problemas envolvendo os itens do programa.

Sugestão Bibliográfica:



PAES, Rui Santos. Matemática e Raciocínio Lógico para Concursos e Vestibulares. CARVALHO, Sérgio de, Weber Campos. RACIOCÍNIO LÓGICO SIMPLIFICADO, volume I e II. Livros e apostilas inerentes a área.

Agora é só estudar , ficar atentos aos editais e sempre PENSAMENTO positivo que tudo dará certo.

CONSULTORA: PSICOPEDAGOGA JOSSANDRA BARBOSA

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Como fazer seu Jaleco Psicopedagogico

Dicas para você que precisa fazer seu jaleco para estágio ou atuação na área da psicopedagogia.


O Jaleco é uma das ferramentas de trabalho do psicopedagogo. Uma ferramenta de divulgação e marketíng também. 

O psicopedagogo pode usar jaleco de qualquer cor. A cor do símbolo é AZUL com um pontinho laranja.
O modelo e o tamanho das mangas também fica a critério de quem vai usar. Lembre-se que o psicopedagogo não deve ser confundido com um médico principalmente se você vai atender em um ambiente clínico que tem outros profissionais.
Muitos aprendentes chegam com medo e receio aos espaços psicopedagógicos. Desta forma procure usar Jalecos de forma diferenciada.



Em geral as cores mais usadas são o Branco, o Azul claro, o verde e o roso. 


O simbolo deve ser bordado na cor Azul.

O formato da letra geralmente escolhida é a Monotype.
A localização pode ser acima do Simbolo ou Abaixo dele.


Também podem ser usados Jalecos bordados, e podem ser decorados com pinturas de personagens ou enfeitados com botões coloridos ou com carinhas, carrinhos, pirulitos.


Estas escolhas vão depender do seu local de trabalho e do público. Mas o uso do lúdico em geral traz harmonia para o trabalho do psicopedagogo, que em muitos lugares vemos uma figura apática e médica. 
É importante lembrar que uso do Jaleco pode ser substituído por batinhas ( no caso dos psicopedagogos que trabalham em escolas e precisam se locomover no espaço escolar) e por aventais práticos e personalizados.
Os aventais também são excelentes recursos, São mais leves podem ser personalizados de acordo com a sua preferência. E são muito uteis quando o psicopedagogo vai trabalhar com oficinas, tintas, recortes, colagens e outros materiais que podem sujar o Jaleco.

Consultora: Pp. Jossandra Barbosa

obs: Fotos retirada do grupo psicopedagogiando.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Como fazer seu carimbo de Psicopedagogo


Como fazer seu carimbo de Psicopedagogo?


Esta é mais uma orientação para você que é inciante na psicopedagogia. Como fazer seu Carimbo.



O carimbo é um expressão de respeito e seriedade do seu trabalho. O psicopedagogo é um profissional que trabalha com os seguintes documentos: Declaração de comparecimento, Recibos, Devolutivas, Encaminhamentos, Relatórios e Informes Psicopedagógicos(Em breve uma postagem sobre o que é todos estes documentos) desta forma deve deixar assinado e registrado com sua marca profissional.


O modelo e cor do carimbo fica a seu critério. O importante é que você saiba que carimbo profissional não é cartão de visita por isso não deve ter um amontoado de informações como telefone, e-mail e números de documentos pessoais.
CPF , CNPJ da sua empresa ou seu RG não devem estar no seu carimbo mas sim na folha timbrada com cabeçalho (traremos outra postagem Como fazer meu material timbrado psicopedagógico) ou rodapé.
O formato do Carimbo deve ser igual aos modelos acima:
SEU NOME COMPLETO OU ABREVIADO (caso seja muito grande)
RESUMO DE SUA FORMAÇÃO
CBO 2394/25

O CBO (CÓDIGO BRASILEIRO DE OCUPAÇÃO) é o único registro brasileiro de psicopedagogia por isso é o que deve conter nos carimbos. Este é um registro do Ministério do trabalho. Algumas pessoas usam o número da Associação Brasileira de Psicopedagogia , entretanto não é um registro profissional é apenas um número de ordem de inscrição nesta instituição estes números não possuem registros em nenhum órgão do governo federal.

Os números que irão substituir os CBO serão as DRTs também do ministério do trabalho para os psicopedagogos que forem filiados aos sindicatos de psicopedagogia , pois somente esta instituição de representação de classe pode cadastrar os profissionais no ministério do trabalho e conseguir números individuais que terão validade em todo território nacional e o psicopedagogo não paga nada por este serviço.
Consultora: Psicopedagoga Jossandra Barbosa.(WhatsApp 86-98224888 jossandrabarbosa@gmail.com)

Em Julho congresso de Psicopedagogia Popular em Teresina tudo sobre os Diversos ambientes de trabalho do psicopedagogo só serão 200 vagas. Fique atento as inscrições .

domingo, 5 de abril de 2015

Passo a passo do diagnóstico psicopedagógico

Para nossos leitores organizamos o passo a passo do atendimento psicopedagógico dividido em 8 sessões. Aproveitem. dúvidas deixem nos comentários.

O trabalho aqui apresentado é seguido a sequencia de atendimento criado pela psicopedagoga Jossandra Barbosa. Que a partir dos seus estudos sobre psicopedagogia e sua prática clínica organizou o diagnóstico psicopedagógico em oito sessões e segue a linha teórica psicanalítica e dos multissistemas de Urie.



A PRIMEIRA SESSÃO
FOI DIVIDIDA EM DUAS SESSÕES DE 20 MINUTOS PARA CAIXA LÚDICA E EOCA

SEGUNDA SESSÃO


TERCEIRA SESSÃO



QUARTA SESSÃO



QUINTA SESSÃO



SEXTA ,SÉTIMA E OITAVA SESSÃO


Assista em nosso canal outros vídeos sobre psicopedagogia.

JALECOS PSICOPEDAGÓGICO 
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terça-feira, 31 de março de 2015

MODELO DE PROPOSTA DE ASSESSORIA PSICOPEDAGÓGICA INSTITUCIONAL

MODELO DE PROPOSTA DE ASSESSORIA PSICOPEDAGÓGICA INSTITUCIONAL

O campo de trabalho do psicopedagogo é bem variado. As escolas são um grande público a ser explorado principalmente as particulares. Mas nem todas escolas têm recursos para contratar um psicopedagogo para seu quadro definitivo de funcionários. Uma opção é fornecer este trabalho psicopedagógico através de projetos ou propostas de assessória. 
Como dica elencamos:
  • Escolha dois ou três dias para realizar atendimentos externos em escolas;
  • Selecione quatro escolas de sua região e leve pessoalmente a proposta de assessoria;
  • Não envie por e-mail (alguém pode copiar sua proposta e executar);
  • Mostre a necessidade do trabalho psicopedagógico dentro da escola como uma forma de prevenir e intervir nos problemas de aprendizagem;
  • Estabeleça valores e não deixe a critério da escola (pague quanto quiser!!! nem pensar);
  • Vista-se adequadamente para a visita as escolas, se você tiver fardamento, blusas de divulgação é sempre uma boa estratégia;
  • Faça kits de brindes para as escolas, lembre-se as escolas (no fundo) sempre querem economizar gastos mesmo sabendo da importância do serviço, mas podem mudar de ideia principalmente se gostarem de sua pessoa;
  • Exemplos de kits brindes são miniblocos personalizados, materiais de EVA, feltron, livros, etc;
  • Nunca deixe sua proposta completa, leve um resumo com a parte das atividades que serão realizadas (porque é a unica parte que realmente o gestor e o coordenador vai ler) junto com seu cartão ou fôlder de trabalho;
  • Não desista, um não é apenas uma nova oportunidade de continuar tentando e lembre-se este é um trabalho de semeador, semeie uma hora você colherá.

Trazemos para nossos leitores um modelo de projeto. Fique a vontade de criar seu modelo a partir deste. 

Capa:
Nome do Projeto
Nome do Autor
Dados breve do autor

Contra capa:
Currículo de Trabalho do autor ou equipe que realizará a proposta de trabalho.
Nome da proposta;

Apresentação: faça uma breve descrição da proposta de trabalho:
Ex 1: Se a proposta for realizar atendimento psicopedagógico individualizado para os alunos duas vezes por semana dentro da escola:
  

   Esta proposta Psicopedagógica tem o objetivo propor uma parceria entre o Núcleo de Atendimento Psicopedagógico Reiventando o Saber- NAPes e a presente instituição escolar a fim de trabalhar individualmente com alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem, transtornos ou deficiências oferecendo um olhar diferenciado ao aluno, bem como, para com seu desempenho, potencialidades e dificuldades.
   Buscaremos através desta parceria oferecer oportunidades para tais alunos compreenderem suas dificuldades e superá-las.
   Entende-se que o psicopedagogo é o interlocutor entre as alunos, professores  pais e escola e que através de encontros o psicopedagogo poderá auxiliar com técnicas psicopedagógicas.

 Ex 2: Se a proposta for realizar atendimento psicopedagógico individualizado para os alunos duas vezes por semana dentro da escola:

Esta proposta Psicopedagógica tem o objetivo propor uma parceria entre o Núcleo de Atendimento Psicopedagógico Reiventando o Saber- NAPes e a presente instituição escolar a fim de oferecer nossos serviços de assessoria psicopedagógica como orientação aos professores, oficinas psicopedagógicas, avaliação dos alunos com dificuldades de aprendizagens, orientação aos pais, realização de semana pedagógica, reunião de pais e mestres e estratégias de intervenção frente as dificuldades de desenvolvimento dos alunos da presente instituição escolar.

JUSTIFICATIVA- Criei uma justificativa de apenas uma lauda que mostre a necessidade da escola contratar seus serviços e como isto será a solução para os problemas da escola.

Ex: 

Diante do crescente números de alunos com rendimento abaixo do esperado, dificuldades de leitura e escrita, não acompanhamento das atividades da rotina escolar, baixa estima, reprovação que resultam em insucesso escolar e sofrimento tanto para os alunos como sua família e toda a escola o trabalho do psicopedagogo apresenta-se como importante ferramenta na luta pelo desempenho e aprendizagem significativa dos aprendentes.
A psicopedagogia é uma área de atuação no Brasil, que há 40 anos atua de forma preventiva e terapêutica frente aos problemas escolares de todas as faixas etárias. Usando instrumentos e técnicas da linguística, neurociência, psicologia, pedagogia , e outros ramos do saber humano desenvolve um trabalho coletivo ou individual para que os sujeitos com defasagem ou dificuldades no processo de ensino restabeleçam seus vínculos com o saber e desenvolvam suas reais capacidades cognitivas.

OBJETIVOS
 os objetivos podem variar de acordo com o seu real interesse de realizar o trabalho na escola.
Exemplo:
Objetivo Geral:

·         Desenvolver projetos institucionais, relacionados com as atividades acadêmicas com apoio de uma equipe multidisciplinar, estimulando e aprimorando a percepção que os envolvidos têm de si mesmos e do outro, enquanto ser individual, social, cultural e no papel de aprendizes e ensinantes.
·         Prestar atendimento individual a crianças que de alguma forma encontram-se com dificuldades gerando baixa estima e transtornos sociais, afetivas e intelectuais.

Objetivos Específicos:

·     Avaliar, orientar, atender em tratamento e investigar problemas emergentes nos processos de aprendizagem;
·       Esclarecer os obstáculos que possam estar interferindo na efetivação de uma boa aprendizagem, considerando a própria satisfação pessoal do aprendente;
·       Favorecer o desenvolvimento de atitudes e processos de aprendizagem adequados;
·       Realizar o avaliação-psicopedagógico, com especial ênfase nas possibilidades e perturbações da aprendizagem, visando ao esclarecimento e à orientação daqueles que o procura.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E DIDÁTICOS
  
Durante todo o processo de acompanhamento o psicopedagogo estará atento e avaliando possíveis presença de distúrbios:
  • De leitura e escrita;
  • Psicomotores;
  • Percepção e descriminação visual e auditiva;
  • Coordenação global, fina e óculo-manual;
  • Percepção espacial;
  • Orientação e relação espaço-temporal;
  • Aquisição e articulação de sons e palavras novas;
  • Elaboração e organização mental;
  • Atenção e concentração;
Também estaremos atento ao desenvolvimento do(a):
  • Raciocínio lógico;
  • Percepção pessoal e familiar;
  • Cognitivo;
  • Fases de desenvolvimento psico-sexual;
Dentro , ainda de nossas funções estaremos trabalhando para a:
  • Construção de vínculos: afetivos, sociais e escolares;
e :
  • Faremos possíveis encaminhamentos a outros profissionais adequados em conformidade com autorização jurídica.
Junto a equipe :
  • Auxiliaremos professores, técnicos e profissionais da área diante das complexidades apresentadas no cotidiano, bem como, na busca da aplicabilidade de novas técnicas e conhecimentos com a intenção de eliminar as fraturas de aprendizagem.
  • Orientar pais e responsáveis para melhor conduzir as crianças na construção das modalidades de aprendizagem e formação da.Personalidade.
  • Analisar a situação do aluno com dificuldades dentro dos limites da escola e da sala de aula, a fim de proporcionar orientações e instrumentos de trabalho aos professores e a família.
 Consiste também:  
·         Atender os pais e responsáveis esclarecendo dúvidas, preparando e organizando procedimentos de maneira sistemática afim de que a dinâmica familiar possa ser ressignificada gradativamente com apoio, fundamentação teórica e supervisão constante. 
  • Compreender o sujeito de maneira global, percebendo qual é a dimensão das suas relações: família, escola e sociedade;
  
   Será entregue um relatório escrito para a escola com o parecer do psicopedagogo, com o objetivo de criar parcerias no momento da construção do saber da criança ou adolescente em questão. 

              CRONOGRAMA

               O projeto será desenvolvido duas vezes por semana no turno manhã das 8 as 11:00 horas. Conforme combinado previamente com a coordenação e direção da escola.

 

METAS 

  •              reduzir o número de alunos com dificuldades de aprendizagem seja na escrita, leitura e operações matemática;
  • dinamizar a prática pedagógica dos professores e alunos com dificuldades de aprendizagem;
  • Otimizar o serviço escolar com eficacia;


PÚBLICO ALVO

              Alunos do 1º ano ao 4º ano do ensino Fundamental da Escola N. S. dos Remédios da cidade de Agradavelândia.


RECURSOS HUMANOS

             Profissionais da Psicopedagogia do  Núcleo de Atendimento Psicopedagógico Reiventando o Saber- NAPes .

RECURSOS MATERIAIS (orçamento)

  •    sala específica ( adequada, com espaço suficiente, protegida de ruídos externos, ventilação suficiente, iluminação)
  •  mobília ( cadeira, mesa, e armário )
  • brinquedos pedagógicos, materiais impressos (poderão ser levados pela equipe de psicopedagogo)  para manipulação do aprendente 
  • pastas individuais para  anotações do psicopedagogo do atendimento coletivo ou individualizado;
  • material psicopedagógico (EOCA, caixa lúdica, fantoches, família terapêutica, etc)
  • obs: neste ponto pode-se negociar com a escola em que ela monta a sala e fica com todo o material ou o psicopedagogo monta a sala com seus materiais mas que deverão ser retirados quando o projeto terminar.


HONORÁRIOS
           
            O pagamento deve ser referente a 24 horas de serviços mensais no total de 40,00 a hora trabalhada, resultando o valor de 960,00 (mensais)

obs: Estamos simulando aqui duas visitas semanais de três horas de duração com valor minimo de visita externa do psicopedagogo que deve variar de 40,00 a 80,00. 
O psicopedagogo deve valorizar seu trabalho frente que ele é um especialista em um assunto determinado.
Com esta proposta o psicopedagogo pode atender até quatro escolas variando os turnos e ainda sobra tempo para seu atendimento particular ou a domícilio.

AVALIAÇÃO

          A gestão e coordenação da escola receberá relatórios individuais dos alunos atendidos ou dos serviços coletivos realizados na escola pela nossa equipe psicopedagógica.

Ultimas observações:
Ao estabelecer o acordo com a escola que aceitou seu projeto redija esta proposta em forma de contrato de prestação de serviços e acrescente:
  • data de inicio
  • data de termino
  • data de pagamento
  • relação de vinculo de prestação de serviços temporario ( isto quer dizer que vc não é um funcionário da escola)
  • acrescente clausula que proiba a suspensão do contrato antes da data estipulada;
  • Coloque dentro do contrato outros detalhes como seu acesso a projeto politico pedagógico da escola, acesso aos pais, a sala de leitura, biblioteca, sala de informatica,etc
Lembre-se para evitar problemas estabeleça tudo dentro do contrato, peça para ser assinado em duas vias uma fica na escola e outra com você.

Bom trabalho.

Consultora deste projeto: Pp. Jossandra Barbosa
Nome Ficitio Núcleo de Atendimento Psicopedagógico Reiventando o Saber- NAPes 


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