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Queremos agradecer a todos os nossos alunos, seguidores, colaboradores e funcionários que fazem de nosso trabalho um SUCESSO. Feliz ANO NOVO!!!!.E aguardem o lançamento do nosso livro DIPP em Fevereiro de 2017. Para sair desta tela clique no X abaixo ou Esc no seu teclado.Antes de Sair curta nossa fan page


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sábado, 28 de julho de 2018

Intervenções Psicopedagógicas: a relação terapeuta e aprendente

Vamos dar continuidade a nossa discussão sobre as intervenções psicopedagógica. Hoje vamos abordar a relação terapeuta e sujeito/ aprendente em atendimento. Vamos dar preferência pela expressão aprendente no lugar de paciente/sujeito/aluno ou qualquer outra denominação.


Jossandra Barbosa
Psicopedagoga e Neuropsicopedagoga

.
Chamaremos de intervenção psicopedagógica o processo posterior ao diagnóstico psicopedagógico ( seja Dipp situacional, TA ou MA)*[1] com o objetivo de  INTERVIR (ajudar, habilitar, reabitar, capacitar) o aprendente de forma terapêutica em um espaço terapêutico. 

Espaço de Atendimento do Instituto Sinapses em Teresina


Estamos aqui considerando psicopedagogia, como campo amplo, sem divisões entre clínica ou institucional e abordaremos como espaço terapêutico todo e qualquer espaço de atendimento.
Chamaremos de sessões de intervenção, reuniões e encontros de forma individual ou coletiva com aprendentes num determinado espaço terapêutico, num determinado tempo estimado.

É durante as sessões de intervenção que o psicopedagogo torna-se mais íntimo sujeito em atendimento/tratamento. E é exatamente esta proximidade que torna perigoso o trabalho do terapeuta/psicopedagogo. A partir de agora chamaremos o psicopedagogo somente pela expressão terapeuta , pois é assim que o sindicato dos psicopedagogos orienta que ele seja chamado – TERAPEUTA DA APRENDIZAGEM.

O Terapeuta em atendimento precisa ter cuidado com pequenos detalhes como, por exemplo, chamar o aprendente por apelidos, utilizar o diminutivo para explicar sobre algo contato afetivo, abraços, beijos e outros carinhos como também expressões de raiva ou aborrecimento.

O contato verbal e físico com o aprendente em atendimento deve ser limitado por regras, estas colocadas ainda no enquadramento das sessões. Enquadramento é o momento inicial de qualquer sessão terapêutica, onde o terapeuta estabelece um contrato oral de regras com seu/seus aprendente/s assim como quaisquer tipos de bonificações.

Importante ressalta que para o bom andamento de uma sessão terapêutica, o aprendente precisa estar consciente de tem de tudo aquilo que está acontecendo ao seu redor. Assim, o terapeuta precisa explicar o que ele irá fazer em suas sessões.  Sem mentiras. Principalmente quando estamos falando de crianças, pois o terapeuta pode ser levado a mentir para seu aprendente dizendo que ele irá só “brincar”, por exemplo. Tal atitude do terapeuta trará resistência quando for o momento desta criança usar um caderno, ou um teste escrito ou até mesmo a EOCA[2] por exemplo.  

Em outras palavras o aprendente precisa querer o processo de intervenção e não se assediado, comprado ou conquistado através de trocas e presentes a fazer as atividades propostas durante a sessão.

Você pode pensar ou estar dizendo: mas tem crianças que são resistentes as atividades do atendimento, ou são mais agitadas e pode ser preciso negociar com elas para que elas façam as atividades. Sim, isto pode acontecer. Só que não pode virar regra do seu atendimento. O seu relacionamento com seu aprendente deve ser de confiança e com regras bem claras desde primeira sessão.

Nesta sessão iremos pintar, depois iremos jogar o jogo A e B , sendo assim você só jogará o jogo A se tiver terminado a primeira atividade”

O terapeuta é que conduz a sessão e não o aprendente. Nunca esqueça disso.


Vamos falar sobre o contato com os pais. Pois é algo que o terapeuta deve ter muito cuidado.
Dentro da sessão o contato com os pais deve ser desenvolvido com cautela e precauções. Deve-se evitar dar o telefone ou e-mail pessoal aos pais, assim como cumprimento com beijos e abraços, limite-se a um aperto de mão forte que transmita confiança e credibilidade, evite conversas paralelas em ambientes que não seja o espaço de atendimento, não permita os pais dentro da sessão (a não ser que esteja planejada a presença deles), não permita que os pais entrem sem ser anunciados, não permita levar lanche para os filhos, bater na porta enquanto o atendimento está sendo realizado não faltar, ou até mesmo chegar com antecedência e querer conversar fora do espaço de atendimento.

Vou aqui contar-lhe um caso que me aconteceu:

Em um atendimento, descobri que uma mãe ficava escondida atrás da porta do consultório tentando ouvir o que eu falava com o filho dela. Foi uma cena constrangedora quando abri a porta para pegar algo em outra sala e me deparei com a porta entreaberta e com a mãe segurando no trinco. Ali terminei a sessão naquele exato momento e me pus a conversar com aquela mãe. Pois sem confiança não há processo de intervenção. Ela me argumentou o medo de abuso sexual e traumas de infância. Percebi que eu não havia feito um enquadramento adequado àquela mãe e então passei a refazer todo o processo de enquadramento. Resultando em sessões seguintes tranquilas e com a mãe na sala de espera.

Outras situações podem ser colocadas aqui, da minha experiência profissional, nos atendimentos e a relação com os pais. Por exemplo, pais que chegam dizendo o que querem que você faça. Outros são pessimistas e vão dizendo que nada dá certo e tem até aqueles que se acham mais competentes do que você e já colocam a sua capacidade em jogo. Em todos estes casos é o ENQUADRAMENTO[3] que definirá o rumo destas sessões.

Gosto de dizer que a intervenção psicopedagógica é o Real objetivo do trabalho do psicopedagogo. Ela que ele vai mostrar a sociedade o  resultado do seu trabalho.  É nela que o cliente vai perceber se seus objetivos foram ou não atingidos e daí  buscar novos  resultados que possam resolver o quadro de dificuldades que alguém possa estar enfrentando.

Há aproximadamente um mês uma família chegou ao meu consultório e colocou que estava mudando de terapeuta porque não virão nenhum resultado. Logo então fiz duas perguntas a esta família: quanto tempo foram de sessões e quais eram seus objetivos. Então me responderam que foram um mês e que o objetivo que desejavam é que queriam que a filha, de cinco anos e com autismo leve , fosse alfabetizada. Aqui nos leva de volta a importância do enquadramento. Onde parte do terapeuta mostrar aos pais o que é a intervenção, como ela funciona e o tempo que ela poderá levar. Por isso que eu defendo o PIPp [4]( são projetos de intervenção com tempo , objetivos e metodologia aplicada de acordo com a situação / local / aprendente) . Assim o cliente fica ciente do que ele deve esperar como resultado.

Voltamos então para a temática central desta postagem: a relação sujeito e terapeuta. Vamos nos reportar a  transferência e a contratransferência psicanalítica.
Durante as sessões o profissional precisa ficar vigilante como se delínea sua relação com o aprendente/s. Voce sabia que você pode amar ou odiar o aprendente? Se apaixonar ou tentar se afastar dele? Ou se apaixonar por um dos pais? Ou por ambos?

Não vou fazer aqui longas explicações sobre os processos de transferência e contratransferências negativas e positivas durante o atendimento. Sobre este tema vou deixar um vídeo para que vocês possam refletir sobre este assunto. 





Entretanto , as intervenções podem demorar tempo suficiente para gerar sofrimentos psíquicos. Vir a desencadear patologias no terapeuta, tensões e frustações.  O aprendente por sua parte, estará propenso a expor seus mecanismos de defesas , resultando  as rejeições, birras, negações,  ofensas e até mesmo crises que resultem em quebra de objetos e até dano físico ao terapeuta ou do terapeuta para o aprendente.

Vou deixar o vídeo abaixo que fala sobre os mecanismos de defesa dentro do atendimento psicopedagógico. Tanto o terapeuta pode desenvolver os mecanismos de defesa intrapsíquico quanto o aprendente. Resultado no fracasso ou mesmo retrocesso das sessões.


O psicopedagogo precisa conter suas opiniões ou mesmo suas transferências  positivas ou negativas frente ao aprendente devem ser verificadas e contidas com frequente ( daí a necessidade do terapeuta fazer análise e supervisão com outros profissionais, porque é normal que o mecanismo de defesa da resistência ou da racionalização faça com ele não perceba os próprios erros deste relacionamento).

Não cabe ao terapeuta gostar ou não gostar do aprendente, mas sim buscar de todas as formas contribuir para que as queixas iniciais sejam amenizadas ou até mesmo eliminadas.

Aqui, ainda, podemos ressaltar que muitos profissionais passam a ter contato íntimo com seus clientes criando vínculos errados entre terapeuta e aprendente. Ou terapeuta e pais deste aprendente.



Intervenções Psicopedagógicas no espaço clínico do Instituto Sinapses. Aprendente com 5 anos. Dificuldades de Aprendizagem.


Quando falamos de terapia para jovens, adolescente e adultos o motivo de preocupação é ainda maior porque mecanismos de transferências como a sublimação e a projeção é um risco constante durante as sessões.

Precaução é a palavra chave da relação terapeuta e sujeito. Outros aspectos ainda podem der falados a este respeito, acredito que eu escreveria um livro só falando sobre este assunto. Um exemplo é a roupa do terapeuta. A cor do jaleco, a forma como as terapeutas mulheres mexem o cabelo, abotoam o jaleco, a escolha da peça intima, a altura do salto, a cor do batom, a pulseira tudo influencia nos aspectos do inconsciente do sujeito em processo terapêutico e também causa impacto no inconsciente do próprio terapeuta. Acho que vou gravar um vídeo sobre isso. Kkkkkk

Uma sessão terapêutica é uma caixinha de surpresa cheia de detalhes e que podem ter outras caixinhas fechadas dentro e que cada sessão surgem outras caixas a serem abertas.

Cada detalhe da sua sessão é importante. O sucesso dos meus objetivos seja ele fazer uma criança ler como faze-lo querer ir a escola, ou melhorar seu relacionamento com os pais são resultado de um conjunto de ações verbais e  não verbais do terapeuta.

Eu poderia ainda continuar falando sobre este assunto, acredito que venha construir outra postagem para darmos mais dicas de como o terapeuta possa estar atento e evitar simbioses negativas e contratransferências patológicas.

Já realizei supervisões com terapeutas em prantos de choros porque se sentem fracassados por não resolverem os problemas de seus clientes, outros se sentem estressados com uma continuidade de sessões que não sabem mais o que fazer e já vi até aqueles que chegaram a brigar com a família por causa do aprendente e presenciei um caso que o terapeuta entrou na justiça para ganhar a guardar de uma criança que era seu aprendente. Parece impossível, não provável, impensado, absurdo???? Nada disso. Tudo é possível dentro do espaço terapêutico. Assim como o quarto familiar é uma alcova de segredos o espaço terapêutico também é. Cheio de labirintos. Cheio de encantos. Cheio de lamentos.

Deixo a vocês o convite para discutirmos na próxima sessão estratégias para as sessões de intervenções.

Até a próxima. Caso desejar, deixe seu feedback nos comentários. E muito importante saber sua opinião sobre a postagem para assim pudermos desenvolver outras. Nosso objetivo é juntos compartilhamos nossas experiências.


[1] Jossandra Barbosa desenvolveu a teoria do DIPp – processo do diagnostico psicopedagógico dividido em três tipos de diagnóstico. Situacional, Transtorno de Aprendizagem e Modalidade de Aprendizagem. Através de um diagnóstico mais rápido, foram desenvolvidos instrumentos e técnica onde as sessões possam ser realizadas em 2 e no máximo seis sessões. Sessões que se tornam fáceis de serem vendidas aos clientes e aplicadas a qualquer tipo de ambiente de trabalho. O Dipp já é aplicado desde 2016 na clinica de atendimento do instituto sinapses em Teresina, e é ensinado em todas as turmas de pós-graduação do instituto sinapses. Também é aplicado no estágio 1 das turmas do sinapses. O livro Dipp poderá ser comprado em breve e todo e qualquer psicopedagogo poderá utilizar este novo método psicopedagógico.
[2] EOCA – Entrevista operativa centrada na aprendizagem. Teste psicopedagógico desenvolvido por Jorge Visca através da sua teoria Epistemologia Convergente.
[3] A teoria do Enquadramento é trabalhada no livro Epistemologia Convergente de Jorge Visca.
[4] Assim como o DIPp , Jossandra Barbosa desenvolveu a teoria dos projetos de intervenção – PIPp onde o psicopedagogo constrói após o dipp o tipo de atendimento baseado em objetivos que deseja ser alcançados. 


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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Os desafios da Intervenção Psicopedagógica

Já observaram que poucos livros tratam sobre a Intervenção Psicopedagógica?


Intervenções Psicopedagógicas na Clinica de Atendimento do Instituto Sinapses


Fazer uma pesquisa sobre este tema vai te levar a uma meia dúzia de sites e livros.  Observo uma supervalorização do processo diagnóstico e a Pouca importância ao processo de intervenção. Já observou que os vídeos, livros e os cursos valorizam o diagnóstico?



 Uma Breve pesquisa no Google vai confirmar tal questionamento. Há uma número muito grande de páginas voltadas para discutir o diagnóstico, diferente  quando pesquisamos sobre a intervenção psicopedagógica.



Até mesmo nos cursos de psicopedagogia não são todos que oferecem como  disciplinas a intervenção psicopedagógica.

Intervenções Psicopedagógicas na Clinica de Atendimento do Instituto Sinapses

Quando comecei a atuar como psicopedagoga  deparei-me com inúmeras dificuldades de atuação durante as sessões de intervenções,  muito mais do que as sessões de Diagnóstico.



É durante a intervenção psicopedagógica que ficam mais claros e evidente problemas como a afetividade, relacionamento entre o cliente e o terapeuta, o cliente e a família,  a família e o sujeito em atendimento.

É  nesta fase que ocorrem conflitos de interesses, sejam dos Pais, da escola, do terapeuta como também do próprio aprendente.



Sem falar que é durante a intervenção que o psicopedagogo precisa ser mais criativo, obter materiais e ser dinâmico em seu atendimento para que o cliente não perca o interesse das sessões.



Nunca vi postagem de  psicopedagogos relatando dificuldades durante suas intervenções, geralmente quando vemos fotos nas redes sociais de alguém colocando sobre seu atendimento é sempre demonstrando facilidade e resultados positivos, na prática não é sempre assim que acontece ( também sabemos que faz parte do marketing mostrar somente bons resultados).



Muitos psicopedagogos passam  tempo suficiente com o aprendente e não conseguem resultados, algumas  famílias desistem do atendimento por não  observarem resultados atingidos com a terapia.  Ainda há os profissionais que estendem os atendimentos por questões financeiras mesmo  já tendo os resultados desejados.



Foi observando esses fatores, e dentro da minha própria necessidade, que  decidi fazer uma série de postagens específicas sobre o processo de intervenção. Desta forma dividi estas postagens da seguinte forma:






2 Depois vamos falar de planejamento e estratégias de intervenção do psicopedagogo para atingir os resultados esperados das sessões.



3 E por fim, vamos analisar a Alta psicopedagógica ou seja o fim das intervenções, analisando quando o psicopedagogo deve parar de fazer o atendimento, ou até mesmo, quando as sessões não são mais significativas para o cliente? Qual a hora do fim do atendimento?




Obrigado a todos: Jossandra Barbosa.


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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Aspectos que envolvem a Aprendizagem para o sucesso ou Fracasso Escolar

Confira no novo vídeo de Jossandra Barbosa os aspectos que o Profissional da Psicopedagogia deve ficar atento em seu momento de diagnóstico e até mesmo de Intervenção.

domingo, 15 de outubro de 2017

Congresso de Psicopedagogia 2018- Que tal começar planejar sua viagem?


 Você planeja participar de congressos na área da psicopedagogia? Todo ano você planeja e não consegue? Que tal começar agora mesmo a tornar seu sonho em realidade e ir para um dos maiores congresso de psicopedagogia do Brasil?
Então clique agora mesmo no link abaixo e comece a organizar sua viagem para a cidade de São Paulo para o IV Congresso de Psicopedagogia do Sindicato dos Psicopedagogos.
Qual a importância deste evento?
Bem, além do fato de você encontrar dezenas de profissionais da área? Realmente isto é magnifico!!!!
Vamos falar sério. Este congresso vai discutir o futuro das formações em psicopedagogia. O tema é a Formação Profissional. Os cursos, as grades curriculares a carga horária, os estágios tudo que está em torno da formação deste profissional.
Sua participação é importante. É você estudante e profissional da área psicopedagógica que precisa decidir e contribuir com as mudanças que precisam ocorrer dentro da nossa categoria.
Clique agora mesmo e veja como participar. Discuta com seus grupos de amigos, Forme sua caravana.
http://www.congressodepsicopedagogia.com.br/2017/09/lancada-as-inscricoes-para-o-congresso.html

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CURSO GRATUITO-PROVAS OPERATÓRIAS P/ DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Projeto Apoio Psicopedagógico Escolar


O meu primeiro artigo sobre A atuação do Psicopedagogo dentro das escolas gerou muita polêmica. O que muitos me acusavam de sugerir clinica nas escolas nos últimos dois anos fomos mostrando os equívocos de interpretação sobre este respeito.

Hoje trago para você um projeto pronto para ser executado em qualquer escola. Todos têm minha autorização para reproduzir e executar.

Qual o objetivo dese projeto?
APE-APOIO PSICOPEDAGÓGICO ESCOLAR
DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO, PREVENÇÃO DAS DIFICULDADES E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM
PSICOPEDAGOGO NA ESCOLA




O principal objetivo deste projeto é criar um instrumento de trabalho ao psicopedagogo. onde ele possa ser inserido no mercado  de trabalho.As escolas são um grande mercado onde pode ser inserido o psicopedagogo.
Sabemos que as escolas públicas este processo está sendo feito lentamente e nas escolas particulares muitas ainda se recusam em contratar este profissional.
Desta forma o APE é um poderoso instrumento de parceria entre o psicopedagogo e as empresas educacionais da rede privada.
Acreditamos que o psicopedagogo necessita de identidade profissional, acreditar na psicopedagogia e investir nela.
Precisamos mostrar a sociedade a importância e a eficacia do trabalho psicopedagógico tanto de prevenção quanto de intervenção.



Projeto APE - Apoio Psicopedagógico Escolar
CAPA


DADOS DE APRESENTAÇÃO
CAPA - FAÇA UMA BREVE APRESENTAÇÃO DO SEU TRABALHO.

NOME (NOME DO SEU ESTABELECIMENTO PSICOPEDAGÓGICO)
ENDEREÇO COMERCIAL OU RESIDENCIAL
FONE PARA CONTATO
SITE
EMAIL

FORMAÇÃO ACADÊMICA.
GRADUAÇÃO
PÓS GRADUAÇÕES ( Não colocar a palavra clinico e nem insitucional coloque só Especialização em Psicopedagogia)
CURSOS DE EXTENSÃO ESPECÍFICO NA ÁREA DA PSICOPEDAGOGIA

FOLHA 02

JUSTIFICATIVA

Crie uma Justificativa que mostre os seguintes aspectos:


  • Quem é o psicopedagogo (terapêuta da aprendizagem)
  • Importância do Trabalho do Psicopedagogo
  • Grande número de alunos com problemas e deficits escolares
  • O processo de inclusão de pessoas com deficiências e necessecidades educacionais
  • A eficacia de prevenir os problemas e transtornos de aprendizagem.
  • E a eficácia em resultados aprovativos dos alunos com défict que passam por um atendimentos psicopedagogico.
  • A importância do trabalho do psicopedagogo na orientação dos professores junto aos alunos com défict escolar.

PROPOSTA DE TRABALHO.
(Escolha uma destas propostas)

Proposta 1 - Você vai até a escola
Atendimento Psicopedagógico duas vezes por semana ( escolha os dias e quantas vezes por semana você poderá atender) aos alunos da escola.

Proposta 2 - O aluno vai até você
Parceria com descontos aos alunos encaminhados ao seu Estabelecimento Psicopedagógico (se você não tiver poder ser sua residência ou a residência do aluno)

Proposta 3 - Você vai e permanece na escola
Atendimento Psicopedagógico permanente no turno Manhã ou Tarde (ou Manhã e Tarde).

MATERIAIS NECESSÁRIO 
Solicitamos da Escola (Para proposta 1 e 3)
Sala exclusiva e adaptada para ambiente de Triagem, Diagnóstico Psicopedagógico para Transtorno de Aprendizagem , Situacional ou ainda de Modalidade de Aprendizagem.
(Para ler mais sobre os tipos de diagnóstico psicopedagógico CLIQUE AQUI)

Móveis (2 cadeiras, mesa, um armário, ventilação)
Sala com porta fechada.
Decoração e Instrumentos Psicopedagógicos serão de Responsabilidade do Psicopedagogo.

HORÁRIO DE TRABALHO.
Estabeleça o horário que você irá atender - dependo de qual proposta você vai propor a escola.

REMUNERAÇÃO
Este projeto não incide sobre ele um vínculo empragatício com a Escola mas sim de parceria e Convenio escolar entre as partes.
Hora de Trabalho Minimo estabelecido pelo Sindicato dos Psicopedagogos para atendimento dentro das escolas.

(Valores Minimos)
Hora de Prestação de Serviço 90,00/hora
Carga Horaria Fechada:
20 h - 1800,00
30 h  - 2.400,00
40 h - 3.600,00

FORMA DE PAGAMENTO MENSAL

ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS 
PROPOSTA 1 E 3
  • Triagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem através do DIPp Situacional, Transtorno de aprendizagem e Modalidade de Aprendizagem;
  • Organização de Horários para intervenção em grupos ou individuais para os casos de alunos com defasagem ou deficit que prejudicam seu rendimento;
  • Orientação aos professores sobre material adaptáveis para alunos com NEE e Deficiências;
  • Organização conjunta com a equipe de coordenação de formação e capacitação dos professores na área das Dificuldades e Transtornos de Aprendizagem;
  • Orientação aos pais em encaminhamentos para psiquiatria, psicopedagogia em clinicas e hospitais, neurologia , neuropediatria, psicologia, fonoaudiologia e outros profissionais;
  • Organização dos horários e rotinas educacionais dos alunos que estão com dificuldades de adaptação a escola;
  • Acompanhar alunos sob o uso de medicações como Ritalina, Concerta e outros a fim de orientar os professores, dar suporte e orientação aos professores, coordenadores e familiares sobre suas consequências na aprendizagem.
PROPOSTA 2
  • Realizar a triagem gratuitamente (ou com desconto ou por um valor fixo)  na escola para identificação dos alunos com possíveis Transtornos de Aprendizagem ou Dificuldades de Aprendizagem;
  • Realizar no Estabelecimento XXXX ( ou no endereço XXXXX) o processo de Intervenção dos problemas encontrados no processo de Traigem.
  • Fornecer a escola uma formação gratuitamente (ou com desconto) uma formação continuada para os professores com um dos temas abaixo a escolha da coordenação ou gestão escolar;
  1. Dislexia e o Processo de Aquiisoção da leitura Escrita
  2. o que é Hiperatividade
  3. Os desafios da Alfabetização
  4. O autismo é a inclusão escolar 
(você pode sugerir outros temas que seja da sua afinidade e área de interesse lembre-se que tem que ser relevante para a escola.)

CRONOGRAMA

DATA DE INCIO XX-XXX-20XX
DATA DE TERMINO XX-XXXXP-20XX

Autora do Projeto: Pp. Jossandra Barbosa
CRPp Sindical - 001
Teresina_PI

Por livre e Espontânea vontade autorizo a copia e reprodução deste modelo de projeto.
POR FAVOR SE VC COPIAR PARA SEU SITE COLOQUE A REFERÊNCIA DO LINK DESTE SITE.


Os interessados em receber este projeto em WORD E EXECUTAR  CLIQUE AQUI



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Áudios com os estudos do grupo Psicopedagogiando

CLIQUE AQUI e escute todos  os áudios de Estudo do grupo Psicopedagogiando.

Os tipos de Diagnóstico Psicopedagógico

CLIQUE AQUI e leia agora.
Para facilitar a compreensão e aplicabilidade das ferramentas de investigação do psicopedagogo Jossandra Barbosa traz uma divisão e caracterização do DIPp. Sintetizando de uma forma simples e didática neste artigo ela traz cinco tipos de diagnóstico realizado pelo psicopedagogo.
Chamado de DIPp por Jossandra Barbosa , é considerado uma das etapas mais estudadas na psicopedagogia. Mas o que ele realmente é? Como aplicá-lo em cada ambiente de trabalho?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

DIAGNOSTICO PSICOPEDAGÓGICO É O TEMA DE ESTUDO DO MÊS DE FEVEREIRO NO GRUPO PSICOPEDAGOGIANDO


Grupo psicopedagogiando 1,2,3,4 e 5
Estudo do Mês de Fevereiro:
Tutora do Mês: Psicopedagoga Stefania de SP e Jossandra Barbosa PI
Diagnóstico Psicopedagógico: da entrevista a devolutiva
01 a 05 /fevereiro/2016
·         O que é o diagnóstico psicopedagógico?
·         Os tipos de diagnóstico
a)      O diagnóstico situacional
b)      O diagnóstico de modalidades de aprendizagem
c)       O diagnóstico para transtornos de aprendizagem
d)      O diagnóstico para ambientes escolares
e)      O diagnóstico para ambientes assistências
f)       O diagnóstico para ambientes hospitalares
g)      Os diagnósticos para ambientes corporativos

·         Qual o termo correto a usar avaliação ou diagnóstico?
·         Quando realizar o diagnóstico?
·         Onde realizar o diagnóstico?
·         Que materiais usar para o diagnóstico ? (só citar não explicar como usar)
·         Em quantas sessões deve ser feito o diagnóstico?
·         Por que não ter medo de fazer o diagnóstico?
·         Quais as melhores bibliografias sobre Diagnósitco Psicopedagógico?
·         Que leituras a mais o psicopedagogo dever ter para realizar o diagnóstico?
08 a 12/fevereiro/2015
·         A psicanálise e o diagnóstico psicopedagógico
·         A escuta clínica
·         O papel do terapeuta psicopedagogo no diagnóstico
·         O uso do lúdico durante o diagnóstico psicopedagógico
·         A teoria dos múltissistemas no diagnóstico psicopedagógico
·         A psicopegênese genética e o diagnóstico psicopedagógico
·         A psicogênese da leitura e escrita e o diagnsóstico psicopedagogico
·         Como fazer o Portifolio de Diagnóstico
·         A organização do trabalho do psicopedagogo
22 a 27 de fevereiro/ 2015
·         A sequência dos atendimentos psicopedagógicos
·         Os instrumentos de diagnóstico psicopedagógicos
a)      Caixa lúdica
b)      Caixa de areia
c)       Caixa de trabalho de Jorge Visca
d)      Material Disparador
e)      Entrevistas
f)       Jogos e atividades pedagógicas
g)      Eoca
h)      Testes projetivos
i)        Provas operatórias
j)        Outros testes
Reflexão final: A ética e o compromisso profissional do psicopedagogo antes, durante e depois do diagnóstico psicopedagógico.
Observações para os membros.
a)      Siga atentamente ao cronograma de estudo.
b)      Não antecipe o tema de estudo. Só comente sobre o que está previsto para a semana.
c)       Procure não copiar paginas de sites e blogues inteiros.
d)      Ao copiar informações de algum site cite a fonte e antes verifique a procedência da informação.
e)      Não copie informações de blogues, se quiser compartilhar algo sobre algum site copie e cole o link do site e não o texto inteiro.
f)       Procure falar sua opinião ou experiência sobre o assunto.
g)      Não fotografe livros ou revistas.
h)      Grave áudios para dar sua opinião.
i)        Aproveite para fazer suas perguntas, qualquer membro pode responder

NÃO QUEBRE AS REGRAS. EVITE SER REMOVIDO DO GRUPO DURANTE O ESTUDO.
Bora Estudar?? Participar deste grupo clique aqui
Jossandra Barbosa

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

80 vagas GRATUITAS para participar do grupo psicopedagogiando


Edital 001/2016
Estão abertas 80 vagas para o grupo de estudo psicopedagogiando. Hoje o grupo psicopedagogiando é a maior rede de estudo sobre psicopedagogia.
Fique atentos as regras:
1- O grupo é exclusivo para psicopedagogos já formados ( que atuam ou não na área) ou em fase de conclusão.
2- O grupo é gratuito para participar.
3- O grupo é no whatsApp (são 4 grupos no whatsApp os novos membros serão adicionados ao grupo 3 e 4).
4- é proibido no grupo postagens de relatos de sessões, pedidos de ajuda, correntes, imagens de bom dia tarde , noite ou qualquer imagem fora do tema de estudo.Assim cm os vídeos.
5- O grupo é exclusivamente para estudos.
6- Não encaminhamos nenhum material por email nem compartilhamos livros e material com direito autorais.
7- os materiais compartilhados ficam na teca virtual onde o membro pode doar e receber material os membros recebem login e senha.
8- O grupo tem um coordenador, um supervisor, um tutor de estudo e uma secretaria.
9- a coordenação do grupo é remunerada pelos seus serviços pelas assinaturas do grupo VIP que custa 120,00 anualmente.
10- No grupo vip pode ser feito relato de casos, perguntas sobre sessões porque temos uma supervisora 8 horas por dia no grupo.
11- O grupo tem um tema quinzenalmente para estudo onde o tutor do grupo auxilia e orienta os estudos.
12- Os membros que não tiverem frequência de pelo menos 30% durante o mês são exluidos e substituídos.
13- No grupo os membros recebem orientação sobre carreira, atendimentos, neurociencia, psicomotricidade psicologia, epistemologia convergente, teoria dos multissistemas, livros, pesquisas eventos, cursos em fim tudo que for relacionado a psicopedagogia.

O grupo psicopedagogiando completa 4 anos de muito sucesso. São inumeros consultorios já montados através dos estudos e orientações de Jossandra Barbosa. Psicoepdaoggos que voltaram a atuar, montaram clinicas, passaram a atender com parcerias, conheceram outros psicopedagogos, viajaram e participaram de cursos e eventos.

Veja como ser um membro do Grupo.
1- adicione o numero 86.9.98224888
2- Envie os seguintes dados pelo whatsApp:
NOME COMPLETO
GRADUAÇÃO
POS GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA (QUANDO TERMINOU OU SE ESTA EM ANDAMENTO)
ÁREA DE ATUAÇÃO ATUAL
SUA IDADE
SUA CIDADE E ESTADO
PQ QUER PARTICIPAR DO GRUPO PSICOPEDAGOGIANDO.

Resultados: Foram add 175 pessoas ao grupo psicopedagogiando em Janeiro de 2016.
Agora todos os pedidos ficarão em cadastro de reserva para criamos o psicopedagogiando 6.







quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Questionário de Analise de Modalidade de Aprendizagem e levantamento de interesse


clique na imagem para AMPLIAR

Em breve modelo do questionário completo.


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Questionário de Identificação Psicopedagógico Institucional para a Empresa


clique na imagem para ampliar. Estarei postando o questionário completo.



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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O trabalho do psicopedagogo nos diferentes tipos de instituições



A psicopedagogia é uma área de estudo que tem objeto de estudo a aprendizagem humana. Desta forma o profissional em psicopedagogia tem como trabalho avaliar, intervir, prevenir ou tratar todos os problemas / transtornos ou dificuldades que possam possam causar sofrimento/ interrupções ou até mesmo bloqueios no processo ensino-aprendizagem.O psicopedagogo não importa o ambiente de trabalho é um terapeuta da educação e saúde que visa o bem estar dos seus clientes/aprendentes levando-os a compreender seus déficits e superar-los.

O trabalho do psicopedagogo não se restringe a escolas e clínicas. Onde há seres humanos existe aprendizagem, onde há aprendizagem é ambiente de trabalho para o psicopedagogo.



qualidade funcional para a empresa. Quando falamos de empresas estamos falando de um simples comércio a grandes redes multinacionais. São milhares de empregados demitidos por improdutividade, mal adaptação ao trabalho, dificuldades de cálculos, erros de leitura, produção de textos entretanto esses empregados são excelentes funcionários assíduos, dedicados mas que por algum motivo (como um transtorno de aprendizagem não identificado na infância) podem gerar inúmeros problemas comportamentais, aceitação, dificuldade de convivência de grupos e mau desempenho da função.A insituição empresarial no lugar ao se preocupar com a qualidade de seus funcionários , investindo em suas aprendizagens básicas e como se sentem no ambiente de trabalho gerarão lucros e terão funcionários qualificados e principalmente conscientes do seu desejo pela aprendizagem de sua função.



As instituições sociais é hoje um grande campo de trabalho do psicopedagogo, a cada dia mais e mais psicopedagogos estão sendo incluídos nas equipes dos Naicas, CRAS, Sasc, Abrigos, Penitenciarias, Orfanatos, Casa de menores infratores, e outros. Neste ambientes o psicopedagogo trabalha o vínculo com a aprendizagem. Os aprendentes assistidos por estas instituições são resultantes de um processo de exclusão, abondono, maus tratos, envolvimentos com entorpecentes, tráfico, violência domésticas e outros problemas sociais que por sua vez afetam diretamente o processo de ensino-aprendizagens dessas pessoas, principalmente em relação a seus vínculos que tornam-se negativos com as pessoas.



As instituições escolares são creches, berçários, universidades faculdades e ensino básico.O trabalho do psicopedagogo nestes ambientes é focado diretamente em avaliar, intervir e prevenir os problemas ensino-aprendizagem dos indivíduos que convivem nestes ambientes.

Os ambientes de saúde podem ser compreendidos como os hospitais, as clínicas, os centros de saúde psicossocial, os centros de tratamento de educação especial, núcleos de atendimentos psicopedagógicos e neuropsicopedagógicos, centro de reabilitação cognitivo. O trabalho do psicopedagógico nesses ambiente é terapêutico voltados para o restabelecimento da saúde nos aspectos que envolvem sofrimento resultantes de problemas com a aprendizagem.






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