DIAGNÓSTICO PASSO A PASSO

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

FESTA DO PSICOPEDAGOGO




SERÁ REALIZADO EM TERESINA A FESTA DO PSICOPEDAGOGO UMA FESTA NUNCA REALIZADA NO BRASIL.
A FESTA SERÁ GRATUITA E TERÁ BINGO E VENDAS DE CAMISETAS EM PROL DE ARRECADAR FUNDOS PARA O SINDICATO DOS PSICOPEDAGOGOS DO PIAUÍ.
OS PSICOPEDAGOGOS DE OUTRAS CIDADES E ESTADOS QUE QUISEREM PARTICIPAR TEMOS CONTATO COM POUSADAS QUE COBRAM 70,00 A DIARIA.
PARA PARTICIPAR PEÇA SEU CONVITE PARA
sindpsicopp@hotmail.com


A festa será com banda e o tema são os anos 60,70 e 80. Para recordar,  dançar , conhecer mais psicopedagogos e brincar quem quiser levar mais de um convidado especifique no e-mail quantos convites vc deseja.

Teremos cerveja, refrigerante, creme de galinha, espetinho e varias coisas pra vender.
Toda a renda da festa é destinado ao SINDPSICOPP-PI (SINDICATO DOS PSICOPEDAGOGOS DO PIAUÍ)

O objetivo desta festa é proporcionar aos psicopedagogos um momento de interação e descontração. Uma oportunidade impar de unirmos diversão e união.

A festa é para estudantes e profissionais de psicopedagogia.

Teremos sorteio de brindes e um bingo de um MEGA KIT CLINICO

PARTICIPE!!!! PSICOPEDAGOGO JUNTO SOMOS MAIS FORTE.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

PARTICIPE DO SINDICATO DOS PSICOPEDAGOGOS


A Chegou o momento de lutar. O Brasil inteiro se movimenta para a criação dos sindicatos de psicopedagogia (SINDPSICOPP).
OS sindicatos de psicopedagogia são órgãos jurídicos de organização e representação de categoria. A psicopedagogia não tem nenhum órgão de representação. E como não foi regulamentada e nem criado o seu conselho federal nem regional ela precisa urgente de órgãos que organize a categoria para lutar por nossos direitos.
Muitas são as irregularidades em tornos da elaboração de concursos, exigências de carteiras por parte dos planos de saúde, falta de piso salarial, carência de congresso populares são apenas dos interesses dos psicopedagogos que serão prioridade para a luta sindical.
Os sindicatos devem ser estaduais ou municipais, organizados por psicopedagogos formados independentes de quanto tempo de formado, se atua ou não na área. Não há discriminação, todos podem ser votados e se candidatarem.
Entre na luta e participe como membro ou como organizador do sindicato de sua região.
Para participar dos sindicatos os membros pagarão uma taxa de 4,00 a 7,00 mensais e terão todos os direitos iguais, não há divisão e nem privilégios de membros. Todos são iguais.
Entre para o grupo do sindicato de sua região entre em contato pelo telefone: 86-98224888 (tim)
temos um grupo para cada região no whatssapp -8698224888
Ou tenha informações pelo e-mail sindpsicopp@hotmail.com.br

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A regulamentação da psicopedagogia


Estamos em novembro é nada da Presidente Dilma Sancionar a lei 3.512/10 que regulamenta a profissão do psicopedagogo. Lembram da quantidade de postagem sobre a regulamentação da psicopedagogia em Fevereiro? De todos jogarem confetes e darem Glória a Deus? Lamento informar mas a psicopedagogia não foi regulamentada
 Isto porque depois da aprovação no senado federal o projeto sofreu várias emendas que precisam ser novamente votadas e aprovadas ou não.
As emendas basicamente foram:
- Mudança de 600h  para 450 hs como carga horária para a formação em psicopedagogia na forma de especialização scritu sensu.
- Retirada da criação do conselho federal de psicopedagogia
-Retira da obrigatoriedade de filiar a um órgão de classe para exercer a profissão.
(isso mesmo não é obrigatório carteiro ou filiar-se a qualquer instituição para exercer a psicopedagogia, ou seja isto nunca foi obrigado)

A lei ficou apenas com 6 artigos, bem delimitada. por isso precisamos o mais urgente possível movimentar todos estados brasileiros em torno da criação dos sindicatos de psicopedagogia. Pois mesmo com a aprovação desta lei (que não sabemos quando) não teremos um órgão de classe para nos representar.
Com a criação dos sindicatos podemos nos organizar para fortalecer a categoria. Lutar pela criação da Federação dos psicopedagogos.
Os sindicatos não substituem os conselhos, mas na ausência deles são uma instituição jurídica que pode representar os psicopedagogos e até conseguir uma nova emenda que nos agracie com a criação de um conselho de profissão no futuro.
Sem falar que os sindicatos lutam pelas causas salarias, pelo cumprimento de horas de trabalho, por um piso nacional nas instituições, por convenções coletivas, por seminários e congressos populares e assessoria jurídica para a categoria.

Entre na Luta pela criação dos SINDPsicop (sindicatos dos psicopedagogos)


terça-feira, 30 de setembro de 2014

I FÓRUM DE DEBATE NACIONAL PARA ORGANIZAÇÃO DE CLASSE DOS PSICOPEDAGOGOS

Hoje são milhares de psicopedagogos no Brasil. E muitos são os problemas que cercam a formação e a prática profissional.
Dentre estes problemas está a falta de um órgão de representação de classe para a categoria, não temos um conselho de profissão e nem sindicatos.
A criação dos conselhos estava bem perto e foi uma luta de mais de vinte anos, que veio desde da criação do primeiro projeto de lei para regulamentar a psicopedagogia mas foi retirado do projeto final em 2014 veja como tudo isto aconteceu e no final descubra o que podemo fazer contra isso.

Encontramos na Revista científica de Psicopedagogia V. 17 N. 46 de 1998 o relatório de apresentação do projeto na câmera dos deputados federais. Nos chamou a atenção a justificativa dos representantes dos psicopedagogos da importância da regulamentação da psicopedagogia como profissão.Veja o que foi dito:

Justifica-se neste documento de apresentação do projeto (foi a fala do representante dos psicopedagogos) diz que a profissão precisa ser regulamentada, mas que a necessidade da criação de um órgão para fiscalizar e orientar o exercício da profissão. Mais a frente se acrescenta:

Com a criação do conselho também seria criado as orientações e diretrizes para os cursos, concursos e um código e ética para os profissionais:

Como todas as demais profissões o psicopedagogo seria obrigado para exercer de um cadastrado em um conselho:


O projeto não foi aprovado e somente depois em 2001 encontramos novamente este projeto em atuação:


Encontramos mais um documento com a transcrição original da reapresentação do projeto de lei na câmara dos deputados federais, mas uma vez entra em cena a criação dos conselhos federal e  estaduais.

Mais uma vez o projeto foi recusado. No ano de 2010 ele foi refeito com outra deputada. Mas preservou em sua essência a criação do conselho federal e reginais.Como podemos ver no artigo retirado do projeto 3510-10.

Neste momento queremos trazer algumas reflexões.Este artigo que você leu acima foi modificado. E a parte destacada em verde foi retirada assim como o artigo 3 também foi alterado.

Observe que a alteração do artigo 10 e do artigo 3 são exatamente o obriatoriedade de criar e se credenciar aos conselhos federais
VEJA COMO O ARTIGO 3 FICOU:

OBSERVE QUE DIZ QUE O PSICOPEDAGOGO PODE EXERCER SUAS ATIVIDADES SEM SE CREDENCIAR A NENHUM TIPO DE INSTITUIÇÃO
VEJA AGORA COMO FICO O ARTIGO 10

Observe que suprimiram (ou seja retiraram os artigos 6,7,8 e 9 ) e o artigo 10 virou o artigo 6 que diz: Esta lei entra em vigor na data de sua publicação
Devemos entender que estas emendas foram depois que o projeto foi aprovado na câmara dos deputados em abril de 2014 no senado federal (quando se jogou muito confete no facebook que tudo tinha sido regulametando). Depois de tudo isso passado, o projeto foi modificado de forma que somente quem acompanha o projeto dia - a - dia percebeu as modificação
Modificaram também as horas de duração dos cursos que no projeto tem 600 hs e ficou 450.
Nosso qustionamento é por que depois que tudo foi aprovado o projeto passou por tantas mudanças? Se ele ão estava bom como foi aprovado nas duas instâncias governamentais? A quem estas mudanças está favorecendo?
E entretanto sabemos que perderemos muito. Com todas estas mudanças o projeto precisa ir a plenário novamente.  Já foi recusado 35 vezes.
Mesmo que seja sacionando pela presidência da republica esta lei ficou com 6 artigos que não dizem muita coisa sobre nossa profissão. E não será criado o conselho federal e nem os regionais. Porque precisa de uma nova lei já que os conselhos são autarquias governamentais e só sao criados por lei federal.
Mesmo com a lei 3510-10 não teremos representação. Não teremos cadastro em um órgão Não terá fiscalização dos cursos, nem das atividades profissionais, não teremos uma carteira de registro de órgão de classe e nem teremos representação política para sermos valorizados profissionalmente.
Diante de tudo isso,nem tudo está pedido. Ha ainda uma esperança.
Existe outro tipo jurídico de representação de categoria que são as instituições sindicais.
Os sindicatos podem organizar a categoria e lutar pelos seus direitos.
Todos os psicopedagogos podem participar, a única regra é ser PSICOPEDAGOGO sem distinção. Os valores a serem pagos são simbolicos podem ir de 5,00 a 20,00 mensais. 
Qualquer psicopedagogo pode montar um sindicato em seu Estado e cidade.
Para a construção dos nossos sindicatos estaremos realizando na cidade de Teresina no dia 22 de novembro o dia todo o I FÓRUM NACIONAL DE DEBATE PARA ORGANIZAÇÃO DE CLASSE DOS PSICOPEDAGOGOS com palestras e toda a assessoria jurídica para a formação dos sindicatos:
As inscrições são gratuitas. Veja como participar:
1-Forme uma comissão de 5 a 7 pessoas do seu estado de qualquer cidade para fazer parte da diretoria fundadora do sindicato.
2Escola um representante e venha participar do Fórum e receber a documentação e o estatuto modelo para seu grupo fundar o sindicato no seu Estado.

Quais os beneficios para a criação dos sindicatos.
Através dos sindicatos podemos:
Organizar a categoria;
Assessoria Juridica para os filiados ao sindicato
Criação de convenções coletivas para debater um piso salarial para os psicopedagogos institucionais e de tabelas de referência para atendimentos privados;
Convênios como
 faculdades para obtenção de descontos em cursos
Produção de cursos de capacitação para os psicopedagogos
Elaboração de material de divulgação dos assuntos referente a profissão
Organização de eventos populares (Congressos, forum de debates e seminários)
Construção de carteira sindical
Criação de parâmetros para os concursos públicos;
Impetrar ações contra editais que exija pedagogia e psicologia na formação do psicopedagogo e que exijam a algum tipo de credenciamento.
Luta por projetos populares pra psicopedagogos recém formados
Luta pela valorização profissional através de campanhas públicas, tv mídias
 digitais radios e etc;

Entre na luta. Participe da criação do sindicato da sua cidade e Estado. Organize grupos de discussão. Faça reuniões. Venha participar do fórum de discussão.
Precisamos ser ouvidos, queremos escutar sua opinião. Vamos juntos construir uma nova história da psicopedagogia. Vamos construir as organizações de classe. 
#Regulaentardeverdade

Juntos somos mais forte.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES jossandrabarbosa@gmail.com e whatsapp e tim 86-98224888




domingo, 14 de setembro de 2014

O que é a Psicopedagogia

O que é a psicopedagogia? 


A psicopedagogia é uma área da atuação que abrange a saúde e a educação. Nasceu no Brasil advindo da necessidade de alternativas frente aos problemas educacionais brasileiros dos anos 70 no século XX. Filha da psicopedagogia Argentina teve seus primeiros cursos de formação na região Sul do País, daí em diante se espalhou por todas as regiões e atualmente é um curso encontrado na maioria das faculdades brasileiras.
A psicopedagogia vai além de um curso de pós graduação, e já existem no Brasil cursos de graduação. O projeto de lei 3512/10 que aguarda s no senado federal para ser sancionado, transforma os concludentes deste curso em Profissionais reconhecidos pelo governo brasileiro.
Cada vez mais a psicopedagogia recebe destaque, mais e mais  profissionais são contratados, todos os anos surgem mais concursos públicos e o número de espaços de atendimento particular cresceu consideravelmente.
Entretanto muito a tem que ser feito atá a psicopedagogia se transforma em uma profissão popularizada, onde a população em todos os seus níveis conheça e reconheça o que estes profissionais podem fazer pela educação e pela saúde mental em nosso país.
A maioria da população não sabe a diferença entre o psicopedaogogo , o psicólogo e o pedagogo. Ou pensa que o psicopedagogo realiza o mesmo trabalho que estes outros profissionais .Mas não é nada disto. A psicopedagogia não é a fusão entre a psicologia e a pedagogia e nem substitui o trabalhos deles.
O psicopedagogo é um especialista em Aprendizagem humana e tudo que pode ocorrer para que ela não ocorra em seu processo normal de desenvolvimento, em suma o psicopedagogo é um profissional preparado para lidar com crianças, adolescentes, jovens e adultos com problemas escolares, evasão escolar, transtornos de aprendizagem como distúrbios de leitura e escrita, na matemática ou outro do tipo.
é um profissional que trabalham em múltiplos espaços com objetivo de levar conduzir qualquer sujeito ao caminho prazeroso do conhecimento de forma lúdica.

Onde atua o Psicopedagogo


O psicopedagogo atua em cinco tipo de ambientes educacionais: Espaços Psicopedagógicos Particulares (Clinicas, consultórios e outros) , escolas, hospitais, empresas e instituições assistenciais como NAICAS, AMAS, Associações. orfanatos, abrigos de idosos, instituições de menores infratores, instituições de recuperação de drogas, núcleos de assistência a moradores de rua, núcleo de apoio a vítimas de violência doméstica. penitenciarias, CRAS, Núcleos de assistência psicossociais municipais, dentre outras insituições sem fins lucrativos de direito pública ou privada.


Quando devo procurar um psicopedagogo?



Em todas as situações que o sujeito em qualquer idade precisa de ajuda para aprender. Todos possuem a capacidade de aprender em qualquer idade. O psicopedagogo é um profissional especialista educacional na área da Aprendizagem humana, desta forma se você tiver alguns dos problemas relacionados abaixo procure um psicopedagogo para ajuda-lo a superar tais obstáculos:
Falta de concentração e memória;
Dificuldades na leitura e escrita;
Dificuldades com cálculos, números, noções de lateralidade, tempo e espaço;
Dificuldades de interpretação e de realizar leitura em voz alta;
Notas baixas;
Reprovação escolar
Hiperatividade
Défict de Atenção
Dislexia
Dificuldade de raciocínio lógico e matemático;
Desorganização com material escolar

Estudo sobre psicopedagogia dentro das Escolas

O trabalho do psicopedagogo nas escolas e as incoerências entre a prática profissional e o a formação universitária.
Por Jossandra Barbosa
Psicopedagoga e Neuropsicopedaoga

Depois de conversar com inúmeros profissionais através de e-mail, whatzapp e bate papo nas redes sociais locais percebi um grande erro de interpretação no que comumente chamamos de Psicopedagogia clínica e no relato dos profissionais e suas atuações nas escolas. Dai surgiu-me o interesse em realizar uma pesquisa sobre o tema.
Li cerca de dez livros, artigos, blogs e monografias referente ao que é a Psicopedagogia e encontrei incoerências que mostram erros de interpretação no conceito de psicopedagogia clínica começando na formação dos profissionais nas faculdades e terminam nos livros,  maioria dos textos publicados sobre o assunto. Desta forma os profissionais sentem-se desorientados sem saber na prática como e onde atuar.
Ao fazer o curso de psicopedagogia há duas disciplinas separadas uma de institucional (geralmente primeiro o que é um erro) e a de clinica depois. Nestas disciplinas aprendemse que as duas são psicopedagogias com campos de atuação separadas e distintas, onde a Clinica é realizada em consultórios fechados e não pode ser aplicada na Psicopedagogia Institucional.
Ao passar estes conceitos geralmente os professores usam textos resumidos , com conceitos bem simplificados e sem nenhuma discussão do que podemos entender de clínico e o porque se deu esta diferenciação no Brasil causando uma gritante disparidade entre as disciplinas do curso, a teoria e os estágios e a pratica profissional.
Existem ainda uma separação nas faculdades do curso de psicopedagogia que deveria ser um curso só, passou-se a oferecer dois cursos separados: um de psicopedagogia clínica e outro institucional.
Os cursos de psicopedagogia institucional orientam seus alunos a trabalharem apenas a assessoria psicopedagógica, entretanto durante os estágios os alunos são obrigados a aplicar testes com alunos, fazer devolutivas  com os pais, a escreverem relatórios e a terem conhecimento da parte clínica, já que testes, devolutivas, informes, avaliação e intervenção são considerados instrumentos de trabalho do psicopedagogo clínico. Encontramos aí o primeiro erro. Se os alunos são orientados a fazerem apenas assessoria, como os estágios são clínicos dentro das escolas?
Na verdade os estágios clínicos dentro das escolas não estão errados. O que está errado é interpretação que os cursos e professores estão fazendo do que chamamos de Clínico e a separação da psicopedagogia institucional da clínica como se elas não pudessem andar juntas ou que tenha algo que proíba isto.
Para você é estranho pensar em psicopedagogia clínica dentro da escola?  Parece meio absurdo e incoerente? Mas não é. Investiguei nos livros de Alicia Fernandes, Jorge Visca e Sara Pain e descobri que estes autores falam em clínica porque na Argentina na década de 70, a psicopedagogia vem da área médica e não escolar com exceção da Sara Pain, que tem seu trabalho bem voltado para a realidade escolar. Mas estes autores mostram que os instrumentos de avaliação psicopedagógica podem ser usados nos mais diferentes locais, tudo depende do objetivo e do sujeito, seja ele grupo ou individual. Os trabalhos posteriores em sua grande maioria eram de psicopedagogos ligados a psicologia e que já atuavam em seus consultórios particulares, ou em hospitais públicos.Desta forma percebemos em seus relatos que eles falam de suas experiências naquele ambiente fechado, mas que não excluem as opções de atendimento do clínico em outros ambientes.
Na construção psicopedagógica no Brasil crostrui-se a partir das experiências e orientações dos psicopedagogos argentinos que possuem uma formação com duração em média de 4 a 5 anos, onde são preparados para atuarem no campo educacional e da saúde, muito diferente da formação brasileira que se dá , em sua maioria, nos cursos de pós graduações que vão de cursos com 360 horas a 600 horas, seja presencial com encontros quinzenais ou a distância com ou sem estágios. Em comparação com a formação Argentina a formação dos psicopedagogos brasileira perde no tempo em salas de aulas, em contato em discussões, conhecimento e produções científico. Existem cursos de 360 horas que forma o psicopedagogo clínico que muitas vezes não teve nenhuma formação anterior na área educacional e será lançado no mercado de trabalho para trabalhar com todos os tipos de dificuldades e transtornos de aprendizagem
Classifico a psicopedagogia em quatro tipos diferentes e que não podem ser separadas e que devem ser estudadas juntas em um único curso e aplicados a cada realidade social que o aluno está inserido são elas: A Psicopedagogia Institucional Escolar, Psicopedagogia Institucional Empresarial, Psicopedagogia Institucional Hospitalar e Psicopedagogia Institucional Assistencial e a Psicopedagogia Clinica que vai conter conhecimentos e informações necessárias a serem aplicadas em todos os tipos de instituições.Daremos ênfase neste estudo somente sobre a Psicopedagogia Institucional Escolar.
Nos conceitos publicados em livros sobre psicopedagogia, também dizem que a psicopedagogia clínica atua de forma curativa e a institucional preventiva. Entretanto nenhuma fonte estudada diz que não pode ter processo curativo na psicopedagogia institucional escolar ou nas outras instituições( Como é o caso do psicopedagogo assistencial que trabalha com crianças em orfanatos, espaços multidisciplinares, salas de recursos, etc) . Elas só afirmam que é importante o trabalho preventivo e que o foco do trabalho do psicopedagogo não seja o PROBLEMA DE APRENDIZAGEM do aluno, mas em todos os aspectos que o "problema" está relacionado.
Ao entrevistar profissionais da psicopedagogia de vários municípios encontramos vários profissionais da psicopedagogia inseridos em escolas seja por concurso público ou pela iniciativa privada realizando a investigação das queixas dos professores, avaliação e intervenção com os alunos que apresentam dificuldades, orientando os pais destes alunos ou alunos com necessidades educativas especiais, trabalhando com orientação metodológica para os professores, auxiliando projetos extracurriculares, fazendo assessoria com o planejamento escolar inclusivo, palestras e oficinas aos professores.
O que encontramos na pesquisa que entra em confronto com a teoria da formação é o trabalho de avaliação e intervenção junto com os alunos com dificuldades de aprendizagem, já que muitos afirma que a escola não é um ambiente adequado para realizar estas atividades, que devem ser restritas ao espaço fechado dos “consultórios particulares”.
Se entendermos que o termo clínico, que vem da medicina, significa “ tratamento de doenças” ,e diz respeito a saúde e não a educação, entenderemos que o consultório clínico é um espaço de pessoas doentes. E as pessoas que ali procuram o serviço da psicopedagogia seriam para se curar de uma patologia.
Entretanto as dificuldades e transtornos de aprendizagem ( que são o foco de trabalho do psicopedaogogo) não são considerados pela Organização Mundial de Saúde como doenças. Então concluímos que o “consultório” psicopedagógico não é um lugar de doentes.
 A psicopedagogia abrange a área da saúde e da educação ao mesmo tempo e nunca separadas, como afirma PORTO (2011) “A psicopedagogia é uma área de atuação que integra a saúde e a educação e lida com o conhecimento, sua ampliação, sua aquisição, suas distorções, suas diferenças e seu desenvolvimento de múltiplos processos”, entendemos a parte clinica da psicopedagogia como “tratamento físico, mental e cognitivo” dos problemas de aprendizagem desta forma ela pode acontecer em vários ambientes e não somente nos espaços conhecidos consultórios, que eu prefiro chamar de espaços psicopedagógico.
Outro conceito errado é o que chamamos de consultórios, damos um sentido restrito de um lugar privado de uma clínica médica, veja o que Jorge Visca diz a este respeito: " (...) consultório, significa um âmbito distinto dos quais estamos acostumados: é um lugar qualquer, a rua para quem tem dificuldade para locomover-se na cidade, cada caso em particular." (VISCA, 2010) e continua " em outros termos o consultório é um prologamento do psicopedagogo".
Desta forma o psicopedagogo pode ter um "consultório" em qualquer ambiente institucional basta que ele siga as seguintes orientações "comodidade,segurança, materiais adequados e não-modificação de seus elementos estruturais" ou deve ser um “lugar para receber o sujeito e lhe dar segurança de sua privacidade”. (VISCA, 2010).
Jorge Visca, nos fala em sua teoria da Epistemologia Convergente que o psicopedagogo deve ter atitude clínica em todo e qualquer ambiente de sua atuação e que o método clínico defendido por ele ( onde ele convergiu a psicanálise, a psicologia social e a epistemologia genética) poderia ser usada tanto para atenção a indivíduos de forma individual ou grupal, ou seja os instrumentos trazidos por ele como a EOCA, são instrumentos que não são de uso restrito dos “consultórios particulares” podem sem aplicados nas escolas, nas instituições de recuperação de pequenos infratores, casas assistenciais, com adolescentes, jovens e adultos, desde que voltados para os objetivos psicopedagógico de investigação das inquietudes educacionais.
Toda esta interpretação errada do conceito de psicopedagogia clínica, a restringindo num ambiente fechado e privado (geralmente particular, caro e inacessível ) resultou em uma alarmante diferença entre a teoria da formação e a prática quando o profissional é inserido no mercado de trabalho.
         Os psicopedagogos que atuam na área escolar buscam diagnosticar os problemas que afligem os alunos com históricos de fracasso escolar ( não entendemos aqui apenas a reprovação escolar mas sim a não aprendizagem significativa na idade certa e na séries correspondentes causando as disparidades em algumas salas principalmente em relação a leitura e a escrita que é o grande problema da maioria das escolas). Avaliação esta que tem como objetivo não classificar ou diagnósticos distúrbios e síndromes, mas sim obter uma visão geral do que está acontecendo entre a instituição e o aprendente, procurando entender suas reais competências e necessidades. Dai organizar um projeto de intervenção que vise buscar alternativas entre o professor e estes aluno específicos para que juntos possam conseguir superar tais dificuldades, como também isoladamente mostrar aos alunos como eles podem atingir os níveis de aprendizagem esperado pela escola. Entretanto muitos destes profissionais dizem se sentirem inseguros para realizarem as exigências do mercado de trabalho.
Dentro do que então chamamos de atuação psicopedagógica clinica escolar, entendemos que é uma atuação onde o profissional atua com conhecimentos de avaliação e instrumentos de intervenção psicopedagógica e os utiliza adaptando para a realidade de cada contexto escolar .Podemos  citar a experiência do projeto APE- Atendimento psicopedagógico escolar, que acontecia dentro das escolas municipais de Teresina/Pi onde o psicopedagogo trabalhava diretamente com intervenções clinicas (usando o lúdico) nas diferentes dificuldades de seus alunos e em contato com seus os professores. Projeto, este que foi interrompido na troca de gestão municipal.
Temos, também,  profissionais da rede particular que realizam a parte preventiva e terapêutica com ações frente às necessidades escolares como um todo, mas também individualmente trabalham com as crianças que apresentam dificuldades durante o ano letivo. Ainda temos profissionais que trabalham de forma autônoma oferecendo seus serviços para as escolas e estes atuam duas ou três vezes na semana levando assessoramento e atendimento clínico as escolas.
Muitos municípios estão criando Centro de Referencia para apoio psicopedagógico onde o psicopedagogo atuará de forma clínica. Muitos então defendem que somente esta é a forma correta para a interferência nos processos de dificuldade do aluno por ele estar fora do ambiente escolar. Entretanto discordo de tais afirmações. Vejo, sim, a necessidade da criação deste ambientes que são muito mais “ambientes assistenciais “ do que ambientes psicopedagógicos clínicos” em contra partida se a critica ao trabalho de intervenção do psicopedagogo escolar é contaminação com os problemas da escola, nossa critica a estes centros é a total desvinculação do profissional com a escola. Sabemos que tratar o problema da dificuldade do aluno focando somente este é algo impossível e sem consistência, aliado a isto está a dificuldade dos pais de levarem os filhos a uma outra instituição, pois este alegam trabalho e outros afazeres além da dificuldade de mobilização com transporte e alimentação.
 Elencando ainda problemas destes centros são a quantidade de crianças assistidas, pois até o momento é apenas UM centro para atender todas as escolas o que dificulta o trabalho do profissional psicopedagogo que atende variada clientela de idade, de bairros e as vezes até cidades vizinhas e o número de crianças levando a um atendimento exorbitante de crianças para um profissional e lhe impossibilitando de ter contato com todas as escolas e professores de cada criança.
Tudo isto resulta num número limitado de crianças atendida frente à necessidade do município e na continuidade do processo de fracasso escolar por aqueles que nem chegaram a ter a oportunidade de irem para o centro de referencia. Isto porque a criação do centro de referencia em dificuldade de aprendizagem para apoio interdisciplinar também uma manobra política de não contratar estes profissionais como corpo efetivo da escola.Na teoria, é um projeto muito interessante, mas na prática ainda há muito o que se discutir e criar alternativas para que o trabalho de intervenção psicopedagógica seja alcançado com sucesso. 
Concluímos esta reflexão defendendo a necessidade de discutir os conceitos de psicopedagogia clinica e institucional, assim como o fim da divisão dos curso de psicopedagogia em duas partes.
Acreditamos que há que deve haver uma reorganização dos cursos, assim como fiscalização destes para que assim não ocorra incoerência entre a formação e a realidade do mercado de trabalho. Já que o psicopedagogo é um profissional que sai das faculdades e vai atuar em escolas e outros ambientes educacionais em sua maioria, e precisa conhecer os instrumentos de avaliação de diagnóstico clinico das dificuldades e transtornos de aprendizagem, saber fazer um informe psicopedagógico, devolutivas e encaminhamentos
Finalizo falando brevemente da psicopedagogia Assistencial que cresce no Brasil com a contratação de psicopedagogos, principalmente,  através de concursos públicos para instituições de assistência a crianças, jovens e adultos, tais como só CRAS, NAICAS, APAES, AMAS, abrigo de menores infratores, penitenciárias, instituições de recuperação de usuários de drogas e instituições de casa de repouso para idosos. São instituições que são informalmente escolares com outros objetivos e equipes multidisciplinares. Espaços alternativos onde o psicopedagogo trabalha com terapia de grupos ou de formas individualizadas tanto com forma de prevenção como de intervenção aos problemas educacionais nos aprendentes ali assistidos por estas instituições.
Sendo que a maioria dos psicopedaogos que assumiram posto nestas instituições possuem formação institucional e não tiveram conhecimentos do processo de diagn´soticos e em intervenção das  dificuldades escolares assim como não trabalham disciplinas sobre as diferentes síndromes, transtornos e outros.
Não adianta teorizar e dizer que o psicopedagogo deve trabalhar as relações vinculares nestas instituições, se ele necessita de formação que os dê suporte pra entender os transtornos e dificuldades de aprendizagem em todas as etapas da vida humana, e  de conhecer as técnicas e instrumentos de diagnóstico psicopedagógicos para serem usados nos diversos espaços de atuação com finalidades específicas, o mesmo acontece com as técnicas de intervenção, o uso de jogos, do lúdico, de estratégias de grupos não são de prioridade dos espaços considerados “clínicos tradicionais” mas devem ser repensados e adaptados para os novos espaços terapêuticos que o psicopedagogo está atuando.

Em suma:
Atendimento psicopedagógico clinico escolar é o trabalho preventivo e terapêutico do psicopedagogo dentro das instituições escolares onde há exigência de uma formação que abrange tantos os conhecimentos de teoria vinculares, de relacionamentos sociais , teoria da aprendizagem , desenvolvimento cognitivo, afetividade, mas também conhecimento técnico de avaliação e intervenção psicopedagógica clinica dos diferentes problemas de aprendizagem, que comumente nos referimos na psicopedagogia como dificuldades e transtornos de aprendizagem, assim como conhecimento do processo de intervenção direta com os alunos com Transtornos e dificuldades de aprendizagem ( e não com crianças  especiais ou síndromes).

Este atendimento podem ser feitos em salas destinadas somente a atuação psicopedagógica, com materiais lúdicos,  projetos de apoio psicopedagógico e de assessoramento que vise a instituição como um todo , um trabalho em conjunto com a gestão , coordenação e família. Mas que também ofereça oportunidades mais praticas, mais executáveis e possíveis de que todos possam participar. Desta forma entendemos que as oportunidades profissionais estarão mais abertas e que o com uma formação mais consistentes nos cursos de psicopedagogia ( que deveriam deixar de serem específicos mas obrigatórios a formação completa em clinica e institucional e que na atuação profissional cada escolha a área que deseja mas com conhecimento abrangente das duas áreas).

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
BOSSA, Nadia. A psicopedagogia no Brasil. Editora Arte Médica. São Paulo, 2000.
BEAUCLAIR, João. Para entender psicopedagogia: Perspectiva  atuais e desafios futuros. 3ª edição. Wak editora. Rio de Janeiro, 2009.
CARVALHO, Evodite goncalves (org). Psicopedagogia Institucional e sua atuação no mercado de trabalho.FE/UNICAMP. São Paulo, 2008.
CORDEIRO, Lenalva Oliveira. Teória e Pratica da psicopedagogia clínica. Wak Editora. Rio de Janeiro, 2013.
GOULART, Denise. Psicopedagogia Institucional. Curitiba, 2007.
FAGALI, Eloisa Quadros & VALE, Zélia. Psicopedagogia Institucional Aplicada. Vozes,  Rio de Janeiro. 2003.
LOMINICO, Circe Ferreira. Psicopedagogia Institucional. Ciência e Fé. Edicon, São Paulo,2003. 
PORTO, Olivia. Bases da Psicopedagogia: Diagnóstico e intervenção nos problemas da aprendizagem.5 ed. WAK, Rio de Janeiro.2011.
_______, Olivia. Psicopedagogia Institucional. Teoria, prática e assessoramento psicopedagógico. 4ª Ed. Wak, Rio de Janeiro. 2011
SCOZ, Beatriz. Psicopedagogia e realidade escolar. Editora Vozes, Rio de Janeiro, 1994.
WEISS, Maria Lucia L. Psicopedagogia Clinica. Editora DAP&A. Rio de Janeiro, 1999.
VISCA, Jorge. Clínica Psicopedagógica:Epistemologia convergente. 2ª edição. Pulso Editorial. São Paulo, 2010.
 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O diagnóstico psicopedagógico passo a passo



O diagnóstico psicopedagógico passo a passo

Chamamos de diagnóstico psicopedagógico o processo de investigação de distúrbios, transtornos ou patologias referente a aprendizagem humana, ou seja tem como objetivo descobrir o que pode estar influenciando e prejudicando a bom desenvolvimento humano.
A lei 3512/10 em seu 4º artigo estabelece que o  psicopedagogo(a) deve usar seus próprios instrumentos. Desta forma quais são os instrumentos que o psicopedagogo pode usar?
Os instrumentos psicopedagógicos são:
1. EFES - Entrevista Familiar Exploratória Situacional - Elaborado pela Weiss, 2004.
2. DIFAJ - Sara Pain
3. Anamnese
4. Hora do Jogo- uso da Caixa Lúdica.
5. Eoca - Entrevista Operativa centrada na aprendizagem - Elaborada por Jorge Visca.
6. Provas Projetivas - vinda do uso da psicologia mas com objetivos de investigação de aprendizagem e não de comportamento.
7. Provas Operativas - Também de uso da psicologia  elaborados por Jean Piaget.
8. Provas Pedagógicas

Estes são instrumentos específicos para o psicopedagogo usar, não são muitos mas são importantes que o psicopedagogo conheça profundamente estes instrumentos. Recebo muitas perguntas sobre estes instrumentos, de forma que mostram que os psicopedagogos estão saindo de sua formação sem o conhecimento necessário para a avaliação psicopedagógica e acabam recorrendo a compra de muitos testes caros e sem cursos que ensine sua utilização, tornando ineficazes seus uso.
Desta forma acredito que o uso de testes extras só devem ser usado após o uso dos instrumentos acima citados. Estarei aqui refazendo toda esta página do nosso site. Agora com mais conhecimento , bibliografias e orientações corretas. Veja como serão feitas as postagens.

  • Será mostrado cada instrumento com modelos, bibliografia e vídeo;
  • Discutiremos onde e quando o psicopedagogo usar;
  • Também discutiremos o público, como adaptar cada instrumento para faixas etárias diferentes.
Estaremos discutindo também o que é o diagnóstico nos espaços clínicos, nas escolas e nas instituições assistenciais. Aguardem!!! \Postaremos modelos, dicas de como aplicar.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Alerta - A psicopedagogia não foi Regulamentada

Psicopedagogo(a) você sabia que a psicopedagogia NÃO foi regulamentada? Você sabe o que é preciso para psicopedagogia se torne popular? Então veja este vídeo e entre nesta luta.

domingo, 17 de agosto de 2014

Quanto ganha um Psicopedagogo? O que ele faz? Onde atuar?

Assista esta Palestra de introdução a Psicopedagogia. Venha tirar suas dúvidas sobre: O que o psicopedagogo faz? Quanto ganha? Em que locais trabalha? O que estudo? Onde buscar um curso?
Estas e muitas outras informações você encontra neste vídeo.
Se você gostou compartilhe com seus amigos.Dê sugestão para mais vídeos

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

PALESTRA VIRTUAL COM A PSICOPEDAGOGA KATIA DE PAULA DO DF

2ª PALESTRA VIRTUAL E AO VIVO DO GRUPO PSICOPEDAGOGIANDO

O grupo psicopedagogiando traz mais uma palestra para seus membros. No dia 16 de agosto a partir das 20 horas  psicopedagoga Katia de Paula estará ao vivo direto do Distrito Federal para todos os membros que estiverem on line trazendo excelentes contribuições sobre inclusão de alunos autistas nas salas de aulas regulares.
O proposito desta palestra é analisar não somente a parte teorica mas a prática também, a palestra tem duração de duas horas, é gratuita e o link é enviado para os e-mails dos participantes. para aqueles que não puderem estar presente no dia da palestra, esta fica gravada e você poderá assistir posteriormente. Os membros podem interagir com a palestrante e fazer perguntas através do bate papo.
Os membros terão direito a receber certificado de participação e atualização profissional.
PARA SER MEMBRO DESTE GRUPO E PARTICIPAR DESTE EVENTO CLIQUE AQUI

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PALESTRA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E MOTOR EM CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL


Será realizado no dia 09/agosto  palestra virtual AO VIVO e que você assistir do seu computador com o tema "O desenvolvimento cognitivo e motor das crianças na Educação Infantil as vinte horas. Esta palestra é somente para os membros do grupo psicopedagogiando que receberão o link de participação por e-mail ou via in box. O evento tem certificado de participação e material.
Para ser membro do grupo psicopedagogiando você tem que ter um perfil no facebook e fazer uma assinatura CLICANDO AQUI

sábado, 2 de agosto de 2014

INSCRIÇÕES CURSOS GRATUITOS-AGOSTO


Já estão abertas as inscrições para os cursos de Capacitação Profissional aberto a estudantes e profissionais 

CURSOS GRATUITOS

08/ 08 AS 20:00 HORAS 
CURSO: O TRABALHO DO PSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL.
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

14/08 AS 20:00 HORAS
CURSO: EOCA- ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM NA AVALIAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

17/08 AS 20:00 HORAS
CURSO: OS DESAFIOS DA ANAMNESE PSICOPEDAGÓGICA
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO



CURSOS PAGOS - 

16/08 AS 20:00 HORAS 
CURSO PROVAS: PROVAS OPERATÓRIAS DE JEAN PIAGET APLICADAS NO DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO.
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

23/08 AS 15:00 HORAS
CURSO: A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM E REEDUCAÇÃO ESCOLAR.
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

27/08 AS 20 HORAS
CURSO: BRINQUEDOTECA ESCOLAR E HOSPITALAR
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

30/08 AS 15:00 HORAS 
CURSO: ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO PARA ADOLESCENTES E ADULTOS.
CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Programação das Palestras Virtuais do Grupo Psicopedagogiando


O grupo psicopedagogiando vai oferecer duas palestras por mês aos seus membros a partir de agosto.Veja a programação de agosto:

  • 09/08 - Estimulação Cognitiva e Motora na Educação Infantil
Palestrante: Psicopedagoga Patricia Leuk do Rio Grande do Sul.

  • 16/08 - Os desafios dos professores em relação a inclusão dos alunos com AUTISMO nas salas regulares de ensino.
Palestrante: Psicopedagoga Katia de Paula - Brasilia

Como Participar das Palestras?
As palestras são exclusivas para os membros do grupo psicopedagogiando se você quer ser um membro clique AQUI 

Os membros receberam o link da palestra por e-mail podem assistir e interagir ao vivo ou assistir depois de gravada.


domingo, 20 de julho de 2014

CONCURSOS PARA PSICOPEDAGOGIA INFORMAÇÃO URGENTE


Já algum tempo tenho observado algumas irregularidades nos concursos abertos para a área da psicopedagogia. Buscando entender quais parâmetros eram usados para a construção do edital, com ajuda de um psicopedagogo amigo, encontramos no site da ABPP(http://www.abpp.com.br/parametros-para-a-elaboracao-de-consursos-publicos-para-psicopedagogos) as orientações para que se crie concursos públicos na área da psicopedagogia. Lembrando que a ABPP não representa toda a categoria, apenas seus associados, pois não é um órgão de classe, tal parâmetros deveriam ser feitos por um conselho de profissão(CRPp-Conselho Federal de Psicopedagogia ) que ainda não existe porque a psicopedagogia NÃO FOI REGULAMENTADA

Bem vamos as irregularidades. No quinto capitulo encontramos a seguinte informação:
V – Pré - Requisitos (para ser candidato)
  • Experiência mínima comprovada de 2 (dois) anos na área;
  • Comprovante atualizado de associado por no mínimo dois anos da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp).
 VEJA O QUE DIZ O SITE DA ABPP NO SEU LINK sobre a  adesão a suas ANUIDADES
:
"2.     Somente o associado rigorosamente em dia com suas contribuições terá direito aos descontos nos eventos da ABPp e de seus Parceiros, inclusive à declaração de associado ao órgão de classe, exigido por muito concursos públicos para o cargo de psicopedagogo." FONTE  SITE DA ABPP 

VALE LEMBRAR que a ABPP é uma ONG( INFORMAÇÃO QUE VC TEM ACESSO NO ESTATUTO DESTA ENTIDADE) e não conselho de representação de categoria desta forma nenhum psicopedagogo brasileiro está obrigado a pagar nenhuma taxa PARA atuar profissionalmente.

Estas imposições dos concursos podem ser facilmente derrubadas ela não tem base legal. A lei que traz as diretrizes profissionais da psicopedagogia é a PL 3512/10 e não HÁ nela nenhuma obrigação de se filiar a qualquer instituição.

O capítulo VII  fala sobre o– Salário

"A ser definido pelas autoridades competentes, levando em consideração a realidade de cada região, tomando como parâmetro mínimo a remuneração dos profissionais que integram o corpo técnico das instituições onde serão criados os cargos. "
Existe urgente a necessidade de serem criados os sindicatos dos psicopedagogos em cada Estado brasileiro. Pois são os sindicatos que realização convenções coletivas e podem fixar pisos salarias para a categoria. Deixando em aberto para cada gestor escolher quanto vai pagar sem dar-lhe um padrão causa o que temos visto ultimamente nos concursos, sálarios defasados e incoeerentes com o cargo. Já vi concursos oferecer 840,00 para um psicopedagogo com 40 horas.

É importante que todos os psicopedagogos acordem para o momento político que estamos vivendo na psicopedagogia. Que possamos lutar pela aprovação da lei 3512/10 que encontra-se parada no Senado Federal. Lutar pela criação de um conselho federal E DOS SINDICATOS que representem a classe . Necessitamos de representação política, de popularização de nossos serviços, que concursos não sejam só abertos para escolas, mas para creches, hospitais e que vagas sejam oferecidas em empresas.
ENTRE NA LUTA PELA CRIAÇÃO DOS SINDPSICOPp - sindicatos de psicopedagogia

quarta-feira, 25 de junho de 2014

CURSOS GRATIS-Programação de Julho

PROGRAMAÇÃO DE CURSOS GRATUITOS OFERECIDOS PELO GRUPO PSICOPEDAGOGIANDO E REALIZADOS POR JOSSANDRA BARBOSA

 

TODOS SERÃO ON LINE A DISTÂNCIA E TODOS PODEM PARTICIPAR É LIVRE.

06-07-2014-CURSO de Fundamentos da Psicopedagogia Clinica, Institucional e Hospitalar.

PARA FAZER SUA MATRICULA GRÁTIS CLIQUE AQUI


09-07-2014-CURSO de Caixa Lúdica- Recurso Pedagógico e Psicoterâpeutico de Avaliação Clinica.

PARA FAZER SUA MATRICULA GRÁTIS CLIQUE AQUI


21-07-2014-CURSO de Como montar seu espaço Psicopedagógico de atendimento clínico.

PARA FAZER SUA MATRICULA GRÁTIS CLIQUE AQUI

Duração: 2 horas

Local: Sala de Wibinar no site Eventialis (link de participação enviado por e-mail)
obs: As aulas são ao vivo mas ao fazer sua inscrição vc poderá assistir quantas vezes quiser a qualquer hora depois do dia marcado pq a aula fica gravado.

Matricule-se em quantos cursos quiser , lembre-se depois da data do evento não da mais para se inscrever por isso faça logo a sua.

Cursos Pagos: Matriculas abertas
12-07 - O que são os transtornos de aprendizagem?
Clique para Matriculas  ver o cronograma e horário do curso:

19-07 - Desenho Infantil: como recurso pedagógico e psicoterapêutico
Clique para Matriculas  ver o cronograma e horário do curso:

PARTICIPE DA TURMA 5 DE AVALIAÇÃO DE ESCRITA E LEITURA

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Salas de Encontros Virtuais

O Grupo psicopedagogiando cresceu e mais uma vez traz inovações para interação entre seus membros. O grupo adquiriu uma sala de wibinar. 
Wibinar  é novo meio de  Webconferência onde a comunicação é de uma via apenas, ou seja, somente uma pessoa fala e as outras assistem. A interação entre os participantes é limitada apenas ao chat, podendo conversar entre si ou então apenas enviar perguntas ao palestrante. 
Durante dois anos tivemos encontros dentro do grupo apenas de forma de bate papo. Agora o grupo através do site eventis terá mensalmente um encontro para discussões do grupo.
O primeiro encontro será dia 28/06 as 21:00 Horas (Horário de Brasilia).
O encontro tem como objetivo mostrarmos as novidades de julho de 2014 a julho de 2015. Novas propostas serão lançadas assim como a prestação de contas aos membros que contribuem para manutenção das atividades do grupo.
Para se inscrever gratuitamente para este encontro CLIQUE AQUI e faça sua inscrição é rapidinho.

Este encontro terá a função de reunião. Ano passado colocamos no grupo a proposta DE LANÇARMOS UMA REVISTA do grupo. Conseguimos duas edições do jornal do grupo, agora partiremos para terceira. Na reunião (encontro) discutiremos como lançaremos a revista.

A assinatura anual mudou de 180,00 para apenas 84,00. Explicaremos no encontro esta mudança.

domingo, 8 de junho de 2014

O que é preciso para exercer a profissão de Psicopedagogo

 Para exercer a função de psicopedagogo no Brasil, não há ainda, a necessidade de cadastro, carteira  ou filiação a nenhuma associação ou outro órgão. Primeiro porque a profissão não foi regulamentada, segundo mesmo que depois da regulamentação não será obrigatório se associar a nenhum órgão pois há uma emenda que retirou esta obrigação, deixando o livre exercício da profissão a todos que possuirem um diploma.
Entretanto devemos lutar  pela criação dos  conselhos federais e regionais (que são autarquias governamentais)  e dos sindicatos de psicopedagogia pois só assim teremos um conselho de classe (aqueles que os concursos pedem). Este órgão PODE  e DEVE organizar a categoria. Cada profissional vai ter um número de inscrição e sua carteira de representação nacional e com validade legal.
Para atuar o psicopedagogo basta ter o curso de psicopedagogia com minimo 450 horas. A lei 3510 não específica se é clinica ou institucional, só o conselho federal é que vai organizar tais funcionalidades, um código de ética da profissão ( o que existe não é o código de ética da profissão mas sim da Abpp) e diretrizes para atuação profissional.
Com a criação dos sindicatos serão realizados as convenções sindicais e serão votados e organizados tabelas de atendimento, piso salarial, carreira salarial e outros assuntos patronais.
 A filiação a associação e sindicatos é um ato voluntário garantido no artigo 5º parágrafo XX da constituição federal que fala sobre as associações diz " (...) ninguém poderá ser compelido(USAR A FORÇA OU SER OBRIGADO) a associar-se ou a permanecer associado.É importante, mas não deve ser feito sob coação ou informações falsas. Uma associação é órgão filantrópico, que tem como função desenvolver um trabalho em prol de todos, mas não de representação profissional como os conselhos e sindicatos, que são instituições jurídicas com esta finalidade esta informação você pode conferir no Estatuto da ABPP (CLIQUE AQUI  PARA LER O ESTATUTO )onde não no artigo de suas atribuições  não há nenhuma clausula que diz a palavra CARTEIRA DE REPRESENTAÇÃO , REPRESENTAÇÃO DE CLASSE, ou seja não são atribuições de uma associação representar a classe mas sim realizar trabalhos científicos e solidários para seus associados.
Sempre informo as pessoas que me procuram a denunciar para os órgãos competentes denuncias como: professores de faculdades que dizem que é obrigatório a seus alunos a se associarem a qualquer instituição para exercer, como planos de saúde que exigem a filiação a alguma instituição que oferece carteiras devemos esclarecer  que NÃO TEMOS ÓRGÃO DE CLASSE se não temos órgão NENHUMA INSTITUIÇÃO PODE exercer tal função.
Não adianta me mandarem recados com tais denúncias se as pessoas que se sentem lesadas não procurarem o ministério público, pois é ele que fiscaliza as associações. As associações devem prestar contar a sociedade, suas contas devem ser públicas e suas ações também.

ENTRE NA LUTA PELA CRIAÇÃO DOS SINDPSICOPp para que juntos possamos lutar para sermos valorizados e representados juridicamente.



Você sabia que os psicopedagogos já tem um número de cadastro no ministério do trabalho? É o CBO.
Para saber que número é este CLIQUE AQUI

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Nova carga horária para os cursos de Psicopedagogia


O  projeto de lei 3512/10 (que regulamenta a psicopedagogia para ver como anda o processo de regulamentação da lei CLIQUE AQUI) trazia um total de 600 horas minima para os cursos de psicopedagogia. Durante o mês de Março/2014 o projeto sofreu alterações e a carga horária ficou fixada em 450 horas. 
Tenho recebido muitas mensagens e email perguntando: " Como ficará a situação das pessoas que fizeram o curso com menos de 450 horas?"
Somente depois que a Presidente Dilma sancionar a lei  é que o MEC se pronunciará. Levantando informações com advogados fomos informados que no Brasil as leis não podem retroagir para prejudicar alguém, ou seja, quem já se formou não será afetado pela lei.
A lei será aplicada para os cursos em andamentos, no período que a lei for sancionada, estes sim devem se adequar e oferecer complementação aos cursos.
Muitos alunos, preocupados com esta situação, já estão procurando as faculdades que estudam para questionar a quantidade de horas, algumas já informaram que não vão alterar a grade da carga horária até a lei ser sancionada.
Nosso conselho para quem vai começar a fazer o curso de psicopedagogia é:"Não faça um curso com menos de 450 horas".

Infelizmente nós, psicopedagogos, perdemos muito com a redução da carga horária. Com uma lei que obrigasse os cursos a ampliarem a carga horária, os novos alunos de psicopedagogia teriam a oportunidade de terem mais tempo de curso, com estágios mais elaborados, mais disciplinas e teríamos uma lei para garantir este direito.
Entretanto sabemos que a psicopedagogia é oferecida como uma especialização ( com ressalva para três faculdades brasileiras que a oferecem como curso de graduação em 4 anos) , e que o MEC estabelece que as especializações devem ter no minimo de 360 horas. 
Ressaltamos aqui a importância da criação do Conselho Federal de Psicopedagogia e suas regionais  e dos sindicatos pois somente com estes órgãos teremos forte representação jurídica e um órgão com competência de organizar a categoria , fiscalizar as faculdades e cursos, expedir carteiras com validade legal e federal além de oferecer cursos e atualizações para os profissionais. 
Aguardamos que o senado federal entenda a importância do projeto 3512/10 e que envie para que a presidente Dilma sancione esta lei e que depois de sancionada todos os psicopedagogos lutem em uma VOZ só "Queremos um CFPp-Conselho Federal de Psicopedagogia e sindicatos".
Abraços a todos. Quem quiser deixar comentários e perguntas basta clicar em comentar estarei respondendo a todos em breve. 
Se você gostou e achou esta postagem importante que tal clicar no símbolo das redes sociais e divulga-las? Conto com vocês.

Att. Psicopedagoga Jossandra Barbosa.