terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

SEMINÁRIO VIRTUAL DE DIFICULDADES E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM

OLÁ AMIGO, O SEMINÁRIO VIRTUAL DE DIFICULDADES E APRENDIZAGENS SERÁ NESTE DIA 21 DE FEVEREIRO E TROUXEMOS ALGUMAS DICAS PARA QUE VOCÊ APROVEITE O MÁXIMO POSSÍVEL DO EVENTO.
1- Em primeiro lugar gostaríamos de lembrar que todo o evento fica gravado por isso se por acaso perder alguma das palestras não se preocupe você poderá assistir quando puder;
2- O valor de 40,00 é ÚNICO PAGAMENTO referente a todas as 7 palestras e aos certificados não há mais nenhuma taxa a mais;
3- Verifique sua caixa de som ou a saída de som de seu notebook;
4- A qualidade de vídeo depende da velocidade da sua internet na hora de transmissão, por isso que fica tudo gravado porque se algum motivo sua net falhar você poderá assistir depois;
5- Ao confirmar seu pagamento o site eventials lhe mandará o link de acesso;
6- Esta é sua tela inicial:

​7- Para assistir as palestras clique no nome da palestra que estão na ordem que acontecerão (de acordo com os horários)


​8- Quando terminar de assistir uma palestra volte para a tela inicial e clique na próxima palestra. Isto é muito importante porque elas não vão aparecer automaticamente.

9- o horário do evento é o de Brasilia a partir das 9:00 (lembrando que as regiões que não possuem horário de verão o evento é uma hora mais cedo)

10- na sala virtual de cada palestra você encontrará o espaço de bate papo onde poderá interagir com os outros participantes e com o palestrante.
Para fazer uma pergunta ao palestra digite # antes da sua pergunta ( isto faz com que o palestrante veja sua pergunta fora do bate papo e identifique com mais facilidade)


11- fica a critério do palestrante responder sua pergunta ou não.

12 - Os certificados serão enviados por e-mail com o nome de cada participante e assinatura digital com 40 hs.

13. O prazo para a entrega dos certificados é de 15 dias após o envento.

14. Se você ainda não pagou seu boleto, acesse sua conta no site eventials e faça gere um novo boleto.

15. Teremos neste seminários especialistas de várias cidades brasileiras discutindo as dificuldades e transtornos de aprendizagens. Também teremos uma palestrante que irá mostrar como adaptar atividades para os alunos que precisam de adaptação curricular.

16. Se você ainda não se inscreveu faça isto agora mesmo CLIQUE AQUI

Participe. Contamos com sua presença.​

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

QUAIS OS ÓRGÃOS DE CLASSE DA PSICOPEDAGOGIA

QUAIS OS ÓRGÃOS DE CLASSE DA PSICOPEDAGOGIA

A Psicopedagogia só possui um sindicato, dois em processos de construção e uma associação de Carter cientifico e não possui Conselho de Profissão. Isto porque a psicopedagogia não é profissão e sim ocupação (atividade econômica).
É importante entender o que é legalmente uma profissão. Para ser profissão a atividade dever ser regulamentada por um projeto de lei.
No Brasil a psicopedagogia luta a mais de vinte anos para se tornar uma profissão. Os primeiros projetos não foram aprovados e atualmente o projeto está sendo analisado no Senado Federal. Muitas e vindas e o projeto perdeu muito a qualidade e quantidade. Varias emendas foram colocadas neste projeto onde retiraram a principal conquista dos psicopedagogos que era o Conselho de Profissão ( CFPp- Conselho Federal de Psicopedagogia).
Uma emenda tramita para retirar a criação deste conselho. Desta forma a psicopedagogia mesmo chegando a ser profissão ficará sem um órgão de controle e fiscalização.
Desta forma estão sendo criados os sindicatos que são instituições que juridicamente representam uma categoria profissional junto com os conselhos de profissão.
A filiação aos sindicatos é voluntária. Pois a constituição assegura a liberdade de filiação a qualquer instituição sindical ou associações. Mas ao filiar os sindicatos é uma forma de manter contato com os outros profissionais, além dos benefícios de atualização profissional, cada um deve estar sempre na luta por melhorias para a categoria.
Desta forma devemos continuar acompanhado o projeto de lei 3512/10 e procurar entender o que ele representa para a psicopedagogia.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Por que eu nunca me associei a ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia)?


Muitas pessoas me perguntam: Por que eu nunca me associei a ABPp(Associação Brasileira de Psicopedagogia)? Então, está aqui a resposta.

A constituição Artigo 5º e pargráfo 20º de 1988, diz " ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;" isto vale para qualquer tipo de associação.

Quando eu fiz meu curso de psicopedagogia alguns  professores  passaram  a informação que era obrigatório para execer a função de psicopedagogo ser sócio desta entidade e que precisávamos de uma carteira que ela expede para podemos atuar no mercado de trabalho. 

Ao entrar em contato com uma amiga já psicopedagoga e já sócia desta instituição ela me mostrou sua carteira quando vi que o número oferecido por esta entidade era o CBO
(código de ocupação brasileira) . Resolvi então estudar mais sobre o assunto.
Durante minha pesquisa tive contato com o estatuto desta entidade, visitei a sede da entidade em 2012 no Piauí e conversei com muitas outras profissionais já atuante na área em várias regiões do Brasil.

Desta forma concluí que:
A Associação Brasileira de Psicopedagogia é uma entidade filnatrópica de caráter científico e que foi e é importante na construção da Psicopedagogia no Brasil , principalmente na realização de eventos e congressos por todo país. 

Entretanto não é OBRIGADO se filiar a esta instituição para exercer a psicopedagogia profissionalmente. 

Todo psicopedagogo precisa entender que:
1- a psicopedagogia não é profissão, mas sim ocupação, pois ela NÃO foi regulamentada;
2 -a psicopedagogia não tem conselho de profissão;
3- os conselhos federais são autarquias criadas pelo governo federal que exerce o papel de emissão de números de registro profissional, fiscaliza e representa uma categoria profissional;
4-O projeto de lei 3512/10 , que está em transmite no senado federal , NÃO FOI aprovado e mesmo que seja não há nele a obrigatoriedade de nenhum registro em qualquer órgão para atuar no mercado profissional seja de forma clínica ou institucional.
5- No projeto de lei não há um artigo que crie o conselho federal ou seja seremos uma profissão sem conselho.

Já que não era obritatório, observei quais eram as vantagens de ser associado e estas não me interessaram, já que eram somente descontos em eventos e receber uma revista.

Outra questão foi o preço, achei muito caro para uma instituição filantrópica e fora das minhas possibilidadades pois como professora de escola pública e iniciante na psicopedagogia ficava impossível pagar quase 300,00 por ano para ser sócio.

O segundo aspecto que me chamou a atenção foi as regras de participação. Umas das regras diz que você é membro simples(efeitvo) durante três a cinco anos(varia de sessões) e somente depois deste prazo você pode ser sócio titular e assim ter direito a se candidatar a cargos na entidade (pois somente titulares e vitalicios podem ser candidatos a qualquer cargo)

 Para se tornar membro titular o membro deve pagar uma taxa além da anuidade  e passar por toda uma série de outras regras como analise de curriculos, participação em eventos nacionais, mensalidades em dia e se fez supervisão, obrigatoriamente, com outro membro desta instituição e comprovar que fez terapia. 

Então tive uma curiosidade e procurei saber quem eram os membros titulares e percebi que um número muito pequeno chegam a receber este título isto nos leva a perceber que as diretorias são compostas pelas mesmas pessoas que só alternam de cargos durante anos.

O terceiro aspecto que muito chamou a minha atenção foi o fato de em vários congressos da entidade haviam membros com que colocavam em seus currículos que são membros vitalícios da instituição, e que estes membros não pagam anuidade (assim como todos os membros da diretoria). 

 Eu particulamente não gostei. Sou contra todo tipo de manutenção do poder. Defendo a democracia, a alternância e o fim de privilégios. Para mim não é homenagem, mas sim privilégios já que não é qualquer membro que chega a este titulo de honraria. 

Como não concordei com estas regras decidi não me filiar ainda mais porque:
1- supervisão (não é obrigatório mas sim indispensável ) pode ser feita por qualquer profissional da área e não há nenhuma legislação que torne a supervisão obrigatória e exclusiva dos membros titulares da ABPp.

2- O CBO 2394-25 é um número do ministério do trabalho é gratuito e todos podemos usar pois é o cadastro da PSICOPEDAGOGIA no MT e todos os psicopedagogos podem usá-los sem precisar de cadastro em nenhuma associação ou outro órgão.

obs: Este número pode ser usado em carimbos, recibos, devolutivas, informes e etc.

Atualmente a sessão Piauí, como as outras, usam um número qualquer que não tem cadastro em nenhum órgão federal é apenas o número de ordem e de inscrição da entidade.

Então, Decedi não me filiar e lutar pela criação de órgãos de classe como os sindicatos como não temos órgão de classe os sindicatos são instituição classista de caratér popular para lutar contra os abusos dos concursos públicos, os baixos salarios, a desvalorização profissional, lutar por uma nova emenda no projeto de lei para serem criados os conselhos, por eventos populares, por material de divulgação mais acessível dentre outros.

Também sabemos que algumas sessões desta entidade estão fazendo alterações em seus estatutos e incluindo nomes como representação, categoria e classe. Estas alterações não mudam o que É uma associação é nem a tornam um órgão de classe. Devemos ficar alerta.

Associar ou não é uma decisão individual que só cabe a cada psicopedagogo ou estudante. 

Eu optei por uma luta pela liberdade. Por uma instituição que não tem cargos vitalicios e onde a única regra é ser PSICOPEDAGOGO.

JOSSANDRA BARBOSA
Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Estado do Piaui

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA



A maioria das pessoas não sabem que a psicopedagogia em outros países é um curso superior de graduação. 
A psicopedagogia no Brasil chegou por volta dos anos 70 como proposta de alternativa na busca pelas soluções do fracasso escolar das escolas públicas brasileiras. 
As primeiras pessoas que buscaram a psicopedagogia já possuíam graduação e já atuavam na área educacional portanto o curso começou com uma proposta de capacitações, nos anos 80 na região sul teve a primeira turma de psicopedagogia como pós-graduação , depois surgiu turmas em São Paulo e hoje todos os Estados Brasileiros as faculdades oferecem esta especialização.
Com a expansão da psicopedagogia e a o crescimento do mercado nesta área as faculdades brasileiras desde 2006 já oferecem o curso de Graduação em Psicopedagogia.
A graduação é um curso mais completo, onde o aluno tem mais tempo e oportunidade para conhecer profundamente os assuntos que cercam está área. Três faculdades no Brasil oferecem esta graduação:
uma pública e duas particulares todas com cursos reconhecidos pelo MEC.
A unica universidade pública que oferece esta graduação é  UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, no nordeste brasileiro. Um curso com excelente qualificação e grupo docente.
A UNIFIO ( Fundação Instituto de Ensino Superior para Osasco) em São Paulo oferece a graduação em psicopedagogia com duração de 6 semestre o valor da mensalidade custa em média 750,00. 
também é oferecido pela UNIVERSIDADE GAMA FILHO no Rio Grande do Sul.

Em todas estas faculdades o aluno é habilitado para atuar em diversos ambientes de trabalho. Acreditamos que em breve o número de faculdades que oferecem esta graduação aumentará, principalmente com a aprovação da lei 3512/10 que tornará a psicopedagogia como profissão. É uma área com mercado crescente e prospero. 




sábado, 24 de janeiro de 2015

TERMINEI MEU CURSO DE PSICOPEDAGOGIA E AGORA COMO POSSO ATUAR?

TERMINEI MEU CURSO DE PSICOPEDAGOGIA E AGORA COMO POSSO ATUAR?

Você terminou seu curso e agora? O que fazer? Como você pode atuar?
consultora: Pp. Jossandra Barbosa
Começar um negócio não é fácil. Geralmente quem é levado a um curso de psicopedagogia trabalha como professor, ou tem outro trabalho. Com exceções daqueles jovens que logo que saem das faculdades e já correm para uma especialização ou aqueles que tiveram a oportunidade de fazer a graduação em psicopedagogia. Desta forma você se vê com outro problema: como conciliar as duas funções, ou até três? Como investir numa área que não sei se vai dar retorno? Devo sair do meu emprego? É certo embargar de corpo e alma neste novo sonho?
A grande maioria dos psicopedagogos, ouso dizer que 95%, são mulheres. Talvez por um conceito errôneo de que a psicopedagogia é pedagogia e psicologia, pois sabemos que vai além destas áreas ou até porque há uma idéia do senso comum de que psicopedagogo é um profissional para as escolas.
 Essas mulheres, por sua vez, chegam a psicopedagogia por volta dos 30 anos (no caso das que fazem pós graduações) já se arriscaram por várias áreas, possuem filhos, maridos, ou já tiveram, desta forma são pessoas propensas a depressão, medo de investir no novo, insegurança e baixa-estima. Essas mulheres passaram por muitas experiências e até problemas de saúde.
Ao pensar em montar um negócio próprio a primeira dúvida é “Será que vai dar certo”. Ninguém sabe.
É necessário ter coragem e enfrentar o processo de mudança, para isso tomar decisões. Para quem está começando sua vida profissional é um desafio empolgante, mas para quem está recomeçando ou continuando é uma barreira gigantesca a enfrentar.
O primeiro passo é o planejamento. É importante que você saiba exatamente que área que investir. Como aqui estamos falando dos consultórios (espaços) psicopedagógicos vamos focar no tema e apenas delinear poucos comentários em outros investimentos da psicopedagogia.
Dentro do seu planejamento pare e pense:
1-    Realmente quero fazer este investimento?
2-    Aceito os riscos?
3-    Tenho meios de investir neste negócio?
Se suas respostas foram sim para todas as perguntas. Você está pronto para seguir adiante.
            A área de atuação Clinica é um grande mercado, mas que se torna difícil dependendo da cidade e região brasileira.
A psicopedagogia precisa caminha para a popularização de seus serviços. Como a população não conhece o que fazemos, não procura nossos serviços.
Desta forma dentro da fase do planejamento procure estudar o seu mercado de atuação no seu município:
1-    Faça uma pesquisa de mercado
·         Visite clínicas
·         Ligue e pergunte o preço de consultas, sessões, promoções, tempo de duração, se aceitam planos e etc;
2-    Faça um gráfico com dos dados obtidos;
3-    Pesquise Preços de produtos (brinquedos, jogos, material de escritório, etc);
4-    Procure um contador;
5-    Organize material de avaliação psicopedagógica (de preferência monte um portfólio clinico ou organize em pastas;
6-    Faça cursos específicos de avaliação e intervenção psicopedagógicos complementares e de capacitação (este curso nunca é o bastante);
7-    Procure o local (pense no estacionamento, paradas de ônibus, questões de segurança, luz, umidade, conservação do local, acesso a deficientes físicos, etc)
8-    Compre os materiais de decoração, ambientalização, bebedouro, birôs, mesinhas (neste material você vai encontrar toda a lista de material a comprar).
9-    Antes de terminar a reforma e decoração já comece a divulgar seu trabalho;
10- Organize seus horários (no início não se afaste totalmente de outros trabalhos que você possui você precisará de uma fonte de renda fixa e segura para cobrir suas despesas pessoais)
11- Busque um (a) profissional para realizar sua supervisão presencial ou à distância, pelo menos duas vezes no mês;


Tudo pronto agora é só começar a trabalhar. Pense sempre positivo. Tenha paciência, perseverança e confie em você. O sucesso só acontece para os que fazem algo diferente, ousam, desafiam e principalmente não desistem.


Meu espaço Ludicidade em Teresina Piaui... Meu sonho que virou realidade.






Depois compartilho mais deste meu pedacinho dos sonhos com vocês. 
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O que é melhor alugar um ponto comercial ou usar um cômodo da sua casa para começar seus atendimentos psicopedagógicos



Psicopedagoga Jossandra Barbosa
jossandrabarbosa@gmail.com

O que é melhor alugar um ponto comercial ou usar um cômodo da sua casa para começar seus atendimentos psicopedagógicos

Um passo importante é a decisão de onde será o seu consultório. Usar um espaço adaptado em sua casa é uma opção mais que você deve levar em consideração alguns aspectos:
1.     Só utilize um cômodo adaptado se você não tiver reais condições de locar um espaço separado;
2.     Adapte o local deixando banheiro para seus clientes;
3.     Trabalhar em casa traz alguns desconfortos como barulho das crianças, intervenção de pessoas da família ou vizinhos;
4.     O espaço adaptado não deve ter vínculo aberto com os compartimentos da casa;
5.     Não deixe seus clientes terem acesso a sua casa. Lembre-se sempre do limite de intimidade que você deve ter com seus clientes e pais.
O tamanho do local alugado ou adaptado será de acordo com suas necessidades. O espaço ideal deve ter uma recepção, duas salas e dois banheiros.
A recepção para o primeiro contato com seus clientes. Uma sala menor para ser usada como espaço de avaliação (consultas) e outra maior para ser usada como intervenção. Os banheiros separados um para seus clientes e um para seu uso pessoal.
Na maioria das vezes encontramos consultórios onde as salas de avaliação e intervenção são a mesma. Entretanto não é o ideal. A sala de avaliação deve ser um local mais neutro, sem muito detalhe de decoração que não disperse seu cliente e nem os pais durante a anamnese, outro detalhe é que você nem sempre saberá que transtorno seu cliente possa ter. Crianças com autismo precisam de ambientes calmos e com menos estímulos visuais assim como crianças com TDAH que se dispersam com facilidade. Já a sala de intervenção pode ser um espaço maior com mesas, cadeiras, tapetes , materiais psicomotores, tudo depende de sua proposta de reabilitação, caso você tenha especialidades extras como psicomotricidade e neuropsicopedagogia pode fazer atendimentos de relaxamento de musculaturas de crianças hipertônicas, trabalhar o desenvolvimento motor com atividades de correr, dançar, pular ou até oficinas de culinária.
Ambientes separados também influencia como a criança interpreta o momento que está vivendo, a intervenção é um momento mais de interação com o terapeuta, onde o contato pode ser maior (terapia com crianças autista exige conhecimentos psicomotores com estímulos visuais, auditivos e afetividade).

Nem sempre conseguimos salas comerciais que conseguíamos distribuir em vários cômodos por isso o aluguel de casas é mais indicado, dependo do lugar pode até se tornar mais barato. E você pode usar os outros cômodos (dependendo do tamanho da casa) para realizar cursos, parcerias com faculdades e oferecer palestras ou outros serviços para auxiliar a renda do espaço.

Dicas para Abrir um consultório psicopedagógico


Consultora: Psicopedagoga Jossandra Barbosa
Até a legalização e regulamentação da psicopedagogia como profissão o psicopedagogo clínico não pode abrir seu consultório como uma clínica.
Atualmente muitos profissionais tem encontrado a solução para seus atendimentos abrindo seu empresa com o nome de CENTRO , NÚCLEO ou ESPAÇO.
Exemplos:
·         Núcleo de atividades psicopedagógicas do Rio de Janeiro;
·         Núcleo de atendimentos de reabilitação cognitiva
·         Centro de atendimentos as dificuldades de aprendizagem
·         Espaço aprender e conhecer
Ou seja. Você não poderá usar o nome clínica mas pode substituí-la por um dos nome acima.
                        O processo legal é semelhante a uma empresa simples. Você deve procurar um contador para ele abrir a firma. Os documentos necessários são RG, CPF e comprovante de endereço, em média custa 450,00 para abrir a a firma e ter o CNPJ e contrato social ( este você pode fazer sozinho ou com um sócio, pode ser limitada, em cotas ou sociedade anônima)
            Se você não quiser uma empresa você pode criar uma ONG (uma associação ou um Instituto) o processo jurídico é quase o mesmo. Pois na ONG você deve reunir no mínimo 10 pessoas, fazer uma reunião, compra um livro ata, fazer a ata da reunião de abertura da ONG, registrar em cartório, depois fazer um estatuto, registrar em cartório e depois tirar o CNPJ.
            Como empresa você estará criando algo seu que poderá deixar para seus descendes, uma ONG não é sua você cria para uma comunidade que será eleita a cada três ou quatro anos.
            Depois de retirada do CNPJ seja a empresa ou ONG vem a parte da abertura de contas em um banco, onde você abrirá sem nenhum recurso para deposito uma conta corrente pessoa jurídica e terá direito a cheque especial. Este fator é importante, pois para gerenciar seu negócio é preciso capital de giro, compra de material e manutenção do espaço e você pode precisar de empréstimos e investimentos.
As vantagens de abrir a empresa é que com seu CNPJ você pode emitir notas fiscais e oferecer outros serviços além da psicopedagogia, como assessoria as escolas, palestras e cursos.




O QUE O PSICOPEDAGOGO PRECISA PARA COMEÇAR A TRABALHAR?

O QUE O PSICOPEDAGOGO PRECISA PARA COMEÇAR A TRABALHAR?
             O sonho da maioria dos psicopedagogos é montar o seu próprio negócio. 90% de uma turma de pós-graduação em psicopedagogia não atuam na área depois do termino do curso. Muitos continuam em salas de aulas, ou são contratados para salas de recursos, coordenação de escolas , outros tornam-se professores de faculdades e afastam-se do sonho de clinicar.
Para atuar na área da psicopedagogia o profissional só precisa de um certificado de graduação ou pós graduação.
Por ser um profissional que atua dentro de clínicas e hospitais pensa-se ser obrigatório um registro em conselho e uma carteira de atuação. O que não é verdade.
A psicopedagogia luta pela aprovação da lei 3512/10 que há vinte anos dá idas e vindas e não foi aprovada no senado federal.
A psicopedagogia não possui conselho de profissão (porque ainda não é uma profissão) e mesmo quando a lei for aprovada não terá conselho porque a não há artigos na lei que obrigue o profissional a pertencer a um conselho e nem há o artigo que crie o conselho.
Infelizmente isto é ruim para a psicopedagogia. Por que quem vai fiscalizar a atuação profissional, as irregularidades e as necessidades da categoria.
Existe a Associação Brasileira de Psicopedagogia, que é uma entidade de caráter filantropíca com objetivos culturais e de formação dos psicopedagogos.
Diante da necessidade urgente de organização do trabalho dos psicopedagogos estão sendo criados os sindicatos de psicopedagogia estaduais. Que são entidades classistas com direito de representar e lutar pela categoria.
Voltando para o que o psicopedagogo precisa para atuar. Ele precisa do seu certificado, pode ou não, é uma decisão individual, se filiar aos sindicatos para assim estarem atualizados sobre tudo o que acontece na profissão.
Na hora de fazer seu carimbo o psicopedagogo pode usar o CBO - CÓDIGO BRASILEIRO DE OCUPAÇÃO que é um número gratuito no Ministério do Trabalho (2394-25).Este numero tem aceitação nacional, não há necessidade de pagar por ele e nem de realizar nenhum cadastro.
O CBO é uma classificação de ocupação do ministério do trabalho onde o psicopedagogo está incluído, este número não é somente da psicopedagogia, mas é um numero GRATUITO, todos podem usar sem nenhum intermediador. 

Entenda o que é o Conselho de profissão de Psicopedagogia


Hoje são milhares de psicopedagogos no Brasil. E muitos são os problemas que cercam a formação e a prática profissional.
Dentre estes problemas está a falta de um órgão de representação de classe para a categoria, não temos um conselho de profissão e apenas um sindicato (SINDPSICOPp-PI).
A criação dos conselhos estava bem perto e foi uma luta de mais de vinte anos, que veio desde da criação do primeiro projeto de lei para regulamentar a psicopedagogia mas foi retirado do projeto final em 2014 veja como tudo isto aconteceu e no final descubra o que podemo fazer contra isso.
Em primeiro lugar você deve entender qual a diferença entre Conselho de Profissão da Psicopedagogia e o Conselho da ABPp ( Associação Brasileira de Psicopedagogia).

Você já deve ter ouvido falar no CFP (conselho federal de Psicologia) , CFM (conselho federal de medicina) , CRA (conselho federal de arquitetura) e por aí vai. Cada conselho federal tem sua representação no Estado é chamado pela sigla CR (Conselho Regional). Estes conselhos são chamados de conselhos de profissão e são autarquias governamentais onde fiscalizam e organizam tudo que envolve uma determinada profissão.

Na psicopedagogia se ouve falar muito do Conselho da ABPp, o que é este conselho? A Associação Brasileira de Psicopedagogia, tanto a nacional como as que existem nos Estados, são instituições jurídicas de caráter filantrópica e científicas. Criada nos anos 80 com o objetivo de lutar pela regulamentação da psicopedagogia e incentivar estudos e produções na área. Desempenhou este papel muito bem, a psicopedagogia cresceu e ocultamente incorporou a ideia de que esta entidade era uma "Espécie" de órgão de classe, ou que representa toda os psicopedagogos.

Muitos psicopedagogos pagam anuidades e recebem carteiras e acreditam que estas valem igualmente como as dos conselhos acima citado.

Temos mostrado que o trabalho valoroso da ABPp e tudo que ela representa na psicopedagogia merece todo o nosso respeito, mas que precisamos entender o papel que lhe cabe e lutar para que a psicopedagogia cresça como organização profissional.

Muitos profissionais ficam confusos porque as pessoas colocam em seus currículos como sendo membros vitalícios deste conselho, ou assinam e-mail como representante deste conselho.

Como associação esta entidade é obrigada a ter um conselho. Como as escolas públicas, uma associação de moradores, de professores, as igrejas e os institutos. Estes conselhos servem para fiscalizar as ações da própria entidade, que apesar de serem filantrópicas movimentam dinheiro seja de pagamentos de taxas, eventos ou anuidades e serviços. Por isso precisam prestar conta para seus conselhos. Assim como estes conselhos são importante na aprovação de compra, venda e realização de ações da entidade. Mas é um conselho fiscal exclusivo para as ações da entidade.

Os conselhos de profissão são entidades jurídicas completamente diferente de conselhos fiscais das associações.



Mas pra entendermos melhor porque o Conselho de Profissão é tão importante, realizamos uma pesquisa e chagamos a conclusão de a atuação dos que estão a frente do projeto é incoerente com suas próprias lutas. Já que foram eles que defenderam a criação de um conselho de profissão desde de 1980. No final da caminhada, interromperam a aprovação para propor a retirada do artigo que cria exatamente nosso órgão maior : o Conselho Federal.

Encontramos na Revista científica de Psicopedagogia V. 17 N. 46 de 1998 o relatório de apresentação do projeto na câmera dos deputados federais. Nos chamou a atenção a justificativa dos representantes dos psicopedagogos da importância da regulamentação da psicopedagogia como profissão.Veja o que foi dito:

Justifica-se neste documento de apresentação do projeto (foi a fala do representante dos psicopedagogos) diz que a profissão precisa ser regulamentada, mas que a necessidade da criação de um órgão para fiscalizar e orientar o exercício da profissão. Mais a frente se acrescenta:

Com a criação do conselho também seria criado as orientações e diretrizes para os cursos, concursos e um código e ética para os profissionais:

Como todas as demais profissões o psicopedagogo seria obrigado para exercer de um cadastrado em um conselho:


O projeto não foi aprovado e somente depois em 2001 encontramos novamente este projeto em atuação:


Encontramos mais um documento com a transcrição original da reapresentação do projeto de lei na câmara dos deputados federais, mas uma vez entra em cena a criação dos conselhos federal e  estaduais.

Mais uma vez o projeto foi recusado. No ano de 2010 ele foi refeito com outra deputada. Mas preservou em sua essência a criação do conselho federal e reginais.Como podemos ver no artigo retirado do projeto 3510-10.

Neste momento queremos trazer algumas reflexões.Este artigo que você leu acima foi modificado. E a parte destacada em verde foi retirada assim como o artigo 3 também foi alterado.

Observe que a alteração do artigo 10 e do artigo 3 são exatamente o obrigatoriedade de criar e se credenciar aos conselhos federais
VEJA COMO O ARTIGO 3 FICOU:

OBSERVE QUE DIZ QUE O PSICOPEDAGOGO PODE EXERCER SUAS ATIVIDADES SEM SE CREDENCIAR A NENHUM TIPO DE INSTITUIÇÃO
VEJA AGORA COMO FICO O ARTIGO 10

Observe que suprimiram (ou seja retiraram os artigos 6,7,8 e 9 ) e o artigo 10 virou o artigo 6 que diz: Esta lei entra em vigor na data de sua publicação
Devemos entender que estas emendas foram depois que o projeto foi aprovado na câmara dos deputados em abril de 2014 no senado federal .
Nosso questionamento é por que depois que foi aprovado o projeto passou por tantas mudanças? Se ele não estava bom como foi aprovado nas duas instâncias governamentais? A quem estas mudanças está favorecendo?
E entretanto sabemos que perderemos muito. Com todas estas mudanças o projeto já foi recusado 35 vezes e não vai a votação.
Mesmo que seja sancionando pela presidência da república esta lei ficou com 6 artigos que não dizem muita coisa sobre nossa profissão. E não será criado o conselho federal e nem os regionais. Porque precisa de uma nova lei já que os conselhos são autarquias governamentais e só sao criados por lei federal.
Mesmo com a lei 3512-10 não teremos representação. Não teremos cadastro em um órgão Não terá fiscalização dos cursos, nem das atividades profissionais, não teremos uma carteira de registro de órgão de classe e nem teremos representação política para sermos valorizados profissionalmente.

Diante de tudo isso,nem tudo está pedido. Ha ainda uma esperança.

Os sindicatos podem organizar a categoria e lutar pelos criação dos Conselhos Federais e Estaduais Pois não devemos desistir e nos acomodar.

Todos os psicopedagogos podem participar, a única regra é ser PSICOPEDAGOGO sem distinção. 

O Piauí já tem seu sindicato. Sindpsicopp-PI e vários outros Estados já estão se organizando.

Os sindicatos de psicopedagogia não são rivais e nem concorrentes de nenhuma associação ou entidade de psicopedagogos. Pelo contrário. É uma importante força democrática, popular, onde a única regra para participar é ser PSICOPEDAGOGO.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES 
sindpsicopp@hotmail.com e whatsapp e tim 86-98224888