segunda-feira, 8 de junho de 2015

O trabalho do psicopedagogo no ambiente hospitalar

O trabalho do psicopedagogo no ambiente hospitalar

Imagem retirada do Google Imagens

Por: Jossandra Barbosa
Psicopedagogia nos ambientes hospitalares ou psicopedagogia hospitalar?
Nos dois últimos anos as faculdades começaram a vendar mais uma fatia da psicopedagogia, que chamaram de psicopedagogia hospitalar. Discordamos deste termo. A psicopedagogia é uma só, tais divisões são interesses em  revendê-la levando o aluno acreditar que elas são varias vertentes , mas é um engano. 

A psicopedagogia é uma única área, onde vê o mesmo conteúdo para todos os ambientes de trabalho. O que difere é a abordagem e os objetivos de cada ambiente. Um psicopedagogo que trabalha num escola, tem objetivos diferentes daquele que trabalha em um hospital, ou numa fábrica de brinquedos e daqueles que trabalham num centro de apoio a menores infratores. Mas o objeto de estudo da psicopedagogia são é o mesmo, A APRENDIZAGEM. 

Desta forma escolhemos o termo psicopedagogia no (ou para o) ambiente hospitalar. Ainda dentro deste tipo de instituição temos quatro tipos de atuação do psicopedagogo que pode atuar a nível ambulatorial ( com avaliação e intervenção direta e terapêutica para a sociedade com dificuldade de aprendizagem e busca o serviço de saúde para tratamento) , nível internações com leitos pediátricos e adultos, nível a instituição como um todo para trabalhar com os funcionários e suas aprendizagens, ou ainda em brinquedotecas ou classe escolares hospitalares.
  • No ambiente hospitalar nível ambulatorial o psicopedagogo é responsável para identificar as causas das dificuldades e possíveis transtornos de aprendizagem , muitas vezes encaminhada pelo pediatra, neuropediatra ou médico do PSF/ESF (Estratégia saúde da Família). Também é responsável pela terapia de intervenção dentro das possibilidades que a instituição oferece como ambiente e material.Como também encaminhar para outros profissionais que o aprendente necessite para dar continuidade e complemento ao tratamento.(Algumas pessoas chamariam este profissional neste nível de psicopedagogo clínico tb discordamos deste termo e preferimos usar psicopedagogo para ambiente de saúde, já que entendemos que a avaliação diagnóstica e intervenção não é feita somente em "clínicas" e sim vários outros ambientes de saúde)
  • No ambiente hospitalar nível internações o psicopedagogo vai atuar junto a pediatria e aos leitos adultos um trabalho de restabelecimentos de vínculos com a aprendizagem , facilitando a volta destes internados para suas escolas, faculdades e trabalho, oferecendo a eles atividades motoras, pedagógicas ou jogos, ludicidade, teatro, dentro das possibilidades de trabalho do hospital, das patologias e grau de enfermidade do internado. Também trabalha mantendo uma relação interdisciplinar com a equipe médica, mantendo o ambiente com auto - estima , humanizado e mais dinâmico;
  • No ambiente hospitalar a nível administrativo o psicopedagogo vai trabalhar os grupos de trabalho dentro do hospital, junto com o serviços de relações humanas e o setor de serviço social favorecendo aos empregados do hospital melhoria de qualidade de vida de suas aprendizagens, auto estima, valorização e respeito como trabalhador. 
  • No ambiente a nível de brinquedotecas ou classe hospitalares o psicopedagogo vai trabalhar com oficinas , atividades motoras, psicomotoras, pedagógicas, projetivas, psicodrama, música, arteterapia com o objetivo de tornar o momento de internação menos estressante tanto para os acompanhantes como para os internados. Como também trabalhar a afetividade entre as equipes de enfermeiros, médicos , pacientes, familiares em um ambiente lúdico, prazeroso, educativo e afetuoso.

Mostramos então que o trabalho do psicopedagogo dentro das instituições hospitalares não é uniforme, nem estático pelo contrario é dinâmico, diversificado e muda conforme o ambiente dentro da instituição hospitalar.  Por isso defendemos o fim dos cursos clínico e institucional (e agora hospitalar) e defendemos um curso de psicopedagogia (que utilize só este termo no certificado) e dentro do programa do curso o aluno possa ter aulas de vários conteúdos desde do processo aprendizagem, abordagens de diagnostico e intervenção, como também conteúdos que envolvam o trabalho dentro das diferentes instituições.Sem discriminações e que dê suporte ao aluno realizar sua atividade de trabalho em qualquer lugar que o mercado lhe ofereça. De forma igualitária e democrática.

domingo, 7 de junho de 2015

Como montar seu consultório psicopedagógico? Dicas e Estratégias.

Como montar seu consultório psicopedagógico? Dicas e Estratégias.


O que é um consultório. Na concepção geral , ou até no senso comum, consultório é um espaço médico. Na psicopedagogia, não é entendido assim. Jorge Visca, importante psicopedagogo argentino com grande influência na psicopedagogia brasileira , escreveu no seu livro Clínica Psicopedagógica que "Consultório é a extensão do psicopedagogo", desta forma não necessariamente é um lugar fechado , todo branco, com cheiro de hospital. 

A psicopedagogia não tem raiz na medicina, pelo contrário sua matriz é na educação. Mas que aliou os conhecimentos de várias áreas da saúde física e mental a fim de solucionar os problemas de aprendizagem.

Pp. Jossandra Barbosa
Desta forma o espaço de atendimento do psicopedagogo pode ser diversificado e de acordo com a instituição que ele trabalha.

Se a instituição é uma Clínica de psicologia ou médica que atende um publico variado, a decoração é mais uniforme com tons neutros e móveis planejados e sofisticados. Já nas escolas a decoração é mais livre , com estímulos visuais e cognitivo. Em empresas são espaços mais adultos , nos hospitais pediátricos são mais lúdicos ou seja , o consultório ( extensão do psicopedagogo-local de trabalho) deve ser construído e decorado de acordo com as necessidade do público e do local que está instalado.

Durante muito tempo, e ainda encontramos em livros, conceitos que psicopedagogia clínica é numa clínica, erroneamente isso se disseminou na literatura psicopedagógica (Para ler mais sobre este assunto CLIQUE AQUI). Clinica é ambiente de trabalho de saúde, clinico é método de investigação e psicopedagogia é área de conhecimento , são conceitos distintos. Então quando digo Clínica psicopedagógica eu estou falando de um lugar onde atendem psicopedagogos.

Para ler o passo a passo e saber como montar seu local de atendimento com dicas sobre decoração CLIQUE AQUI

Psicopedagogia Clínica ou Psicopedagogia no ambiente clínico?É a mesma coisa?

Todo ambiente é lugar de aprendizagem

Psicopedagogia Clínica ou Psicopedagogia no ambiente clínico?É a mesma coisa?
Por: Pp. Jossandra Barbosa

Não. Psicopedagogia clínica não é a mesma coisa que psicopedagogia no ambiente clínico. Psicopedagogia Clínica é uma forma de psicopedagogia vendida erroneamente pelas faculdades e livros.
No Brasil a partir da década de 90 os cursos começaram a vender a psicopedagogia de forma esfacelada em clínica e institucional e há pouco tempo em hospitalar. Todos são uma psicopedagogia só , muda-se a apenas abordagem, mas os conceitos são os mesmos: avaliação e intervenção dos problemas de aprendizagem.

A psicopedagogia é um área ampla e cheia de oportunidades. Clínica é o ambiente de trabalho que o psicopedagogo pode atuar. Além do ambiente clínico o piscopedagogo pode atuar na educação, em empresas, instituições assistenciais do governo e até mesmo o empreendedorismo individual onde o psicopedagogo atende de forma autônoma seja a domicilio como alugando salas comerciais, ou sublocando uma sala em um espaço clínico já estruturado.

Depois de muitas pesquisas comecei a discutir o termo psicopedagogia clínica é passei a defender que ela não existe. Em todos os outros países onde há psicopedagogia ela não tem divisões, é uma única vertente onde o aluno vê todo o conteúdo e depois escolhe que ambiente de trabalho vai exercer a profissão já que está preparado para qualquer situação, seja saúde, educação outro tipo de instituição.

Tal divisão da psicopedagogia no Brasil além de erros conceituais resultou numa formação deficitária e preconceituosa. Ao dividir o curso em institucional e clínico separaram também as disciplinas, retirando o direito do aluno que faz o chamado curso institucional de estudar os tipos de transtornos , as deficiências, o processo de avaliação e intervenção psicopedagógica. Alegando que o psicopedagogo institucional não aplica testes e nem faz avaliação.

São erros de interpretação e que foram repassados em livros e apostilas para os cursos de pós graduações em psicopedagogia.

Vamos fazer algumas reflexões sobre o que é clínico, clínica e a psicopedagogia:

No livro Clinica psicopedagógica ( que é diferente de psicopedagogia clínica) que coloca que clínico é método e consultório é a extensão do Psicopedagogo. Ou seja método pode ser aplicado em qualquer ambiente de trabalho do psicopedagogo.Observe que Jorge Visca escolheu o termo Clínica primeiro, isto porque seu livro tem o objetivo de mostrar como trabalhar numa clínica (que por sua vez é um ambiente de saúde).

Mais uma reflexão que pode ser feita sobre este assunto é que uma clinica é uma instituição, uma escola, uma empresa, uma creche, uma igreja, uma ong, todos são instituições. Quando a literatura a cerca do trabalho do psicopedagogo diz que nas instituições devem ser realizados só trabalho de prevenção não condiz com a realidade do trabalho de vários psicopedagogos espalhados pelo Brasil. Que atuam com avaliação e Intervenção psicopedagógica. e não estão errados, onde há dificuldades e transtornos de aprendizagem o psicopedagogo pode auxiliar os indivíduos a desenvolver habilidades e encontrar formas de restabelecer seus vínculos com a aprendizagem.

Os livros que falam sobre o trabalho do psicopedagogo nas instituições trabalham de forma generalizada, como se todas as instituições fossem iguais, e o psicopedagogo fosse trabalhar da mesma forma em todas elas. A maioria dos livros que são utilizados nos cursos possuem mais de 10 anos, mesmo aqueles mais recente só reproduziram informações e não estudaram o campo de trabalho nos dias atuais , neste intervalo de tempo muitas mudanças ocorreram na psicopedagogia.

O trabalho do psicopedagogo está mais amplo e diversificado, o tipo de instituição que o psicopedagogo se inseriu também se ampliou. Desta forma os conceitos não podem continuar os mesmos: Psicopedagogia clinica é numa clínica e institucional é numa instituição.

Hoje encontramos psicopedagogos trabalhando em penitenciária junto aos população carcerária, em projetos junto a funerárias, à auto escolas, em multinacionais, em fabricas de brinquedos, em hospitais tanto na internação quanto ambulatorial, em berçários, creches ou seja deixou de ser um profissional exclusivo de clínicas médicas ou psicológicas e das escolas.E em todos estes ambientes o psicopedagogo trabalha para desenvolver as habilidades , vínculos e resgata o desejo de aprender naqueles que o perderam.

Outro ponto de discussão é a como a  PL 3512/10 define o psicopedagogo. Neste projeto de lei que propõe a regulamentação da psicopedagogia (Isto mesmo não foi regulamentado) diz que psicopedagogo é o graduado ou pós graduado em psicopedagogia, desta forma você é só psicopedagogo e não clínico e institucional.

Não podemos deixar de falar sobre o preconceito e discriminação que esta divisão causou entre os profissionais, os que fizeram a chamada psicopedagogia clínica passaram a ser chamados de doutor, vestiu jaleco e incorporou a medicina e passaram a ver os que fizeram institucional como inferiores, e estes por sua vez passaram a acreditar que seu trabalho era mais voltado para escolas e fundiram-se com a função do coordenador da escola.

Muitas pessoas me fazem as seguintes perguntas:

  1. Eu fiz só psicopedagogia clínica posso trabalhar numa escola?
  2. Eu fiz só institucional posso montar meu espaço psicopedagógico?
  3. Eu fiz clínica  ou eu fiz intitucional posso me inscrever num concurso para escola?

Todas as respostas são SIM. Legalmente qualquer psicopedagogo pode abrir uma empresa e montar um espaço psicopedagógico, como qualquer um pode se registrar como autônomo na prefeitura de sua cidade, alugar uma sala, ou sublocar um consultório já existente.Entretanto é necessário que o psicopedagogo busque se capacitar buscando os conteúdos que foram deficitário em sua formação.

A grande chave é a formação do psicopedagogo, ele deve estar preparado para lidar com os ambientes, pessoas e ter conhecimento técnico sobre os métodos de trabalho da psicopedagogia.
Optamos por chamar o trabalho do psicopedagogo clínico pelo trabalho no ambiente de saúde/ clínico, já que vários são os ambientes de saúde como exemplo as internações hospitalares, as classes hospitalares , as brinquedotecas hospitalares, as casas de atenção ao idoso(asilos) e em todos esses ambientes o trabalho do psicopedagogo é possível e com objetivos diferentes.

Como ambiente de saúde/ clínico consideramos os consultórios particulares, as clínicas médicas , de psicologia ou de fonoaudiologia e o trabalho desenvolvido em centro de aprendizagens que possuem convênios com o sistema SUS.

OBS: Os espaços psicopedagógicos , núcleo de atendimentos e outras denominações não são considerados como ambiente de saúde mas sim educacionais.

Leia mais sobre o assunto:
Como trabalho o psicopedagogo no ambiente clínico.

No vídeo abaixo veja reflexões sobre os conceitos psicopedagógicos.
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O que é o CBO de psicopedagogia?
Concurso para 96 vagas para psicopedagogia.
Passo a passo da avaliação diagnóstica

Apoio:


sábado, 30 de maio de 2015

Concurso com 96 vagas para psicopedagogia

Concurso com 96 vagas para Psicopedagogia


O Estado da Paraíba mais uma vez saindo na frente no que diz respeito a psicopedagogia. Ainda neste ano foi aprovada a Lei  Nº 134/2013, que criou o cargo de Psicopedagogo na Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (sedec) agora a prefeitura anuncia o maior concurso da história da psicopedagogia com total de 96 vagas (diferente de Sp que já informou que não vai abrir concurso e no Ceará onde algumas leis municipais foram aprovadas desde de 2013 mas até agora nada de editais para concursos).
É importante dizer que o Estado da Paraíba há bastante tempo se destaca no setor psicopedagógico, desde 2009 foi pioneiro, no setor público, em oferecer o curso de graduação em Bacharelado em Psicopedagogia com um curso com duração de 4 anos onde o aluno sai formado com todo conteúdo e apto para trabalhar nos mais diversos ambientes de trabalho que possa ser inserido o psicopedagogo.
Temos falado muito sobre a formação do psicopedagogo que vem sendo feita erroneamente a muitos anos, onde as faculdades dividiram o curso em etapas dificultando o acesso aos conteúdos e enviando mão de obra para o mercado de trabalho desqualificada. Não por culpa do aluno mas porque ele não tem chance, na maioria das cidades, de fazer um curso completo onde possa ver todas as disciplinas do campo da saúde , da educação  e das mais diversas tipos de instituições que o psicopedagogo pode atuar ( Aqui reforçamos a necessidade de acabar com os cursos clinico e institucional e serem substituído por cursos de Psicopedagogia com 600 h completo-sem designação clínico e institucional-  onde o aluno tenha todos os conteúdos , com estágio e oportunidade de ter um diploma onde poderá escolher que ambiente de trabalho quer exercer a profissão no caso dos especialistas)
O Estado da Paraíba é o segundo estado a ter em formação um sindicato de psicopedagogia, representado por especialistas e graduados que lutam pelos direitos trabalhistas e pela valorização da carreira.
A universidade Federal da Paraíba também anuncio há pouco tempo a construção de uma Clinica Escola Psicopedagógica para os alunos do curso de psicopedagogia desta instituição mostrando o resultado da luta do C. A , professores, coordenadores e gestores da UFPB e do curso de psicopedagogia. 
Desta forma só temos que parabenizar os psicopedagogos paraibanos. E aguardar pelo edital do concurso. Torcemos para que este edital seja democrático, onde não haja diferenciação entre graduados e especialista já que segundo a PL 3512/10 "psicopedagogo é graduado ou especialista com graduação em pedagogia, fonoaudiologia, psicologia e portadores dos cursos de licenciatura" ficando assim o direito de qualquer psicopedagogo concorrer ao cargo. 
Infelizmente a maioria dos concursos tratam os psicopedagogos de forma discriminatória e preconceituosa diminuindo as oportunidades de concorrência exigindo cursos de graduação em pedagogia e psicologia. 
Pior ainda quando exigem registro em conselho já que os psicopedagogos não possuem órgão de registro federal e agora recentemente é que estão sendo criados os sindicatos de psicopedagogia.
A luta pela valorização e respeito aos trabalhadores em psicopedagogia começa a ter grandes conquistas. Resultado da união e luta daqueles que acreditam na profissão.
Nossos parabéns ao Estado Paraíbano e aguardamos o lançamento do edital municipal para divulgarmos para nossos milhares de seguidores. 

Atenciosamente , Jossandra Barbosa.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O que é a Psicopedagogia Popular

O que é a Psicopedagogia Popular?



Entendemos que popular significa chegar ao POVO. Povo é toda a população e não apenas uma parte dela. Psicopedagogia Popular é a luta pela valorização do psicopedagogo, reconhecimento da profissão mas acima de tudo a divulgação do que é a psicopedagogia.

Durante muitos anos somente pessoas de alto poder aquisitivo levavam seus filhos aos tratamentos psicopedagógicos, poucos trabalhos públicos foram realizados. As discussões da área centravam em alguns congressos e encontros anuais com altos custos de participação, altas taxas de filiação a entidades de psicopedagogia, centralização de decisões em poucos grupos de destaque na área psicopedagógica fizeram com que milhares de alunos saíssem frustados de seus cursos por não encontrar vaga no mercado de trabalho ou por tantas barreiras burocráticas para atuar como profissional o que resultou em uma grande parcela de psicopedagogos que abondaram a psicopedagogia ou não acreditaram e nem lutaram por ela.

 Uma pergunta que norteia a psicopedagogia popular é: Como vão reconhecer o nosso trabalho se a sociedade não sabe o que podemos fazer por ela ou se mesmo os psicopedagogos não sabem seus direitos e deveres e nem como lutar pela profissão?

As respostas a estas perguntas são lemas da Psicopedagogia Popular. Levar os conhecimentos da Psicopedagogia a todos e a qualquer lugar.Principalmente ao profissional psicopedagogo.

A psicopedagogia Popular defende:
  •  que a psicopedagogia deve estar presente em todos os ambientes de trabalho humano ( institucionais, empresas, clínicos, hospitalares, assistenciais, voluntariados, etc) como também em ambientes como Igrejas, Projetos Sociais, Shoppings, Novelas, Telejornais, Revistas , Livros , numa conversa nas calçadas, ou seja em todo lugar.
  •  a reorganização dos cursos de psicopedagogia para que não sejam ofertados disciplinas separados (como acontece hoje onde se separa clínico e institucional). Entendemos como clínico método e clínica ambiente de trabalho desta forma o curso de psicopedagogia deve ser completo e deve oferecer ao psicopedagogo todo o conteúdo para que ele possa usar em qualquer ambiente de trabalho. 
  •  a criação dos sindicatos de psicopedagogia por todo o Brasil a fim de lutar pelos direitos trabalhistas do psicopedagogo de trabalha de forma autônoma ou privada.
  • a criação de um conselho federal de profissão para organizar os profissionais e assim surgir diretrizes profissionais;
  • abertura de mais concursos para psicopedagogos para as escolas públicas.
  • a inclusão do psicopedagogo do sistema único de saúde ambulatorial e de internação pediátricas.
  •  a criação de mais cursos de Psicopedagogia em nível de graduação nas universidades públicas e privadas.
  • a inclusão dos atendimentos psicopedagógicos terapêuticos nos planos de saúdes.
  • a criação de centros municipais de atendimentos psicopedagógicos para atender as crianças com dificuldades e transtornos de aprendizagem oriundas do ensino publico.
  • acessibilidade de informação sobre a profissão aos psicopedagogos.
  • eventos populares de capacitação profissional.


Sonhamos com uma psicopedagogia para todos, em todas as cidades brasileiras, onde o profissional de psicopedagogia possa identificar-se com a profissão, amá-la e lutar por ela. Sendo valorizado e remunerado adequadamente.

Desta forma todas as ações descritas nesta página mostram que é possível levar a psicopedagogia para ambientes fora de congressos, salas de aulas ou cursos de formações. Mostra mais ainda que as pessoas têm sede de conhecimento e se encantam com a psicopedagogia quando às apresentamos seus benefícios. 

Acreditamos que se a População Brasileira como um todo, em todas as camadas populares conhecerem o trabalho do psicopedagogo o trabalho deste profissional vai ser mais requisitado. Mais cargos nos postos de saúde serão ofertados, mais escolas vão contratar este profissional, mais concursos irão trazer vagas para o psicopedagogo além de que mais clientelas terão os que atendem em espaços clínicos. 

Mas também defendemos que o psicopedagogo seja um profissional acessível. Que ele possa contribuir com seus conhecimentos com outras áreas, trabalhando em equipes multidisciplinares sendo respeitado e conhecendo os limites de sua função.

Quantas pessoas somente no Brasil não conhecem a psicopedagogia? Quantos deixaram de aprender porque não tiveram a oportunidade de diagnóstico e intervenção precocemente ou de um professor com um olhar diferenciado para as dificuldades de aprendizagem.

Sabemos que esta não é uma luta fácil. Também sabemos que ela é possível. Ela já começou. Agora brotou o desejo do seu coração de fazer parte deste grande movimento. Venha para a psicopedagogia popular. Seja um defensor da psicopedagogia para TODOS.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA TODA A TRAJETÓRIA DO MOVIMENTO POPULAR EM PSICOPEDAGOGIA E PARTICIPE DO I CONGRESSO DE PSICOPEDAGOGIA POPULAR EM 2015

sábado, 25 de abril de 2015

Lista dos conteúdos para Concursos de Psicopedagogia.

Hora de se preparar e estudar. Muitos concursos estão surgindo e cada vez mais o psicopedagogo vem sendo uma das áreas em crescimento. Apesar do número de vagas ainda serem pequenas mas quem quer investir na área de concursos a hora de começar estudar é AGORA.

 A maioria dos concursos para psicopedagogos são municipais para escolas ou para centros de assistência psico-social e pagam uma faixa salarial de 2400,00 para 40 horas. Entretanto no mês de março o SESI de Roraima fez um concurso e abriu duas vagas para psicopedagogo com uma remuneração de 4200,00 para 30 horas e não houve nenhum psicopedagogo aprovado. Isso nos leva a algumas reflexões como capacitação e qualidade dos cursos de psicopedagogia. 
Ninguém sai pronto para o mercado de trabalho das faculdades (pelo menos deveria) mas a realidade está bem longe da teoria. Desta forma é preciso comprar livros, fazer cursos, participar de congressos, seminários, grupos de estudos, fazer trabalhos voluntários para ter mais conhecimento sobre a prática psicopedagogica.

A psicopedagogia é uma área nova, frente as demais profissões que já estão no mercado de trabalho por séculos. Desta forma é preciso que a população conheça e reconheça a importancia deste profissional nos mais diversos ambientes humanos.

Geralmente as pessoas reenvindicam ao governo por professores, médicos, dentistas mas por não conhecerem o psicopedagogo, ninguém faz referência deste profissional que atua tanto na educação como na saúde, com prevenção , diagnóstico e intervenção. Desta forma não há inclusão deste profissional nas equipes de saúde, escolas, creches, empresas, hospitais , CRAS, SASCs , presídios, abrigos e etc.

Vejamos as principais funções do psicopedagogo:

  • Executar trabalhos dirigidos às crianças e adolescentes com distúrbios de aprendizagem;
  • Realizar atividades de grande complexidade envolvendo diagnóstico e intervenção dos problemas relacionados as dificuldades de aprendizagem;
  • Elaborar e executar projetos de prevenção dos transtornos de aprendizagem;
  • Investigar a queixa da instituição através do diálogo para com as pessoas envolvidas;
  • Analisar a instituição e a aprendizagem através de uma abordagem interdisciplinar; 
  • verificar a situação observada em relação ao processo de aprendizagem das pessoas envolvidas na instituição;
  • Realizar encontros com os sujeitos diretamente envolvidos, desvendando situações problemáticas apresentadas, buscando a partir daí a melhor solução para o impasse;
  • Realizar diagnóstico dos prolemas de aprendizagem e  encaminhar para profissionais de outras áreas (assistentes sociais, psicólogos, neurologista) quando necessário;
  • Colaborar e  instrumentar supervisores, professores e diretores com leituras, discussões, trocas, observações, onde possam intervir no processo de construção do saber; realizar outras tarefas correlatas.
  • Desenvolver atividades em grupos com outros psico-terapêutas a fim de ajudar nos assuntos relacionados a não aprendizagens dos integrantes do grupo;
  • Desenvolver projetos que ajudem os indivíduos que sofrem com dislexia, hiperatividade e outros transtornos que afetam a aprendizagem a superar suas dificuldades e assim restabelecer seu vínculo com a aprendizagem;


Dicas de Leitura:

  • A identidade profissional do especialista em educação. 
  • As concepções de aprendizagem, currículo e avaliação no contexto escolar.
  • Pedagogia da inclusão. 
  • A importância do especialista em educação nos Conselhos de Classe. 
  •  O especialista em educação e os órgãos colegiados. -
  •  Distúrbios de aprendizagem: Dislexia, discalculia, TDAH, distorgrafia, 
  • Educação inclusiva, - Relações interpessoais, - Legislação educacional vigente (nacional, estadual e municipal), 
  • Desafios do cotidiano escolar
  • Indisciplina e Bullying
  • A importância do lúdico no processo ensino aprendizagem
  • A psicopedagogia no Brasil_ Nadia Bossa
  • As modalidades de Aprendizagem
  • O desenvolvimento psico-sexual da criança- Sigmund Freud
  • O desenvolvimento da leitura e da escrita - Emilia Ferreiro
  • O desenvolvimento Psicomotor- Victor da Fonseca
  • O desenvolvimento psicológico e cognitivo infantil - Jean Piaget
  • O fracasso e o sucesso escolar
  • Dificuldade ou transtornos de aprendizagem




Sugestão Bibliográfica:

LUCKESI, Cipriano Carlos - Avaliação da aprendizagem escolar - Ed. Cortes - São Paulo, 1999;
HOFFMANN, Jussara - Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade - Ed. Mediação - Porto Alegre, 1993;
 PERRENOUD Philippe - Construir as competências desde a escola Ed. Artes Médicas - Porto Alegre - 1999.;
 FREIRE, Paulo - Pedagogia da autonomia - saberes necessários à prática educativa - Ed. Cortez - São Paulo - 1998.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB Nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. BRASIL MEC - Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Fundamental - Brasília - 1996.
BRASIL - MEC Parâmetros Curriculares Nacionais - Terceiro e Quarto ciclos: temas transversais - Brasília, 1998; COUTINHO, Maria Tereza da Cunha - MOREIRA, Mércia - Psicologia da Educação - Ed. Lê - 1992.;
ALVES, Nilda e outros - Educação e Supervisão, o trabalho coletivo na escola.;
SOLE, Isabel - Orientação educação e intervenção psicopedagógica - Ed. Artes Médicas.;
VEIGA, lima Passos - Escola Fundamental, currículo e ensino - Ed.;
ROJO, Roxane - Alfabetização e letramento - Ed. Mercado de Letras.;
SOARES, Magda - Letramento - Um tema em três gêneros - Ed. Autêntica.;
Revista Nova Escola - Junho/Julho - Pag. 13 a15 - Emília Ferreiro - O ato de ler evolui.;
 Revista Nova Escola - Agosto 2001 - Pág. 48 a 51 - Pedro Demo - É errando que se aprende.;
Revista Nova Escola - Setembro 2001 - Pág. 12 a 19 . Denise Pellegrini - Ler e escrever de verdade - Fala mestre - Ana Maria Machado - A literatura deve dar prazer, Pág. 21 a 23.
Chamat, Leila Sara José. Técnicas de diagnóstico psicopedagógico: o diagnóstico clinico na abordagem integracionista. Editora vetor:1 ed.sãopaulo, 2004. 
Weiss, lucia l. Psicopedagogia clinica: uma visão diagnostica dos problemas de aprendizagem escolar. 5 ed. Editora dp&a. Rio de janeiro, 1997.

Outras leituras mais especifica da psicopedagogia:

Psicomotricidade Aplicada na Escola, A Martha Lovisaro
Psicomotricidade e Educação Especial  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade e Neuropsicologia Vitor da Fonseca
Psicomotricidade e o Idoso, A Fátima Alves
Psicomotricidade em Grupo Aline Kabarite e Vera Mattos
Psicomotricidade Escolar  Carlos Alberto de Mattos (org.)
Psicomotricidade Filogênese, Ontogênese e Retrogênese Vitor da Fonseca
Psicomotricidade na Saúde  Carlos Alberto de Mattos e Ana Maria Heinsius (org.)
Pedagogia Empresarial – Atuação Amélia Escotto A. Ribeiro
Pedagogia Empresarial – Formas e Contextos  Izolda Lopes (org.)
Pedagogia Empresarial Nas Organizações que Aprendem José Abrantes
Pedagogia Empresarial Por Quê? Para Quê? Izolda Lopes 
Transpsicomotricidade Psicomotricidade  Marta Lovisaro e Eduardo Costa
Transtorno do Assédio Moral-Bullying Dirceu Moreira
Transtornos de Comportamento e Distúrbios Lou de Olivier
Transtornos do Desenvolvimento e da Comunicação - Autismo - estrátegias e soluções práticas Miguel Higueira Cancino
Transtornos do Desenvolvimento e Deficiência  Rogério Drago (org.)
Temas Interdisciplinares na Educação  Luiza E. L. R. do Valle, Quézia Bombonatto (orgs.)
Teoria e Prática da Psicopedagogia Clínica Lednalva Oliveira Cordeiro
Teoria e Prática em Psicomotricidade  Geraldo Peçanha de Almeida
Vencendo as Dificuldades de Aprendizagem Escolar Maria Lucia Lemme Weiss e Alba Weiss
Vida de Autista Nilton Salvador
Transtornos e Dificuldades de Aprendizagem Simaia Sampaio e Ivana Braga de Freitas
Temas Interdisciplinares na Clínica  Luiza E. L. R. do Valle e Kátia Osternack Pinto (orgs.) 
TDA-H Transtornos de Deficit de Atenção e Hiperatividade Clarice Peres
Síndromes - Conhecer, Planejar e Incluir Rogério Drago (org.)
Sob Comando do Cérebro  Marta Pires Relvas
Reunião de Pais e Mestres - organização e planejamento Selma Inês Campbell
Que Cérebro é Esse Que Chegou à Escola? Marta Pires Relvas (Org.)
Psicomotricidade: Corpo, Ação e Emoção  Fátima Alves 
Psicopedagogia Clínica Bianca Acampora
Psicopedagogia e Arteterapia  Lou de Olivier
Psicopedagogia Empresarial  Marília Maia Costa
Psicopedagogia Hospitalar  Olivia Porto
Psicopedagogia Hospitalar Diagnótico Bianca Acampora
Psicopedagogia Institucional  Olivia Porto
Psicopedagogia No Brasil, A Nadia A Bossa
Psicopedagogia e Neurociência Danielle Manera Ramalho
Psicopedagogia: Trabalhando Competências João Beauclair
Protocolo Neuropsicopedagógico de Avaliação Cognitiva das Habilidades Matemáticas Laerte Fonseca
Psicanálise e Hospital - a responsabilidade da Psicanálise diante da Ciência Médica Glauco Batista, Marisa Decat de Moura e Simone Borges de Carvalho
Psicanálise e o Trabalho com a Criança-Sujeito no avesso do especialista Sandra Francesca Conte de Almeida e Maria Cristina Machado Kupfer
Psicanalistas e Educadores - tecendo laços Ruth Helena Pinto Cohen (org.)
Para Entender Psicopedagogia  João Beauclair
Neuropsiquiatria: Infância e Adolescência  Luiza E. L. R. do Valle e Eduardo L. R. do Valle (orgs.)
Neurociência e Sequência Didática Para Educação Infantil Geraldo Peçanha de Almeida
Neurociência e Transtornos de Aprendizagem  Marta Pires Relvas
Neurociência na Prática Pedagógica Marta Pires Relvas
Necessidades Educacionais Especiais Heber Maia (org.)
Neurociência e Educação  Marta Pires Relvas
Manual de Observação Psicomotora Vitor da Fonseca
Mandala - O uso na arteterapia Maida Santa Catarina 
Mandalas - Construindo Caminhos Regina Fiorezzi Chiesa
Ler, Leitura Escrita Reeducação Rafael Silva Pereira
Jung: Caminhar Pela Psicologia Analítica  Sandra Regina Santos (org.)
Jogo de areia Teresa Messeder Andion
Ensinar é Acreditar  João Beauclair
Ensinando com Letras e Sons Sandra Puliezi
Educação e Psicanálise  Jane Patrícia Haddad
Do Fracasso Escolar ao Sucesso na Aprend. João Beauclair
Discalculia - Superando as dificuldades em aprender matemática  Ana Maria Antunes de Campos
Dislexia na Educação Infantil Sirlândia Teixeira e Solange Martins
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Dislexia: Novos Temas, Novas Perspectivas Vol. II Luciana Mendonça Alves, Renata Mousinho e Simone Aparecida Capellini
Distúrbios de Aprendizagem e de Comportam.  Lou de Olivier
Dificuldades de Coordenação Psicomotora na Criança Vitor da Fonseca
Dificuldades de Aprendizagem a Psicopedagogia na relação sujeito, família e escola Simaia Sampaio
Dificuldades de Aprendizagem em Leitura e Escrita  Geraldo Peçanha de Almeida
Desenho Infantil, O - Entenda como a criança se comunica por meio dos traços e cores Nancy Rabello
Como se Aprende? Estratégias, Estilos e Metacognição  Evelise Portilho
Competências e Habilidades  Maria C. de Mello e Amélia E. A. Ribeiro (orgs.)
Como Aplicar a Psicomotricidade  Fátima Alves (org.)
Classes Hospitalares Janine Marta Coelho Rodrigues
Cérebro e Aprendizagem - um jeito diferente de viver Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Cérebro Vai Para a Escola e o Coração Vai Junto Rosita Edler Carvalho
Brinquedoteca Hospitalar  Drauzio Viegas (org.)
Brincando na Escola, no Hospital, na Rua...  Edda Bomtempo, Elsa G. Antunha e Vera B.Oliveira (orgs.)
Brincar de Aprender  Luiza Elena L. Ribeiro do Valle
Brincar é Saúde - o lúdico como estratégia preventiva Vera Maria Barros de Oliveira e Aidyl M. Queiroz Pérez-Ramos (orgs.)
Avaliação Psicopedagógica - História de um percurso Anete Fernandes
Avaliação Psicopedagógica Recursos Para a Prática Rosa Maria Junqueira Scicchitano
Avaliação de Desempenho - um programa sem medos Ana Maria Leandro 

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Todos os concursos exigem conhecimentos básicos de informática então os assuntos que mais são exigidos são:

  1. Conceitos básicos de operação de microcomputadores.
  2. Conceitos básicos de operação com arquivos em ambiente de rede Windows.
  3.  Noções básicas de operação de microcomputadores e periféricos em rede local. 
  4. Conhecimento de interface gráfica padrão Windows.
  5.  Conceitos básicos para utilização dos softwares do pacote Microsoft Office, tais como: processador de texto, planilha eletrônica e aplicativo para apresentação e Excel.
  6.  Conhecimento básico de consulta pela Internet e recebimento e envio de mensagens eletrônicas.
  7.  Backup, pen drive, HD Externo. VIII- Vírus e etiqueta relacionada a e-mails.

 Abaixo está a relação dos principais assuntos que são exigido para nivel superior na língua portuguesa.

1 Leitura, compreensão e interpretação de texto.
2.Vocabulário: sentido denotativo e conotativo, sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia e polissemia .
3.Variantes lingüísticas, linguagem oral e linguagem escrita, formal e informal,gíria. 4.Ortografia: emprego das letras e acentuação gráfica
 5.Fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafos e implicações na divisão de sílabas.
6.Pontuação : emprego de todos os sinais de pontuação 
7.Classes de palavras: Pronomes: classificação , emprego e colocação pronominal(próclise , ênclise e mesóclise), classificação e flexões, englobando toda a morfologia e flexões, inclusive substativos ; Verbos: emprego dos modos e tempos, flexões dos verbos irregulares,abundantes e defectivos,vozes verbais; Preposições:relações semânticas estabelecidas pelas preposições e locuções prepositivas,o emprego indicativo da crase; Conjunções : classificação , relações estabelecidas por conjunções e locuções conjuntivas.
8.Termos da oração: identificação e classificação
 9.Processos sintáticos de coordenação e subordinação, classificação dos períodos e orações.
10. Concordância nominal e verbal.
11.Regência nominal e verbal.
12.Estrutura e formação das palavras. 
13. Manual de Redação da Presidência da República: Parte I - As Comunicações Oficiais - Capítulos I e II.

Sugestão Bibliográfica:

Livros didáticos:
AMARAL, Emília; FERREIRA, Mauro; LEITE, Ricardo; ANTÔNIO, Severino . Novas Palavras .São Paulo:FTD ,2005
CEREJA, William Roberto ; MAGALHÃES,Thereza Cochar. Português : Linguagens São Paulo:Atual ,2005 (volume 1, 2, 3) FARACO, Carlos Emílio ; MOURA,Francisco Marto.Português. Série Novo Ensino Médio. São Paulo:Ática ,2001(volume único) Qualquer coleção de livros didáticos do Ensino Médio.
GRAMÁTICAS:
1. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Nacional, 2008.
2. CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.
3. FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Mario de. Gramática. São Paulo: Ática, 1999. Site:hftp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm



Alguns concursos também exigem conhecimento matemático. Os principais assuntos são:

  1. Estruturas lógicas, lógica da argumentação, Diagramas lógicos. 
  2. Números relativos inteiros e fracionários, operações e suas propriedades (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação eradiação); 
  3. Múltiplos e divisores, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum; 
  4. Frações ordinárias e decimais, números decimais, propriedades e operações;
  5.  Expressões numéricas; Equações do 1º e 2º graus; 
  6. Sistemas de equações do 1º e 2º graus; 
  7. Estudo do triângulo retângulo; relações métricas no triângulo retângulo; relações trigonométricas (seno, cosseno e tangente); 
  8. Teorema de Pitágoras; Ângulos; Geometria - Área e Volume; Sistema de medidas de tempo, sistema métrico decimal;
  9.  Números e grandezas proporcionais, razões e proporções; 
  10. Regra de três simples e composta; Porcentagem;
  11.  Juros simples -juros, capital, tempo, taxas e montante; Média Aritmética simples e ponderada; 
  12. Conjunto de Números Reais e Conjunto de Números Racionais; Problemas envolvendo os itens do programa.

Sugestão Bibliográfica:



PAES, Rui Santos. Matemática e Raciocínio Lógico para Concursos e Vestibulares. CARVALHO, Sérgio de, Weber Campos. RACIOCÍNIO LÓGICO SIMPLIFICADO, volume I e II. Livros e apostilas inerentes a área.

Agora é só estudar , ficar atentos aos editais e sempre PENSAMENTO positivo que tudo dará certo.

CONSULTORA: PSICOPEDAGOGA JOSSANDRA BARBOSA

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Como fazer seu Jaleco Psicopedagogico

Dicas para você que precisa fazer seu jaleco para estágio ou atuação na área da psicopedagogia.


O Jaleco é uma das ferramentas de trabalho do psicopedagogo. Uma ferramenta de divulgação e marketíng também. 

O psicopedagogo pode usar jaleco de qualquer cor. A cor do símbolo é AZUL.
O modelo e o tamanho das mangas também fica a critério de quem vai usar. Lembre-se que o psicopedagogo não deve ser confundido com um médico principalmente se você vai atender em um ambiente clínico que tem outros profissionais.
Muitos aprendentes chegam com medo e receio aos espaços psicopedagógicos. Desta forma procure usar Jalecos de forma diferenciada.



Em geral as cores mais usadas são o Branco, o Azul claro, o verde e o roso. 


O simbolo deve ser bordado na cor Azul.

O formato da letra geralmente escolhida é a Monotype.
A localização pode ser acima do Simbolo ou Abaixo dele.


Também podem ser usados Jalecos bordados, e podem ser decorados com pinturas de personagens ou enfeitados com botões coloridos ou com carinhas, carrinhos, pirulitos.


Estas escolhas vão depender do seu local de trabalho e do público. Mas o uso do lúdico em geral traz harmonia para o trabalho do psicopedagogo, que em muitos lugares vemos uma figura apática e médica. 
É importante lembrar que uso do Jaleco pode ser substituído por batinhas ( no caso dos psicopedagogos que trabalham em escolas e precisam se locomover no espaço escolar) e por aventais práticos e personalizados.
Os aventais também são excelentes recursos, São mais leves podem ser personalizados de acordo com a sua preferência. E são muito uteis quando o psicopedagogo vai trabalhar com oficinas, tintas, recortes, colagens e outros materiais que podem sujar o Jaleco.

Consultora: Pp. Jossandra Barbosa

Obs: Fotos retirada do grupo psicopedagogiando.

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